<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363</id><updated>2012-02-15T22:40:47.835-08:00</updated><title type='text'>5ecret5tar5ystem</title><subtitle type='html'>uma viagem dentro de nós</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Stella@5ecret5tar5ystem</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12258271613683073219</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_EYsRIUgrVic/TE2rGAs9MlI/AAAAAAAAAAM/BRyYkleCwXc/S220/Pr%C3%A9-visualizar.png'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>61</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-4229686716037732032</id><published>2011-12-25T20:02:00.000-08:00</published><updated>2011-12-25T20:28:36.277-08:00</updated><title type='text'>fará o tempo de nós mais sábios?</title><content type='html'>Há muito que não pensava nesta forma de escrever.&lt;div&gt;Há muito que deixei de o fazer...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todos julgam que sabemos perfeitamente bem o que fazemos não compreendendo que fazemos apenas o que acontece sem que nada além do tempo o julgue.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Saberemos onde vamos? E, será que a alguém isso interessa? Faremos nós por sentir que estamos algures apenas para não parecermos desajustados ao espaço?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu faço por algo que não existe mas sinto-o.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nada acontece por erro mas acontecerá alguma coisa que não por causa do tempo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tanto tempo e tantas mais questões... Nada mudou, apenas o número incontável de hipóteses, teorias, teoremas por explicar, erros por explicitar, caminhos que se encontram desencontrados, sensações perdidas no vácuo das emoções e centenas de milhares de respirações e batidas do coração na taquicardia que acompanha o meu soluço profundo de palpitações.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pele seca, cabelo oleoso..&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tempo passado longe da higiene mental em que vivemos onde tudo tem um sentido e significado, onde tudo existe confortado pela racionalidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deixei de viver assim e passei a viver desconfortavelmente dentro de quem não faz a mínima ideia de que merece continuar a escrever pois em cada letra saída da ponta dos meus dedos (longe vão os tempos da especial lapiseira comprada para o efeito) e longe vão os tempos em que me desnudava em letras e sentidos de alma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje mais calma, mais comedida, menos sentimentalista, menos especializada em fazer de conta que sou contida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Corrijo os erros à medida que os encontro sem me aperceber que o que o meu cérebro me diz é precisamente: desliga.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Desliga do querer fazer bem, do querer fazer controlado e direito, deixa-te ir e desliga o controlo, permite-te fazer mal e, mais do que isso, permite-te compreender que existes em espaço e em pessoa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;És o que fugiste de ser e nem por isso consegues retira-lo de ti porque tudo o que um dia foste és e continuarás a exercer como força superior do teu acontecimento, único e inextinguível.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Paro por momentos desta maratona que os meus dedos querem começar, dizendo-lhes baixinho «não estou preparada - vamos devagar...» e ninguém me ouve.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu sei do que fujo... Fujo do que guardo no meu cérebro por entre palavras de optimismo e sensacionalismo, aquelas mesmas estreladas e espelhadas de natureza mentirosa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Do arredondar dos sons que ouço do que são as palavras meio em verso, meio cantadas por entre os assombrosos estridentes azuis dos meus bloqueios.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Anos, tempos em que pensei em silêncio sem aproveitar o que o meu pensamento me permite, o clarificar dos tempos batidos do meu coração por entre palavras.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sinto-me cansada, sem forças, necessitada de extrapolar e hiperbolizar o meu ser sem que com isso possa garantir a sobrevivência de quem dentro de mim vive, abafado pela realidade onde me depositei e que me afogou neste mero acontecimento ao qual hoje chamei «viver».&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só a palavra, «Viver» já deveria ser apenas guardada para quem o faz e não para quem, como eu, o arrasta... Sinto tudo como toda a gente e, ainda assim sinto-me culpada por não fazer e, ao contrário dos outros que vivem sonhos na vida real eu vivo-os em terrenos assustadores e em personagens que desconheço dentro de mim mesma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sinto-me cansada e pergunto se o tempo fará de nós mais sábios ou se isso é apenas o (bonito) nome de uma canção...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-4229686716037732032?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/4229686716037732032/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=4229686716037732032&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4229686716037732032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4229686716037732032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2011/12/fara-o-tempo-de-nos-mais-sabios.html' title='fará o tempo de nós mais sábios?'/><author><name>Stella@5ecret5tar5ystem</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12258271613683073219</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_EYsRIUgrVic/TE2rGAs9MlI/AAAAAAAAAAM/BRyYkleCwXc/S220/Pr%C3%A9-visualizar.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-465957537132080237</id><published>2011-04-25T09:44:00.001-07:00</published><updated>2011-04-25T09:56:47.309-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(85, 85, 68); font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 12px; line-height: 16px; "&gt;&lt;div&gt;deitei fora ao lixo todas as coisas tuas que tinha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;menos as lembranças... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;25-abril-2011&lt;/div&gt;&lt;div&gt;«Toda a dificuldade deve ser resolvida enquanto ainda é fácil.»&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small; "&gt;Dao de Jing&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-465957537132080237?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/465957537132080237/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=465957537132080237&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/465957537132080237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/465957537132080237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2011/04/deitei-fora-ao-lixo-todas-as-coisas.html' title=''/><author><name>Stella@5ecret5tar5ystem</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12258271613683073219</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_EYsRIUgrVic/TE2rGAs9MlI/AAAAAAAAAAM/BRyYkleCwXc/S220/Pr%C3%A9-visualizar.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-7737092823844456393</id><published>2011-03-21T17:56:00.000-07:00</published><updated>2011-03-21T17:59:57.909-07:00</updated><title type='text'>Ser a âncora-visivel</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(85, 85, 68); font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 12px; line-height: 16px; "&gt;&lt;div&gt;Por vezes a vontade de explodir. Mas devagar. Sem que ninguém repare...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A verdade é que explodo aos olhos de todos sem que eu me aperceba da gravidade com que isso recai sobre mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;10-dezembro-2010&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-7737092823844456393?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/7737092823844456393/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=7737092823844456393&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/7737092823844456393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/7737092823844456393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2011/03/ser-ancora-visivel.html' title='Ser a âncora-visivel'/><author><name>Stella@5ecret5tar5ystem</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12258271613683073219</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_EYsRIUgrVic/TE2rGAs9MlI/AAAAAAAAAAM/BRyYkleCwXc/S220/Pr%C3%A9-visualizar.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-8044066522594877143</id><published>2011-03-17T09:06:00.000-07:00</published><updated>2011-03-17T09:18:26.218-07:00</updated><title type='text'>especialmente nada de nada</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(85, 85, 68); font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 12px; line-height: 16px; "&gt;&lt;div&gt;lembro-me de te esperar ansiosamente à janela.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Recordo como sempre esse momento em que te via fazer a curva que te fez chegar a mim. A mesma por onde fugiste, para sempre.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os momentos. Vários, difusos, esguios, esgueirados dentro de mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Perco-me na imensidão dos meus pensamentos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vagueio sem sentido dentro dos semáforos que põem stop aos meus devaneios e perco-me na imensidão de ruas sem sentido, em sentido contrário, mergulhado, profundo dos meus pensamentos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e a rua transforma-se no oceano onde emerge o meu sonho de poder flutuar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Queria conseguir perder peso e flutuar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para longe da janela onde ansiosamente me recordo de te esperar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Falar sem palavras como sempre fizemos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por escrito descrevo as imagens sem utilizar o que não precisamos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E mais escrevo sen saber o que sai a seguir. Apenas guiada pelo som das minhas próprias palavras ditas, em sussurro, dentro do meu cérebro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ganham duplo sentido todas as palavras que penso enquanto escrevo as outras que o meu eu não verbaliza sobre a forma de letras uma-a-uma ganhando o sentido da imagem e o poder da vocalização dentro de ti.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Borboletas. de várias cores. Palavras que apenas tu vês daquilo que escrevo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Apenas tu que ouves as palavras-imagem que sei existirem em todos, como eu e tu, que nos ouvimos por dentro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O mar, o céu, a gaivota de Lisboa (em Terra em tempo de tempestade no mar) e eu. Ouvimo-nos... (plac, plac....)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;o Bater das asas. Aquelas que mergulham no oceano profundo dos meus pensamentos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lembrei-me de garantir que não as ouço.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E até a minha letra me parece estranha, como que fotocopiada para o papel. Apenas estavam já escritas...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;18-fevereiro-2011&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;«Há pessoas que nunca se perdem porque nunca se põem a caminho»&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small; "&gt;Johann Goethe&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-8044066522594877143?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/8044066522594877143/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=8044066522594877143&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/8044066522594877143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/8044066522594877143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2011/03/especialmente-nada-de-nada.html' title='especialmente nada de nada'/><author><name>Stella@5ecret5tar5ystem</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12258271613683073219</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_EYsRIUgrVic/TE2rGAs9MlI/AAAAAAAAAAM/BRyYkleCwXc/S220/Pr%C3%A9-visualizar.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-6826490492338304413</id><published>2010-08-18T08:12:00.000-07:00</published><updated>2010-08-18T08:44:09.756-07:00</updated><title type='text'>piquenicas?</title><content type='html'>tenho vontade de me expor.&lt;div&gt;de sentir livremente que sou diferente e tão igual a tanta gente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;gostava de poder escrever algo que fosse especialmente especial, que mostrasse o que verdadeiramente sinto, que bradasse sentimentos em catadupa e que com isso fosse capaz de descrever o que vai dentro de mim mas não consigo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;saem sempre as mesmas palavras, os mesmos-meus sons parados que nada purgam, as mesmas ideias idiotas de que será possível, de um momento para o outro, ser diferente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e será que eu quereria mesmo ser diferente? porque quereria eu, efectivamente, ser igual?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não creio que seja mais fácil deixar de ser eu, e mesmo eu, que escolho normalmente o caminho mais desigual, seria eu se o fizesse.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;dando largas às marés da minha imaginação, soltando as amarras do meu pensamento apenas consigo viajar dentro de mim e, mesmo sem vento, mesmo sem remos nem motores, mesmo parada dentro de mim, sigo correndo, sempre em fuga do que ainda não fiz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;é para lá que vou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;para aquele sítio que não sei onde é, não é como penso nem será o que algum dia imaginei.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;bufo nas minhas velas e o meu barquinho de papel remexe-se em águas cuja turbulência transforma em ondas o azul espelhado do céu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;tenho tentado criar em mim o Porto que queria que existisse na Terra.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;tenho aceite que é apenas dentro de ti que podes encontrar repouso. um sítio calmo onde 'piquenicas' contigo próprio e que entre groselha e pequenos pedaços de salgados-deliciosos vais acalmando a fome da tua ansiedade e voltas a estar em ti.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sei que, neste momento, tenho momentos em que quero voltar atrás no tempo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;é a consciência que me permite ver claramente que por entre a tempestade, o ribombar dos trovões só está dentro de mim, apenas enevoa o meu piquenique comigo própria e que depois de amanhã, quando o céu clarear, eu continuarei a ser o mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não se foge de nós próprios.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;apenas podemos prende-lo, amarra-lo, fazê-lo de esquecido, fazer que se esquece mas (e tu sabes, sentes) continuamos sempre lá.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não queria fugir de mim. não queria querer prender, esquecer mas se por um lado não o quero fazer, por outro, às vezes, sinto que preciso de me resguardar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;partilhar, dares-te e perderes é um sentimento sofrido, sôfrego de ti e do que era.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não quero mais isso para mim. não quero sentir que quero voltar atrás. não vivo o passado. vivo e sinto o hoje e é por isso que me sinto longe de mim porque fiquei, amarrada, ao que já não é.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;18-agosto-2010&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;«Nunca nos devemos esquecer que nenhum homem pode fugir de si mesmo.»&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:x-small;"&gt;Johann Goethe&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-6826490492338304413?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/6826490492338304413/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=6826490492338304413&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6826490492338304413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6826490492338304413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2010/08/tenho-vontade-de-me-expor.html' title='piquenicas?'/><author><name>Stella@5ecret5tar5ystem</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12258271613683073219</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_EYsRIUgrVic/TE2rGAs9MlI/AAAAAAAAAAM/BRyYkleCwXc/S220/Pr%C3%A9-visualizar.png'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-4931177493416893468</id><published>2010-07-08T08:14:00.001-07:00</published><updated>2010-07-08T08:25:44.206-07:00</updated><title type='text'>piano...</title><content type='html'>Nos últimos tempos tenho vivido intensamente. Sentido com todos os sentidos mais apurados, de volta à essência do sentido.&lt;br /&gt;Falo e abro muito os olhos como se com isso conseguisse ver mais, melhor, do que o que vejo e a dor de apenas ver a realidade aguça a minha inconstância que embrumo por detrás de sorrisos gastos e de palavras sentidas apenas para os outros.&lt;br /&gt;é por isso que me escondo.&lt;br /&gt;deixo o piano tocar baixinho onde só os meus cílios o sentem e esqueço os sons garridos com que costumo enebriar-me, faço por não ouvir as vozes melodiosas e apenas ouço... piano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o som dos dedos sobre as teclas, aquele som que se percebe entre os sons que as cordas fazem ecoar, aquele que, quem já tocou num piano, sabe qual é. aquele que faz do piano um instrumento agudizante da minha impaciência-de-alma, da minha falta-de-paz-de-espírito.&lt;br /&gt;é aquele som, breve, seco que antecede cada uma das notas em que me revejo.&lt;br /&gt;se eu fosse um piano, eu seria aquele som. que quase ninguem ouve, que não é parte principal da música mas que é, para mim, parte da melodia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«A música é o vínculo que une a vida do espírito à vida dos sentidos.»&lt;br /&gt;(Ludwig Beethoven)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-4931177493416893468?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/4931177493416893468/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=4931177493416893468&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4931177493416893468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4931177493416893468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2010/07/piano.html' title='piano...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-7498604865944709829</id><published>2010-07-01T07:17:00.000-07:00</published><updated>2010-08-18T08:10:25.136-07:00</updated><title type='text'>ao Neco</title><content type='html'>&lt;div&gt;Há sempre uma parte de nós que quer desistir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há sempre, dentro de nós, uma outra pessoa que não compreende como aguentas e outras tantas, fora de ti, que não vêem a verdadeira força que te faz andar. Menosprezam a tua capacidade de por um pé na frente do outro e arrastares essa tua existência acreditando que persegues uma luz que, racionalizando, não podes nunca ter a certeza de que existe...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há momentos em que só consigo pensar em desistir e auto-penalizo-me por sequer o pensar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sou tão abençoada e no entanto permito-me achar não o ser. Vejo-o como pecado. Um verdadeiro pecado achar que mereço mais do que tenho quando o que me retiram é tão pouco considerando o que outros, tantos, não têem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não me sinto humana pois não me consigo rever no comportamento de muitos e considero até por vezes estar errada quando sinto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sinto. Às vezes demais (dentro da minha capacidade) e a vontade de verbalizar que ‘desisto’, ‘estou farta’ ‘não aguento mais’ rompe dentro de cada lágrima gorda que não salta porque dentro de mim está sempre presente a condicionante de que o que sofro não é nada, não vale nada quando comparado com o que fazemos sofrer, com o que vemos agonizar e muitas vezes (tantas... demais...) quem padece é apenas esponja da maldade que existe.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É-me totalmente impossivel conceber que o Mundo tenha sido criado para que o Bem e o Mal coexistam sempre em iguais quantidades e, ainda mais impossivel de aceitar que o Mal bafeje quem nada fez para o merecer...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;‘Karma...’ a palavra em si doi-me e é-me insuportavel.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quantos de nós sofremos o mal dos outros quando a esses o mal nada diz?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque somos nós que o sofremos? Existe a justiça-Universal?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Existe algum motivo pelo qual alguns sofrem e choram a dor dos outros quando outros, tantos, imensos, nada sentem?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Será possível sentir-se menos?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sempre pensei que quando crescesse iria formar uma carapaça que me permitisse, tal como os outros, olhar a dor e não a sentir como minha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lamento o meu dom que sinto como défice. Porque a mim doi-me.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há dias em que sinto que a minha capacidade de sofrer o peso dos outros (aqueles que nada fizeram para o merecer) serve apenas para me separar ainda mais dos meus iguais, os humanos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Momentos, espaços de tempo imensos em que só não me sinto sozinha pois sei que existem outros como eu. Outros que, tal como eu, estão condicionados a viver esta vida, sofrer o deles e dos outros e sofrer ainda mais quando se vêem acomodados à inércia dos outros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diz-se que quem parte é feliz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quero acreditar. Quero continuar a acreditar. Esforço-me e quero continuar a esforçar-me para que o consiga. Mesmo quando as pedras debaixo dos meus pés descalços e já feridos, escaldam, queimam, incineram a minha alma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mesmo quando abandono a minha espécie e deixo de ser humana para ser apenas aquilo que sou. Um ser vivo com o dom de sentir sem filtros, mesmo quando o que sinto é apenas ausência e quando dentro de mim grita apenas ‘desisto’, ‘estou farta’ ‘não aguento mais’.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1-julho-2010&lt;/div&gt;&lt;div&gt;«A ignorância é o abismo da fé, porque a fé é um acto da inteligência»&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:x-small;"&gt;(Camilo Castelo Branco)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-7498604865944709829?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/7498604865944709829/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=7498604865944709829&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/7498604865944709829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/7498604865944709829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2010/07/ao-neco.html' title='ao Neco'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-6517364158748448150</id><published>2010-05-31T08:14:00.000-07:00</published><updated>2010-05-31T08:51:09.717-07:00</updated><title type='text'>a Música que nos fez dançar</title><content type='html'>o hoje, o amanhã, o eterno ontem que perdura e que nada muda, tudo gasta.&lt;div&gt;as memórias empoeiradas que mais parecem ser imaginadas do que fomos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nuns binóculos de ver ao perto esqueço a imagem do que tivemos e já nem recordo se o tempo passou ou apenas parou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eramos pétalas soltas ao vento que o amor juntou em lindas flores que o calor embalsamou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Parámos no tempo e não mais sentimos o calor um do outro nem nunca mais nos olhámos como quando eramos pétalas.&lt;br /&gt;transformámo-nos, transformou-nos o tempo em estátuas belas de branco mármore onde nem os pássaros pousam com medo de estragar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Avariámo-nos em espaços bi-partidos pelo metrónomo que não pára de tic-tactear os nossos corações certo de que o tempo os congelou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não foi o frio que o parou, foi o calor das imagens que transpusemos de nós, dos nossos sonhos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e deixamos acabar a música, continuamos a dançar ao som do silêncio que se interpôs entre nós, que separa os nossos corpos, reune as nossas almas longe de nós e faz com que nos sintamos uno com o Universo sem estarmos em nós.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tenho medo de dizer o que penso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tenho medo de sentir que te perdi e por isso nada verbalizo. Deixo-me continuar a dançar fingindo existir ainda no ar a vibração melódica do nosso Amor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tenho medo que te percas de mim se, quando abrires os olhos, tiveres a certeza de que já não há música em nós, que a perdeste, deixaste de a ouvir, tapaste os teus sentidos e fizeste de conta que não vias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tenho medo que não lutes, que finjas que não resentes o ar frio que pesa em nós, que digas que o abraço que nos une é apenas ausência de espaço...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e por isso fico calada, abanando o meu cansado corpo ao som da inexistência de vibração imitando uma melodia que há muito deixou de tocar fora de nós e que, na nossa intensa vontade de sermos felizes deixamos calar, deixando no ar a ideia de que nada nunca a faria deixar de soar dentro de nós.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ouve-la?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda a ouves?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sente-la?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda a sentes?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;receio a tua resposta. sei que vais tentar ouvi-la e, tenho medo, muito medo, porque sei que dentro de ti não mais toca a mesma sinfonia, sei que fora de nós há Musica mas que essa, aquela que nos fez dançar não mais te faz vibrar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;31-maio-2010&lt;/div&gt;&lt;div&gt;«A Música começa onde acaba a fala»&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:x-small;"&gt;(Ernst T. A. Hoffmann)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-6517364158748448150?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/6517364158748448150/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=6517364158748448150&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6517364158748448150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6517364158748448150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2010/05/o-hoje-o-amanha-o-eterno-ontem-que.html' title='a Música que nos fez dançar'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-2349462507574875662</id><published>2010-05-10T06:42:00.000-07:00</published><updated>2010-05-10T07:04:15.840-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>what did you expect to find?&lt;div&gt;tentas encontrar resposta...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;everything will be allright.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;acreditas?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ainda acreditas?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-2349462507574875662?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/2349462507574875662/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=2349462507574875662&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/2349462507574875662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/2349462507574875662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2010/05/what-did-you-expect-to-find-tentas.html' title=''/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-2156963794638270385</id><published>2010-04-27T06:55:00.000-07:00</published><updated>2010-04-27T07:58:00.061-07:00</updated><title type='text'>o início da Era dos Tempos Universais</title><content type='html'>um dia acordei e tudo era perfeito.&lt;div&gt;os Humanos tinham finalmente acordado e sentiam-se realizados apenas pela sua condição de Ser.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;deixaram de maltratar-se a si próprios e deixaram de viver as vidas miseráveis com que minavam os seus cérebros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;compreenderam que o importante não é a busca pela felicidade mas sim a aceitação de que esta é tão fácil e serena como a brisa que vem do mar e traz aquele sentido de sal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;aceitaram que são apenas seres vivos como os outros e que a Mãe Terra desde os primórdios dos tempos os acaricia e embala como uma verdadeira progenitora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;dão as mãos em uníssono enquanto emitem aos céus a energia do amor incondicional a qual brilha em tons de arco-íris e se espalha por todo o Universo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;esse foi o dia mais feliz da minha vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;o dia em que no ar havia cheiro de paz e que ao de leve tocava em mim a imensa constância de ser.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ouvia no mar um fresco odor a flores e dos campos verdejantes serpenteava a cor do céu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;tudo era perfeito, tudo era sentido e entre mim riscavam na atmosfera lindas borboletas de suave seda-cetim, veludos com organdis floridos, sons de paixão emitidos pelas árvores que esbracejavam felizes por presenciarem este dia que nunca imaginei viver tambem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;esse foi o dia mais feliz da minha vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sentiam-se em todo o lado canções de esperança e amor, gritos de paz e felicidade, orgasmos explosivos de suprema realização enquanto pelas ruas se exaltava a nobreza de ser uno com o Universo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olhavam-me nos olhos e falavam em silêncios sorridentes de quem não precisa de palavras para demonstrar afecto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Finalmente compreenderam que o próximo passo é tão simples como dar a mão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deram-me a pata, vi um cão. Que feliz ele estava pelos seus semelhantes, nós, que tal como ele somos parte do ser-Universal que de todos emana e em todos se absorve.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;'é importante estarmos unidos', diz-me.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e compreendo-o. Ouço-o e a sua voz é me mais empatica do que qualquer outra que tinha ouvido até aí. e ele compreende, melhor do que alguém algum dia me compreendeu, que no silêncio comprometido da minha voz trémula pela emoção, o meu coração salta dentro do meu peito como se este fosse o eterno amanhã que aguardava entre um misto de esperança e desespero, certeza de que aconteceria e o medo de nunca o ver...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;esse foi o dia mais feliz da minha vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;o dia em que acreditei que tinha acontecido aquilo que sempre peço ao Universo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;o Fim da hegemonia Humana e o início da Era dos Tempos Universais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;27-abril-2010&lt;/div&gt;&lt;div&gt;«A verdade é aquilo que leva ao fim»&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:x-small;"&gt;(Kaleb Vjekoslav)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:10px;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-2156963794638270385?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/2156963794638270385/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=2156963794638270385&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/2156963794638270385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/2156963794638270385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2010/04/um-dia-acordei-e-tudo-era-perfeito.html' title='o início da Era dos Tempos Universais'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-2640555925315334467</id><published>2010-02-25T07:46:00.000-08:00</published><updated>2010-02-25T08:44:17.400-08:00</updated><title type='text'>a realidade é o que existe</title><content type='html'>tento sempre acreditar que há ainda esperança.&lt;div&gt;que não estou sozinha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;que as palavras ditas são verdades e que a minha mais-valia é ser quem sou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;dou por mim a tão bem defender a minha honra e a querer marcar o meu lugar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sou apenas mais alguem que não querendo perder o que chamou ser a sua identidade, se mantém firme nas suas convicções nadando contra a maré de gente-igual que me quer transformar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;hoje dei mais um passo na minha compreensão de mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;compreendi vivendo que por mais que sonhemos... a realidade é o que existe e, a realidade, é que o tempo, as oportunidades, nunca voltam, por mais que as vejamos como possiveis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;houve alturas em que pensei em mim como um rochedo e nos outros espelhei as ondas de um mar bravio que entravam pelas pequenas frechas que se iam criando pelos embates com o Mundo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;houve alturas em que me vi pedra pomes, frágil, empoeirada, sem densidade suficiente sequer para boiar...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;pinto um quadro de belas cores, onde o verde da esperança escorre, vejo o negro que dele sai e digo que é apenas a ausência de cor mas sei, dentro de mim, que é o que, por vezes, se apodera de mim, da minha força de ser rochedo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;verbalizo sons de força quando em mim ecoa a sombra do desespero.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;faço voar pinceis reluzentes mas sei que, nestes momento, paira em mim apenas a realidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;vejo-me encoberta por um nevoeiro denso e pergunto-me se sei o que fazer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;escondo de todos a resposta óbvia e mascaro o meu medo de não ser nada em gestos largos e comportamentos bizarros que emanam a ideia de que sou grandiosa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;escondo-me de todos. a todos quero fazer passar a ideia de que estou bem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sempre. essa é a minha essência.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;querer a todos fazer crer que é possível não se ser miseravel na minha condição.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;a de quem não sabe o que faz, o que diz, não sabe onde vai, não sabe.... não sabe..... nada....&lt;/div&gt;&lt;div&gt;podia ser romântica, podia ser sonhadora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;pois que não sou nada disso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sou um ser-humano condicionado ao eterno terror que é não saber o que fazer de si, que não escolheu um qualquer caminho e que, por isso, desbrava as dificeis terras onde ninguem quer ir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nem eu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;mas, tal como um animal cujo seu grupo abandonou, por ser fraco, diferente, vejo-me a tentar obter sobrevivência nas áridas zonas onde apenas o vento passa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sinto-o, entre os meus dedos, e faço-me acreditar que não estou sozinha, que tenho em mim algo muito mais importante do que ter caminho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;mas... a realidade é o que existe e, a realidade, é que o caminho bem definido onde vejo outros andarem, rodeado das suas cercas coloridas,  apenas tem um sentido, uma direcção e o meu... o meu define-o o vento e eu não consigo segui-lo e por isso, invento dentro de mim uma bússula (avariada) que me está a indicar o norte.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;quando ele tambem não existe no meu percurso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ando aos círculos, passando sempre no mesmo lugar e vendo no chão os passos de quem passou antes por aqui (eu) mentindo a mim própria que já antes este caminho havia sido desbravado e que eu não estou sozinha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;mas estou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;nem aqueles que pensei darem-me a mão existem mais. são e foram invenções do meu cérebro cansado. alucinações de alguem que se julgou especial, um dia, um momento...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vivemos e perdemos a nossa noção de sermos especiais porque, aos outros, aos olhos de todos os outros, sabemos que somos julgados pela nossa imagem a qual, dentro de nós, sabemos ser apenas uma mancha que escorreu do quadro que um dia quisemos pintar. diferente de todos os outros. diferentes até de nós mesmos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;25-fevereiro-2010&lt;/div&gt;&lt;div&gt;«O quadro está acabado quando apagou a ideia que o motivou»&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-2640555925315334467?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/2640555925315334467/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=2640555925315334467&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/2640555925315334467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/2640555925315334467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2010/02/realidade-e-o-que-existe.html' title='a realidade é o que existe'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-3647386908638605384</id><published>2010-01-21T05:27:00.000-08:00</published><updated>2010-01-21T06:47:33.214-08:00</updated><title type='text'>o linóleo não é bom para laboratório</title><content type='html'>Vivo num turbilhão de emoções que condiciono num frasquinho.&lt;div&gt;Vou apertando o frasquinho para que ele se pareça cada vez mais pequenino e para que não se note a pressão que ele sente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por um lado, aperto... por outro lado peço 'oh por favor frasquinho, aguenta-te... não te deixes explodir'&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O frasquinho parece-se com um decantador que, com a sua torneirinha, à medida que é agitado, abre e deixa sair um pouco da pressão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;'Ufinhas'... digo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas a solução lá continua e os reagentes continuam a ser pipetados lá para dentro sempre com o meu racíocinio a dizer 'primeiro a água, depois o ácido, primeiro a água, depois o ácido' para ter a certeza de que não explode, o meu frasquinho, o que vou apertando como se, com esse aperto entre as minhas mãos, o conseguisse evitar explodir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lá se vão seguindo as interações, reacções e equilíbrios, até ao momento em que sinto ainda com mais força a pressão que dentro dele se cria e... lá se abre a torneirinha e deixa sair um bocadinho das moléculas gasosas que lá estavam condicionadas... tal e qual como um belo decantador.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Penso 'deveria arranjar um novo frasquinho' mas a minha modéstia vontade de querer tudo sem deixar fugir nada, sem me perder entre as contas e equações que vou fazendo no sentido do equilíbrio, não me deixam arranjar novo frasquinho até porque desconheço a calibração necessária a novo instrumento e, por isso, vou deixando tudo como está.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É tentador deixar cair o frasquinho e ver o liquido dentro dele sair pelos buracos criados pela queda...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É tentador imaginar que não mais acrescento nada ao meu frasquinho...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É assustador imaginar o frasquinho a cair mas... tão bela a imagem da solução a espalhar-se pelo chão, consumindo os pequenos quadrados de linóleo de que é feito o meu laboratório.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;'O linóleo não é bom para laboratório' mas gosto tanto...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pensam que eu enlouqueci de vez e pensam que afinal eu é que estou certa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pensam que é simples a solução equilibrada que vai dentro do meu decantador e olham, com inveja, o olhar atento que faço enquanto moo, trituro, disolvo e junto tudo dentro do meu belo frasquinho de vidro fosco na zona da torneira...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uso um almofariz e com muito jeito, um funil. Depois no Erlenmeyer crio a solução que levo à mufla no cadinho... que belos cristais...!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E é aqui que me perco entre suportes, garras, condensadores e tubos em U e crio a minha substância.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se a libertar, ela transformar-se-à, e eu não mais terei com o que brincar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vou continuando, 'oh por favor frasquinho, aguenta-te... não te deixes explodir' enquanto dentro dele teimo em condicionar o turbilhão de emoções que se criam no meu decantador enquanto o aperto, junto ao peito, certa de que com a força certa, ele não mais se quebrará.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;21-janeiro-2010&lt;/div&gt;&lt;div&gt;«Creio que a verdade é perfeita para a matemática, a química, a filosofia, mas não para a vida. Na vida contam mais a ilusão, a imaginação, o desejo, a esperança.&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;»&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-3647386908638605384?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/3647386908638605384/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=3647386908638605384&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3647386908638605384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3647386908638605384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2010/01/o-linoleo-nao-e-bom-para-laboratorio.html' title='o linóleo não é bom para laboratório'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-4710344697602109025</id><published>2009-11-10T06:41:00.000-08:00</published><updated>2009-11-10T07:22:02.042-08:00</updated><title type='text'>preferia libertar-me...</title><content type='html'>Faço de conta que sou um Humano e que sinto como tu.&lt;div&gt;Faço de conta que compreendo tudo e todos e que dentro de mim não fere a lâmina do fraco com a força do fogo do desajustado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Falo e aconselho como se soubesse o que digo quando o que me resta são apenas perguntas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ando com o queixo erguido como se soubesse para onde vou e com o passo decidido de quem não faz ideia do que aqui anda a fazer...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todos os dias me sinto mais perdida mas ainda assim brinco com esta minha instabilidade fazendo de conta que isto não passa de um jogo de equilíbrio e que esta corda não está a milhares de kilometros de altura, que não existe o mínimo menor perigo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vou sugerindo a todos o melhor caminho e falo com a força da certeza na voz quando dentro de mim se ouve «tu não sabes nada»&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Queria ter respostas (nem que uma) para as várias questões que finjo responder.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A culpa não é tua.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A minha incapacidade de lidar comigo mesma já estava em mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tento com toda a força faze-la esconder-se e tirar de dentro de mim a chama que me impele a ser.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tento abanar a cabeça e retirar de dentro de mim a ideia de que estou completamente deslocada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Faço-me forte, justa e verbalizo o que gostaria que em mim fosse verdade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo para que não me vejam, nem imaginem... o que é ser dentro de mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mostro caminhos brilhantes, soluções homogéneas, saturadas do eu que invento existir em mim... insaturadas de mim...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É verdade que despertas em mim um sentimento que tenho a todo custo tentado extinguir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Recordas-me que eu já acreditei que podia ser eu sem deixar de lado a minha sensibilidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Transformei-me... tenho vindo a afogar de mim o que sou para poder ser.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e detesto-me por isso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque é que não tive a força necessária para continuar a ser eu?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque não segui eu o meu caminho verdadeiro?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque me deixei perder?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque é que me perdi sem deixar um rasto da minha origem?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se fosse possivel... voltava atrás.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É claro que digo que «não me arrependo de nada» tambem porque sei que não teria a consciência do meu erro se o não tivesse cometido...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Às vezes o nosso caminho não está assim tão traçado e um menor desvio coloca-nos, para sempre, numa estrada que não deveria ter sido a nossa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se o meu cérebro mandava de uma forma, as influências externas atiravam-me para uma auto-estrada de asneiras onde a minha real-estrutura apenas gritava sem que ninguem a ouvisse.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e até hoje... nem ninguem ouviu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já não grito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já me não doem os músculos retesados de raiva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já não sinto...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A não ser por vezes, quando a criança que ainda existe em mim (calada, quieta no seu canto apenas a brincar ao faz-de-conta-que-não-existes) suspira, sozinha, abandonada e triste por não me ter tido como sua companhia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sei hoje que foi um erro e receio com todas as minhas moléculas que já vou tarde para a acordar do sono obrigado ao qual ela se rendeu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sinto-a índigo em bruma, tapada pelas minhas insensibilidades-fingidas que a já afogaram...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Às vezes... penso até que a matei...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A culpa é tua. Fizeste-me sentir que ainda a tenho em mim e que ela ainda sofre no silêncio escuro da sua solidão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Prendi-te numa torre, bloqueei o sinal que de ti saía, perdi a chave, depois de a ter escondido...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e agora... sei que estás aí, sinto o teu grito de loucura dentro de mim, sem que te ti saia um som que seja... e receio que seja tarde de mais para te poder ir buscar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Às vezes anseio que a minha matéria se dissipe... que eu deixe de existir com esta consciência.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vejo-me muitas vezes a perder o meu eu-existencial e não consigo sentir pena.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sinto até uma ligeira sensação de alívio... como se isso acontecesse... e me libertasse.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Preciso dessa liberdade para ti.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Preciso que possas ser outra vez livre e expressiva. Mas sinto que para isso apenas uma evaporação de mim seria solução.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Às vezes, sem pedir, peço que me venham buscar...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que me salvem disto e que de uma vez por todas deitem abaixo a torre onde te prendi e que, comigo desmaterializada, a tua força e saber possam espalhar-se pelo Universo conforme deveria ter sido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Calo o meu grito, estrangulo o meu pedido de socorro, reprimo-te dentro de mim e mesmo agora, quando és tu que me tentas salvar opto por conter os teus pedidos e suprimir de ti as minhas sensações.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Preferia libertar-me...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;10-novembro-2009&lt;/div&gt;&lt;div&gt;«Morrer não é acabar, é a suprema manhã.»&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-4710344697602109025?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/4710344697602109025/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=4710344697602109025&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4710344697602109025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4710344697602109025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2009/11/faco-de-conta-que-sou-um-humano-e-que.html' title='preferia libertar-me...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-6609506000170653580</id><published>2009-10-29T07:58:00.000-07:00</published><updated>2009-10-29T08:01:03.511-07:00</updated><title type='text'>às vezes não precisamos acreditar para ver. basta tão somente olhar.</title><content type='html'>29-outubro-2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-6609506000170653580?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/6609506000170653580/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=6609506000170653580&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6609506000170653580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6609506000170653580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2009/10/as-vezes-nao-precisamos-acreditar-para.html' title='às vezes não precisamos acreditar para ver. basta tão somente olhar.'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-4611299545188594800</id><published>2009-10-27T04:25:00.000-07:00</published><updated>2009-10-30T06:48:58.347-07:00</updated><title type='text'>decididamente perdidos sem querermos encontrar</title><content type='html'>e quando pensámos que haviamos encontrado eis que está perdido o que perseguimos, está devoluto o que construimos e navega com velas rotas pelo caminho esburacadamente alcatroado dos nossos sentidos...&lt;div&gt;é dito o que não sabemos e verbalizamos o que esperamos ouvir acreditando que tudo é mais forte que o resto que não conseguimos dominar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;encontramo-nos diariamente, trocamos entre nós o amor de quem se conheçe e fingimos (tão bem) que nos conhecemos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;rodopiamos em zig-zag ao mesmo tempo que fazemos de conta (tão bem) que estamos juntos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;se o Amor fosse tempo, nós seriamos amantes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;se o Amor fosse amar... nós teriamos connosco as amarras do tempo e estariamos juntos. seriamos juntos o que inventamos (tão bem) ser nosso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;quando queremos tudo acabamos por encontrá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;foi assim que nos transmutámos no que nos transformamos e foi dessa equação que retirámos as nossas identidades sabendo que juntos somos o que queremos um para o outro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e se Amar não chega? e se Amar não é isto? e se a insensatez das nossas intenções insanas são as barreiras que não alcançamos por estarmos ocupados em fazer feliz o que não é nosso?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;tenho tantas questões a colocar e tão poucas respostas às quais consigo chegar sozinha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;crio esta invenção sem materializa-la e depois brinco com o que imaginei fazendo-me feliz dentro das minhas ausências e acreditando que estás comigo porque tambem tu ao brincar sozinho junto de mim fazes de conta que brincamos juntos quando estamos tão longe, tão separados pelo espaço intersticial das nossas almas que se juntaram, passaram uma pela outra, mostraram-se, dissiparam-se uma na outra e, ao reunirem-se cada uma a si própria... deixaram em cada um de nós a imensa necessidade em sermos juntos quando há muito cada uma das nossas almas continuou o seu caminho sozinho, brincando com as próprias imagens mas agora continuando a fingir que estamos juntos...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;é assim que nos sinto... enormes conjuntos complementares na maior intenção de todas... a de ser feliz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;até quando seremos capazes de estando no mesmo espaço não nos tocarmos?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;caminhamos na mesma direcção de mãos dadas (tão bem fingidas) e fazemos cada um acreditar que o outro está acompanhado e que vamos juntos, na mesma direcção, como um.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e somos, juntamente separados, a identidade que queriamos ter sem a sermos, mostrando a todos que é possível existirmos sem sermos verdade e em nós fazendo acreditar que somos capazes de continuar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e quando pensámos que haviamos encontrado eis que damos conta (mas fingimos tão bem) que vai cada um no seu caminho, pararelo, prependicular ao que somos, dentro do plano volumétrico em que nos sentimos, cada vez mais perto da lonjura dos nossos corpos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;estamos devolutos e o que construimos navega com velas rotas pelo caminho esburacadamente alcatroado dos nossos sentidos...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;abandonados, decididamente perdidos sem querermos encontrar, tudo porque estamos (vistos de dentro) bem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;até quando seremos capazes de vaguear com sentido?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;27-outubro-2009&lt;/div&gt;&lt;div&gt;«perder-se significa ir achando e nem saber o que fazer do que se for achando»&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-4611299545188594800?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/4611299545188594800/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=4611299545188594800&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4611299545188594800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4611299545188594800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2009/10/decididamente-perdidos-sem-querermos.html' title='decididamente perdidos sem querermos encontrar'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-7374068136211079943</id><published>2009-09-25T12:54:00.000-07:00</published><updated>2009-10-30T06:53:05.336-07:00</updated><title type='text'>posso escrever?</title><content type='html'>&lt;div&gt;às vezes quero escrever e não tenho onde.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;tenho pensamentos soltos que prometi que iria libertando mas muitas, tantas vezes, não o faço.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e perdem-se... esses pensamentos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;frases bonitas ou muito trabalhadas, até raciocinadas mas quando tentadas.... (ai, falta-me a palavra, às vezes acontece... penso mais rápido do que consigo escrever e lá vão elas, outra vez, as ideias e pensamentos, a fugir, as malandras!...)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;quando tentadas.... explicar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;humpf, apeteceu-me pôr.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;explicar pensamentos, ideias que não passam de sensações ou de... visões.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;quero escrever melhor, quero explicar-me melhor, ou apenas compreender-me e não ter que explicar nada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;mas acima de tudo quero escrever melhor e, para isso, vai ser necessário continuar a escrever estas palavras repetidas repetidamente até à exaustão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;porque um dia eu prometi que seriam coisas e não é só isto que te quero deixar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já estamos fartos de estar neste prisma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vamos rodar a coisa e ver o que se vê.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tentar, mais uma vez, aceitar que devemos querer o que quisermos, nunca querendo mal a ninguem, tentando explicar que...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;humpf, sorri ironicamente outra vez.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;lá estou eu a querer 'explicar', novamente e incessantemente...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;eu quero escrever!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;larguemos, por vezes, as velas aos nossos barcos...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Navegámos sempre em melhores ventos... e que chegamos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;25-Setembro-2009&lt;/div&gt;&lt;div&gt;«Galante conquistador, dispersando o pólen das flores, o vento faz uma boda universal»&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-7374068136211079943?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/7374068136211079943/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=7374068136211079943&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/7374068136211079943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/7374068136211079943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2009/09/posso-escrever.html' title='posso escrever?'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-6541541984985666673</id><published>2009-09-09T06:18:00.001-07:00</published><updated>2009-09-09T06:59:39.719-07:00</updated><title type='text'>não estou mais sábia...</title><content type='html'>Certamente já te aconteceu estares naqueles dias em que uma grande tempestade começa e... com ela o teu dia.&lt;div&gt;Há tanta coisa fora do lugar, que podia e devia ser arranjada...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É só preciso é ter força e conseguir escolher o caminho certo. E eu disse &lt;b&gt;&lt;i&gt;certo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, não disse fácil. É que é normalmente o fácil que escolhemos porque exactamente... é mais fácil.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Facilita a ti, a mim e aos outros todos que estão envolvidos em nós mas o meu grande receio é que este não seja o nosso caminho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tentamos com demasiada força ou nem tentámos?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vejo as coisas a fugirem ao nosso controlo e o nosso descontrolo a ser cada vez mais desmedido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vejo-te a fugir das minhas responsabilidades não querendo partilhar o fardo e, compreendo. É claro que compreendo mas... não é isso que quero.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estou farta de quem foge, de quem não conversa, de quem não quer entender, de quem acha que eu forço, que se afasta porque as coisas não são simples e porque de facto na minha montanha-russa constante as nauseas são mais que muitas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aceito perfeitamente que não as queiras viver comigo mas tambem não te deveria mentir e dizer que as coisas vão melhorar quando... não acredito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Às vezes tambem tenho os meus momentos em que me sinto perdida, acho que nada faço aqui, não percebo o meu objectivo, não sinto a minha âncora e mais até, tenho mesmo mesmo vontade é de largar amarras e deixar-me ir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Às vezes... apetece-me gritar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Gritar contigo porque não queres fazer um esforço e comigo porque espero sempre que as pessoas façam um esforço.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na geração do facilitismo... ninguem se esforça.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nascemos com destino traçado («vais crescer, estudar, ir para a faculdade, acabar o teu curso») e perdemos o rumo pois depois das ditas premissas serem cumpridas ficamos no vácuo e sabemos que o resto já está ditado (que vida miseravelmente controlada a nossa) e que assim dizem as-regras-da-vida: «arranjar alguem, casar, ter filhos, cria-los e morrer».&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ora que eu não sei se quero isto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alias, tão cedo me desviei do caminho para mim traçado que muito cedo tambem percebi que estava lixada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É que sem linhas orientadoras e sem ninguem que compreenda a direcção que queres tomar... já se sabe... todos te caem em cima e a tua forma de estar é errada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sempre estive errada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E continuo a estar...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É claro que a minha imensa necessidade de fugir disto e a minha âncora-há-muito-desaparecida tem a ver com esta minha perdição.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(«Tu estás perdida! Ainda vais chorar lágrimas de sangue...»)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É verdade... Assumo, ok. Estou perdida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E pior que isso é nem sequer saber para onde vou!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah pois! que maior problema do que não se saber onde se está é nem sequer ter uma pista do para onde vamos ou queremos e eu... eu não faço ideia para onde quero ir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pensando honestamente no assunto...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É muito simples.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ora, primeiro queria que fossemos capazes de, em vez de estar a criticar os outros... conseguissemos perceber.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É que, bolas!! há limites não achas?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todos sabemos que andar por aqui não é fácil mas tambem ninguem tem que se impor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu imponho-me?? É verdade, olha... Imponho... E agora?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se eu não tenho direcção ao menos que tenha personalidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É assim que me imponho ao espaço que ocupo neste Universo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E consegues compreender?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Talvez... mas como óbvio temos todos muito medo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nem sabemos bem do quê... talvez só mesmo das pessoas como eu que não ouviram a voz-da-razão nem seguiram o caminho traçado e que andam pelo Mundo sem saberem o que andam a fazer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois... e até eu sou afectada por esse medo de mim própria e da minha incapacidade em aceitar as regras do Mundo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois que tinha que ser mais domável, tinha que aceitar, tinha que agachar tal como queriam os nossos perceptores que agachessemos perante o nosso destino traçado (e que bem traçado! conheço muita gente muito feliz apenas porque andou na «linha»).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Convinha tambem não ter tanta força de opinião nem tanta opinião de força.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É que já sabe... quando não consegues opinar de acordo com o que se quer de ti... há chatice! («Tu estás perdida! Ainda vais chorar lágrimas de sangue...»)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sempre foi assim... sempre ouvi de fora e dentro da minha cabeça que um dia choraria lágrimas de sangue apenas porque não fiz o que me estava destinado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E hoje choro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Choro porque não consegui romper com nada do que me estava destinado, apenas com o caminho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não acredito que o destino esteja logo traçado mas sim que há muitos caminhos e eu, sempre quis fugir do principal pois nele as coisas eram-me impostas. Em tudo. Tudo era imposto, nada era escolhido, tudo era redutor, nada me fazia crescer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por momentos, perdida, achei que estava certa e agora, completamente curada da cegueira da fuga, vejo que apenas corri mais rápido a ser aquilo que os outros queriam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não estou mais sábia. Apenas mais velha e capaz de ver as coisas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E sabes o que vejo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vejo que nestas correrias de não perder o Mundo mas viver a minha vida, voltei a deixar-me domar fazendo de conta que nada disso acontecia e estive prestes a marcar passo no destino que não tem nada a ver comigo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É que de facto, eu sou daqueles que estão aqui, apenas a serem diferentes, para que vocês que percorrem o caminho certinho-direitinho (esquerda, direira... esquerda, direita... sempre a bom ritmo!) possam olhar e ver o que não se faz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sirvo de exemplo para quem está a entrar no mundo das escolhas possa olhar para mim e pensar «não vou fazer como ela» e afinal, que tudo aquilo que eu queria era mostrar que às vezes vale a pena sermos nós próprios e tentarmos andar com as nossas forças, não vale mais que um exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pelo menos eu sirvo de exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao que é impositivo, ao que não se coaduna com a felicidade-mundana que eu nunca quis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não quero e continuarei a tentar ter forças para não ter.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E se choro não são as lágrimas de sangue pelo querer ser diferente mas sim porque no fundo... queria ser aceite.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Começa por conhecer-me e aceitar que sou diferente de ti.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com muito orgulho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;9-Setembro-2009&lt;/div&gt;&lt;div&gt;«quando se persiste em seguir o caminho que a nada conduz, é que se estima esse caminho pelo que vale»&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-6541541984985666673?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/6541541984985666673/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=6541541984985666673&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6541541984985666673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6541541984985666673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2009/09/certamente-ja-te-aconteceu-estares.html' title='não estou mais sábia...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-4450222629590231099</id><published>2009-07-17T07:44:00.000-07:00</published><updated>2009-09-09T07:03:59.681-07:00</updated><title type='text'>panos soltos misturados tal qual manta de retalho</title><content type='html'>queremos lembrar-nos da infância...&lt;div&gt;recordar como eramos, se somos o que fomos...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;tento puxar pela memória e relembro panos soltos misturados tal qual manta de retalho a qual ao longo dos anos veio a ser fiada sem que no entanto os pedaços fossem sequer iguais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já não sei do que me lembro, do que imagino, se imagino o que relembro se apenas vejo o que quero ver.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sei, porque já revi, momentos fantásticos, imagens empoeiradas do tempo que já foi.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E o tempo vai passando e aos quadros embaciados pelos anos juntam-se imagens, sons, sensações e lembranças do pó do passado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Às vezes quero abanar esse tempo e recordar claramente o que já era e como eu era.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Será que mudei?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O tempo... tudo muda... e a nós?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acreditas que somos imutaveis ou transmutaveis?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sofremos processos ao longo do tempo e de gás passamos a liquido, de liquido a sólido e novamente a gás...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Somos seres compostos, simples, orgânicos, inorgânicos, multicelulares, unilaterais, pensadores...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Temos variedade, emotividade, criamos, destruimos, amamos, estamos, isolamos, pensamos, fazemos, estamos cá, desaparecemos somos inatos, incontrolaveis sempre a perseguir o nosso futuro com âncora no passado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este é o quadro do meu presente, a voz do meu estar a luz com que me vejo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As ideias, as opções, os caminhos que vamos tendo, perdendo, deixando ir, bailando ao som do Universo nesta festa que é estar aqui.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O momento único onde temos a consicência de ser.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Escolhi ter essa consicência.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Escolhi, revendo as imagens empoeiradas, perder a minha unicidade e ganhar algo muito maior.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Humanidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O meu legado é mostrar que apesar de todas as maldades da vida, dos Humanos, devemos e temos a capacidade de ultrapassar as nossas desilusões e perseguir sempre, sempre algo maior que nós individualmente...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quero que saibas que mesmo nos momentos em que choro derrotada, consigo largar ao Universo a minha força de lutar contra, lutar a favor, lutar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É a luta das nossas vidas que liberta a energia da constância.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Devemos, é nossa obrigação, andar, correr, voar por nós e deixar sempre, sempre um rasto daquilo que queremos para o Mundo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Passa por nós pedirmos, implorarmos, exigirmos o melhor. sempre. sempre...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olha para as tuas imagens empoeiradas, para os teus momentos enevoados e lembra-te quando eras criança.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando o salto era uma liberdade, quando a corrida era um concurso contigo próprio quando o Mundo girar era apenas produto da tua imaginação, quando o riso era solto e as ideias eram voláteis, quando o hoje era apenas um momento para o amanhã e tudo o que fazias era com a esperança de que um dia, quando fosses grande, o Universo ser perfeito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Perguntas-te se estás sozinho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Respondo-te: não. não estás.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estamos todos juntos e somos nós que podemos mudar as coisas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Passa por nós acreditar, formar, criar viabilidade para que o Mundo que existia nas nossas almas de criança se converta em realidade e que essa realidade seja tão somente o que queremos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esqueçe o que te ensinaram.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Viver não doi. Doi apenas viver não dando os passos em frente por mais que em frente seja apenas um abismo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Anda. Dá o passo e imagina que na tua frente existe um novo Mundo. Aquele que construiste quando a tua mente pura acreditava ser possível.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Anda...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Caminha em frente e cria a tua ponte para o outro lado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O lado onde as ondas caem de mansinho do céu, o vento bate nas rochas, a neve arrasta as poeiras das telas da imaginação e o sol caminha brevemente com passadas largas ao longo da costa enquanto a Lua brilha ao largo num qualquer barquinho de luz...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deixa-te entrar por ti a dentro e vê que, enquanto te tiveres, estarás sempre na melhor companhia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aceita-te, vê o que tens vindo a criar e caminha, tal como o Sol, de mão dada com a tua manta de retalho a qual ao longo dos anos veio a ser fiada sem que no entanto os pedaços fossem sequer iguais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E o caminho alarga, mais pontes são passadas, mais invenções são tornadas realidade e tu estarás sempre por aqui até que...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Asas crescem e tu voas...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E é nesse momento em que te vês de fora para dentro, consegues incorporar-te e compreender que mesmo a dor mais profunda é apenas uma reacção da acção de estar vivo, de ser.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;17-Julho-2009&lt;/div&gt;&lt;div&gt;«one day i'm gonna grow wings on a chemical reaction, hysterical and useless»&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-4450222629590231099?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/4450222629590231099/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=4450222629590231099&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4450222629590231099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4450222629590231099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2009/07/queremos-lembrar-nos-da-infancia.html' title='panos soltos misturados tal qual manta de retalho'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-7342823458120101171</id><published>2009-06-26T05:53:00.000-07:00</published><updated>2009-07-17T07:44:45.715-07:00</updated><title type='text'>Just beat it!</title><content type='html'>Showin' how funky and strong is your fight it doesn't matter who's wrong or right .&lt;br /&gt;Just beat it, beat it!&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;25-Junho-2009&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-7342823458120101171?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/7342823458120101171/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=7342823458120101171&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/7342823458120101171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/7342823458120101171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2009/06/just-beat-it.html' title='Just beat it!'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-3040514655712602763</id><published>2009-03-27T17:26:00.000-07:00</published><updated>2009-03-27T17:35:10.448-07:00</updated><title type='text'>exteriorizações?</title><content type='html'>a riqueza da leitura sente-se naquilo que dizemos e não naquilo que exteriorizamos.&lt;br /&gt;tudo é capaz de ver as reacções de sentir as minhas emoções ridicularizadas em extremos bizarros ditos como «exteriorizações».&lt;br /&gt;no fundo, aquilo de mim deixo que seja visto.&lt;br /&gt;aquilo que é a minha reacção de momento e não aquilo que seria efectivamente o meu sentir que é neste momento muito mais fluido que o meu escrever.&lt;br /&gt;agora aqui posso vos dizer que estou bem. que estou a ouvir as minhas músicas e que nada no Universo mudou.&lt;br /&gt;Terei de mudar eu.&lt;br /&gt;As coisas são e vêm por etapas.&lt;br /&gt;Depois destas apenas há mais caminho.&lt;br /&gt;É sempre assim que as coisas se passam.&lt;br /&gt;Já muito me dou por contente que neste momento vão e vêm coisas de diferentes prismas e como tal as alterações vão sendo facilmente toleradas e serenamente aconchegadas dentro da batalha possivel.&lt;br /&gt;E que bataLHA!&lt;br /&gt;Cada dia é um rodopio.&lt;br /&gt;Tento ve-los como umas «férias-de-mim-mesma».&lt;br /&gt;Tempo em que.............. espero.&lt;br /&gt;Pacientemente mas com a certeza de que...&lt;br /&gt;Tudo mudou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo em mim ficou igual.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-3040514655712602763?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/3040514655712602763/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=3040514655712602763&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3040514655712602763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3040514655712602763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2009/03/exteriorizacoes.html' title='exteriorizações?'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-6820337319592050525</id><published>2009-03-04T07:38:00.000-08:00</published><updated>2009-03-04T07:55:08.833-08:00</updated><title type='text'>mais uma oportunidade...</title><content type='html'>Dos meus olhos caem lágrimas de terror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amedronta-me ver o sofrimento nos outros e sinto como se fossem minhas as dores dos que vou vendo.&lt;br /&gt;Doi-me sobretudo ver que depois de tantos anos de vida quem mais sofre é quem cá continua.&lt;br /&gt;Os jovens, do alto da sua recem adquirida «personalidade» vêem que talvez exista para eles a «tal» oportunidade.&lt;br /&gt;Mas a quem tem mais para trás do que em frente... sinto-as gritar em pânico porque o tempo para elas não é mais que um arrastar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E dos meus olhos caem lágrimas de terror porque receio ver neles o que sobejará de mim.&lt;br /&gt;Não quero o peso de nada mas não vou a lado nenhum.&lt;br /&gt;Tambem eu, do alto da minha soberba experiência de jovem, sabia que o Universo guardava para mim grandes feitos e... nada fiz.&lt;br /&gt;Mantenho-me recta e sei que o Universo assim o quer mas...&lt;br /&gt;Sofro o silêncio dos que gritam dentro de si a dor do peso de não serem nada.&lt;br /&gt;A sociedade ensina-nos que só quem é falado, apresentado ao mundo, vale e será lembrado.&lt;br /&gt;Receio não estar nesse «lote».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca nada farei para que seja lembrada pelo Mundo mas sei que nem isso é tudo.&lt;br /&gt;Só tenho medo, pavor aterrorizado, de que quando houver mais para trás do que existir em frente, ver-me vazia.&lt;br /&gt;Apenas isso me atemoriza e faz cair dos meus olhos lágrimas secas.&lt;br /&gt;Não o digo e faço de conta que está tudo bem.&lt;br /&gt;Lido com as coisas quando acontecem e prefiro deixar-me indo mas, ao mesmo tempo, é olhando os outros que fazem igual a mim que sei estar errada.&lt;br /&gt;ou não...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É dificil estar aqui e o meu medo aumenta há medida que mais vou vendo.&lt;br /&gt;É ao ver os outros, aqueles que por tanto já passaram, que receio mais.&lt;br /&gt;Tenho medo de me tornar como elas, de esvaziar o meu olhar de alma e de apenas me entregar à vida.&lt;br /&gt;Não quero.&lt;br /&gt;Não quero ser desprovida de esperança.&lt;br /&gt;Não quero esvaziar a minha alma mas, olhando para os olhos de quem se conformou, espelho nos meus as lágrimas de terror que eles não choram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez que o sinto encolho-me em mim tentanto fazer de conta que os alfinetes da vida não se cravam na minha alma.&lt;br /&gt;(tenho medo que a esvaziem...)&lt;br /&gt;Quando o que quero é trazer aos outros a ideia de que o Universo nos presenteia a alma com lufadas de ar fresco que a fazem insuflar até ela sair de nós, receio mostrar o meu medo mas... eu sou apenas como vocês e... temos todos os mesmos medos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria garantir que vai ficar tudo bem mas... preciso continuar a convencer-me disso.&lt;br /&gt;Agora vou deixando cair as minhas lágrimas de terror quando me confronto com a realidade daqueles cujo tempo corrompeu e peço ao Universo que lhes dê mais uma oportunidade com a certeza de que a peço para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19-fevereiro-2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-6820337319592050525?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/6820337319592050525/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=6820337319592050525&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6820337319592050525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6820337319592050525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2009/03/mais-uma-oportunidade.html' title='mais uma oportunidade...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-1356970292393127815</id><published>2009-02-03T06:56:00.001-08:00</published><updated>2009-02-03T08:05:25.963-08:00</updated><title type='text'>em linha, em fila... 1, 2... 1, 2...</title><content type='html'>as coisas começam a acontecer...&lt;br /&gt;rápidas e desalinhadas mas surgem.&lt;br /&gt;a economia que nos subjugou durante séculos inicia o seu fim.&lt;br /&gt;nem em decadência se pode falar... essa aconteceu muito antes sequer de a imaginarmos...&lt;br /&gt;esta era uma solução com fim à vista mas, que nem um qualquer humano, acreditamos e deixamo-nos acreditar que sempre haveria soluções...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais temos as pessoas a verem-se num Mundo no qual não se sentem bem...&lt;br /&gt;Uns porque de facto vêem o que se passa e outros apenas pelo receio de deixarem de estar «tão bem na vida».&lt;br /&gt;Há quem tenha já a consciência de que a nossa sociedade tem que mudar e outros abanam a cabeça em tom de consentimento como se concordassem com o seu Rei... apenas porque do alto da sua ignorância limitam-se a acenar fingindo que desse assunto sabem muito...&lt;br /&gt;É muito fácil estar-se «ligado»... lêem-se umas coisas de Krishnamurti, outras de Buda e... voilá! sou um ser iluminado.&lt;br /&gt;Pobres de nós que estamos rodeados destes «iluminados»...&lt;br /&gt;a luz... vem de nós.&lt;br /&gt;Não vem de ninguem nem a ninguem pode ser retirada ou colocada.&lt;br /&gt;A descoberta do Universo está dentro de ti.&lt;br /&gt;E é aí que temos que ir buscar as respostas para a situação actual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora pensemos...&lt;br /&gt;O sistema económico está no seu limite.&lt;br /&gt;A Terra está revoltada...&lt;br /&gt;As doenças cada vez mais diseminadas e incontroladas...&lt;br /&gt;e tudo isto... por culpa do quê? do nosso facilitismo... é o que penso.&lt;br /&gt;Quisemos ser todos ricos, quisemos ser todos saudaveis...&lt;br /&gt;Quisemos créditos, quisemos curas sem saber os meios...&lt;br /&gt;E hoje... que temos??&lt;br /&gt;Misérias...&lt;br /&gt;Porque quisemos ter tudo sem nada fazer... sem nada dar em troca...&lt;br /&gt;Sem esforço...&lt;br /&gt;Podiamos ser sustentaveis... podiamos ser poupados em pequenas coisas e daí ter ganhos... mas acreditamos que não. Que não seria necessário.&lt;br /&gt;Deixamo-nos acreditar que as coisas eram simples... e que por isso as soluções eram todas elas inconsequentes.&lt;br /&gt;Tal como nós, humanos sem humanidade sem respeito nem vontade própria.&lt;br /&gt;Meros carneiros diários, rotinados, em linha, em fila... 1, 2... 1, 2...&lt;br /&gt;Marcamos os passos dos outros, controlamos tudo e todos, achamos, opinamos e temos certezas de tudo.&lt;br /&gt;Menos de nós... que de nós para nós não conseguiremos saber nada...&lt;br /&gt;Ignorantes.&lt;br /&gt;Destruidores.&lt;br /&gt;Perdemos a alma por crédito e deixamos levar os nossos corações em troca de BMWs.&lt;br /&gt;Deprimente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querem soluções não é??&lt;br /&gt;Mas enquanto percebiam que o sistema funcionava apenas por vezes e para as vezes de alguem...&lt;br /&gt;Só se queixou quem queria continuar a ser Humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem 8 nem 80...&lt;br /&gt;Nem fast-food nem veganismo...&lt;br /&gt;Vamos meter nas nossas cabeças de uma vez por todas que sermos como somos, capazes de raciocinio, polegares oponiveis... serve para algo mais do que comportarmo-nos como selvagens (nem animais digo pois eles comportam-se de forma sustentavel).&lt;br /&gt;Somos a pior praga que já pisou a Terra mas apenas porque dela perdemos a ligação.&lt;br /&gt;Somos omniveros... e deveremos continuar a ser.&lt;br /&gt;Mas podemos se-lo de forma sustentavel...&lt;br /&gt;Milhares de kilos diários de comida são deitados ao lixo... leite pelas estradas e tudo porque...&lt;br /&gt;Somos péssimos gestores e ainda piores Humanos.&lt;br /&gt;Podemos ser Humanos e ainda assim manter um estilo de vida «confortavel».&lt;br /&gt;Podemos poupar e poupar-nos... deixar de viver na miséria da rotina e, de vez em quando, voar fora de nós e fazer as coisas como elas deviam ser feitas.&lt;br /&gt;Devemos apoiar a nossa agricultura, mesmo que fraca, comprando produções nacionais (mesmo que as maças não tenham aquele ar de Branca de Neve... até porque como sabemos essa estava envenenada), devemos poupar água, electricidade e até... talheres! pensem em como podem não esbanjar.&lt;br /&gt;E, mais do que isso, lembrem-se que «se só eu fizer não vai dar em nada porque sou eu a fazer e os outros a desfazerem...» é pensamento de quem não tem o mínimo de compreensão do que é ser Humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejam Humanos por favor.&lt;br /&gt;E não o façam por mim nem por ninguem.&lt;br /&gt;Sejam egoístas e façam-no... Por vocês!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3-fevereiro-2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-1356970292393127815?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/1356970292393127815/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=1356970292393127815&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/1356970292393127815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/1356970292393127815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2009/02/em-linha-em-fila-1-2-1-2.html' title='em linha, em fila... 1, 2... 1, 2...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-3894274757590636259</id><published>2009-01-06T04:55:00.001-08:00</published><updated>2009-01-06T05:08:12.038-08:00</updated><title type='text'>entretanto...</title><content type='html'>Andei a ler muitas coisas que são igualmente estranhas como eu.&lt;br /&gt;Estórias de pessoas que pensam como eu.&lt;br /&gt;É sempre bom saber que não estamos sozinhos nos nossos pensamentos mesmo apesar de... só nós estarmos dentro de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pediram-me que mudasse.&lt;br /&gt;Que deixasse de dar tanta importância, que deixasse de escrever com a «raiva» com que escrevo.&lt;br /&gt;(foi mesmo assim que o chamaram...)&lt;br /&gt;Talvez por isso durante muito tempo nada disse. Andei sozinha a pensar...&lt;br /&gt;É, certamente possivel e verdadeiro, que as minhas escritas tivessem mais interesse se conseguisse inventar lindas estorias ou apenas meras estórias mas, como o disse « Pois um dia: serão coisas.&lt;br /&gt;Assumido. Desde o dia em que o escrevi.»&lt;br /&gt;E de facto, essas coisas, não deveriam ser... outras coisas...&lt;br /&gt;Deveriam ser as minhas coisas, o meu legado a quem o quer ver a quem o poderá vir a ver...&lt;br /&gt;Um Livro que contasse o que é ser eu, o que eu penso...&lt;br /&gt;Egoismo ou egocentrismo?&lt;br /&gt;Talvez sim... mas ainda mais que isso, vejo-o como um legado.&lt;br /&gt;Para quem quiser...&lt;br /&gt;Talvez mais tarde num outro Livro ou site eu me desmembre e possa criar um novo 5ecret5ystem onde se escrevam coisas bonitas ou feias mas inexistentes, inventadas.&lt;br /&gt;Neste, aqui e agora, lamento...&lt;br /&gt;Só me consigo debruçar sobre mim.&lt;br /&gt;É um vazamento de alma...&lt;br /&gt;Um escoamento de coisas que nem sempre são bonitas ou saudaveis...&lt;br /&gt;Um bocadinho ao estilo miseravel das descargas poluentes... poluem cá fora mas... limpam dentro!...&lt;br /&gt;(as minhas mais sinceras desculpas a todos os que estavam à espera de coisinhas mais agradaveis)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ver... tambem nem sempre as coisas são assim tão feias...&lt;br /&gt;Às vezes escrevo de amor... de paixão sempre! Escrevo sobre a alma, sobre a paz, sobre o céu e o mar sobre o que somos, o que sou, o que quero ser...&lt;br /&gt;Sobre os meus amigos, sobre os meus desamores mas sempre (e isso é certo, garantido) sempre com a minha vontade.&lt;br /&gt;Quero que, a quem tenha a ousadia de o ler, possa espelhar-se no que digo ou ver outros que como eu pensam.&lt;br /&gt;Quero limpar a alma e esvazia-la para a poder encher outra vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que é mais agradavel ler-me quando lentamente corro entre as linhas e não quando me debato contra mim mesma e contra os outros.&lt;br /&gt;Tenho aprendido e espero poder ensina-lo, que o que é mais importante na vida, és tu para ti.&lt;br /&gt;Não sou boa amiga, nem sequer boa companheira.&lt;br /&gt;Sei.&lt;br /&gt;Não sou bem nem sou mal.&lt;br /&gt;Sou.&lt;br /&gt;Talvez um dia eu consiga criar estórias... talvez sim.&lt;br /&gt;Mas a minha imaginação é muito fraquinha. As unicas coisas que consigo fazer são análises.&lt;br /&gt;Contar... não é comigo.&lt;br /&gt;E é por isso que por cada coisa que escrevo dentro de mim sai algo para fora (nem sempre com este paralelismo pois escrevo muito e regurgito muito menos!) que nem sequer é pensado.&lt;br /&gt;As coisas vêem e vão...&lt;br /&gt;Como as ondas que atropelam a areia...&lt;br /&gt;Nós enquanto estamos, somos sempre...&lt;br /&gt;E as coisas vão e vêem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei em inventar a estória de uma rapariga que tem medo de si.&lt;br /&gt;Depois apercebi-me que ela já existia (em mim).&lt;br /&gt;Pensei em contar uma estória de uma menina que achava ser possivel um Mundo melhor.&lt;br /&gt;Depois lembrei-me que já fui assim...&lt;br /&gt;Tentei até, comecei dentro de mim a esboçar grande alarido, escrever o conto sobre alguem que era eternamente feliz.&lt;br /&gt;Só depois me apercebi do desinteresse que isso teria!&lt;br /&gt;É que, a bom ver, é o mau que faz com que o bom seja apreciado.&lt;br /&gt;Se todos os dias fossemos felizes... e depois lembrei-me... que sou.&lt;br /&gt;Sou feliz, completa e a minha incesante busca passa apenas por encontrar-me dentro de vocês.&lt;br /&gt;E é essa a mais árdua tarefa porque não me sinto convosco.&lt;br /&gt;Sinto-me em mim.&lt;br /&gt;Entretanto...&lt;br /&gt;Seremos todos assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6-janeiro-2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-3894274757590636259?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/3894274757590636259/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=3894274757590636259&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3894274757590636259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3894274757590636259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2009/01/entretanto.html' title='entretanto...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-2374184079275390799</id><published>2008-11-14T07:14:00.000-08:00</published><updated>2008-11-14T07:36:29.312-08:00</updated><title type='text'>estou sozinha. Mas em Paz...</title><content type='html'>Não te tenhas em tão grande conta se só te consegues erguer quando em cima das costas de outros.&lt;br /&gt;Não penses que és forte porque me consegues atirar ao chão.&lt;br /&gt;Não acredites que és mais que eu apenas porque assim te vês...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não penses...&lt;br /&gt;Porque espelhamos nos outros o que somos e tu em mim espelhas o teu lado mais negro e maléfico.&lt;br /&gt;Vês-me como o teu maior inimigo e apenas porque a tua alma, consumida pela sistemática vontade de ser alguem, quando olha para mim sente-se pequeno e imutavel.&lt;br /&gt;Tu querias... querias ver o Mundo como eu e estar de bem com ele.&lt;br /&gt;Querias ser forte sem ter que ser ao rebaixares os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mata-me que nem assim me conseguirás ultrapassar.&lt;br /&gt;Estou em mim, dentro de um casulo de cristal, e sei quem sou.&lt;br /&gt;Não preciso que ninguem esteja debaixo de mim para poder ser grande.&lt;br /&gt;De pequena estatura mas de grande envergadura, cérebro em paz, o Universo aos meus pés.&lt;br /&gt;Querias... querias sentir-te parte de um todo e por isso te juntas aos pares.&lt;br /&gt;És ridiculo.&lt;br /&gt;És o Homem que se acha demais quando apenas está... a mais.&lt;br /&gt;A vida leva-nos a ser sanguessugas daqueles que percebem que a passagem por este plano é fugaz e por isso tentam apenas ser felizes.&lt;br /&gt;E tu... pobre de ti... crês que és o Professor da vida quando aquilo que sabes sobre ela é apenas o que achas que é verdadeiro.&lt;br /&gt;Verdadeiro Mestre é aquele que sabe que apenas em Paz pode prosperar.&lt;br /&gt;Aquele que sabe que a agressão, a maldade apenas levam ao teu próprio fim.&lt;br /&gt;E é por isso que me puxas, me empurras na direcção do fundo apenas para que te sintas mais acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredita...&lt;br /&gt;Mata-me e nem assim serás mais que eu.&lt;br /&gt;A tua pequenez não está no tamanho mas nas acções que quem as tem, pensando que é Verdadeiro, apenas as faz para se sentir.&lt;br /&gt;Pobre... Pobre de ti que não te sentes e apenas através da dor dos outros consegues somar-te.&lt;br /&gt;Mas, nem assim... nem assim consegues existir.&lt;br /&gt;E é assim por isso que tentas pular pelos outros, menospreza-los com a ideia de que serás mais visto, despreza-los com a ideia de que daí obterás grandes lucros e serás visto como algo especial.&lt;br /&gt;Tens, terias algo em especial em ti se fosses capaz de lutar contra esse lado desumano que tens.&lt;br /&gt;Poderias ser especial se apenas lutasses as tuas batalhas.&lt;br /&gt;As que estão dentro de ti.&lt;br /&gt;Mas... coitadinho de ti...&lt;br /&gt;Achas que atirando aos outros essa tua inexistência, essa tua incapacidade de lidares com quem és, sobreviverás.&lt;br /&gt;Eu sou Luz e guio-me pelo coração.&lt;br /&gt;Já tu...&lt;br /&gt;És o erro que o Universo me mostra para que eu consiga sempre, sempre fugir dele.&lt;br /&gt;É dor ser diferente mas é alegria incessante ver que não me perdi que mesmo depois de todas as provações eu continuo do lado dos vivos, dos que querem passar por esta vida criando Amor.&lt;br /&gt;É rejubilo festivo saber que me doi.&lt;br /&gt;Que sinto.&lt;br /&gt;Que vejo, que respiro o mesmo ar que tu mas que o meu é expelido em paz e o teu...&lt;br /&gt;Pobre... pobre da tua alma que asfixia dentro de ti, pobre do teu coração que está despedaçado dentro do teu peito e que, pobre, pobre... queria tanto ser feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serias... serias tanto quanto eu se apenas fosses capaz de perceber algo que não aquilo que queres ver.&lt;br /&gt;Serias... serias alma e luz se te abrisses aos céus e pedisses para que dentro de ti fossem retirados todos esses ódios...&lt;br /&gt;Mata-me e nem mesmo assim conseguirás ir alem.&lt;br /&gt;Tira-me as palavras, falarei com o coração.&lt;br /&gt;Tira-me a minha imagem, viverei para sempre dentro daqueles que, como eu, vivem para que dentro de nós brilhe a chama que não se apaga, a chama da Vida.&lt;br /&gt;Desapareço de ti mas, mesmo assim, continuas a sentir-me...&lt;br /&gt;Para-me, arranca-me os membros, não poderei andar.&lt;br /&gt;Cala-me, arranca-me o cérebro, não poderei pensar.&lt;br /&gt;Mata-me, tira-me deste plano, não existirei... cá fora.&lt;br /&gt;Porque no Universo a minha alma é eterna e a minha Luz sempre te cegará.&lt;br /&gt;Parte-me em mil pedaços e eles entrarão por ti adentro e irão ferir-te como a verdade.&lt;br /&gt;Eu sou.&lt;br /&gt;Existo dentro e fora de mim.&lt;br /&gt;Continuarei sempre a existir e tu...&lt;br /&gt;Pobre, pobre de ti... um dia, ao compreenderes que não és mais que um ponto de nada.&lt;br /&gt;Ao olhares para dentro de ti e veres o vazio, onde te perdes, todos os dias, a toda a hora e onde só te consegues encontrar ao puxar ao abismo outros que como eu, apenas querem ser felizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14-novembro-2008&lt;br /&gt;a todos os que, como eu, não se deixam afectar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-2374184079275390799?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/2374184079275390799/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=2374184079275390799&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/2374184079275390799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/2374184079275390799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/11/estou-sozinha-mas-em-paz.html' title='estou sozinha. Mas em Paz...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-6995531036742260388</id><published>2008-11-12T03:55:00.000-08:00</published><updated>2008-11-12T04:26:45.053-08:00</updated><title type='text'>o Tempo em que as coisas ditas são exactamente as sentidas</title><content type='html'>as coisas são simples, nós é que as complicamos.&lt;br /&gt;o dia começa com o Sol a subir no horizonte (se bem que nem sempre o vemos) e acaba com ele a por-se...&lt;br /&gt;pelo menos aqui...&lt;br /&gt;porque lá longe começa e acaba de maneira totalmente diferente.&lt;br /&gt;tudo depende da maneira como olhas para as coisas...&lt;br /&gt;eu costumo ver tudo distorcido.&lt;br /&gt;deve ser da vista cansada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero esconder-me do Mundo e ter a certeza que ninguem me vê nem eu vejo ninguem.&lt;br /&gt;É engraçado... temos tantas certezas que nunca são.&lt;br /&gt;Somo quem queremos ser achando que o somos e afinal apenas existimos sendo o que os outros nos vêem.&lt;br /&gt;É injusto... por mais que saibamos que não é assim que estamos, o que os outros vêem de nós é sempre aquilo que acabamos por ser.&lt;br /&gt;Há quem se pinte bonito, inteligente, outros que se pintam como fortes e impenetráveis e nós que estamos de fora acreditamos.&lt;br /&gt;Outros mascaram-se de fracos, oprimidos, e nós assim os vemos.&lt;br /&gt;Mas, dentro de cada um deles não há nada.&lt;br /&gt;Como dentro de mim.&lt;br /&gt;Sou cheia de vida, movo-me a velocidades estonteantes e encho os meus pulmões de ar enquanto vou fugindo de tudo porque eu sei que ninguem me vê como sou.&lt;br /&gt;Até eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim o Sol se ergue por entre as nuvens preguiçosas que se estendem e o Sol se esconde como eu, do Mundo e dos outros que o vêem achando que sabem quem ele é.&lt;br /&gt;Enquanto ele desce e dá lugar à Lua eles devem conversar.&lt;br /&gt;Até eles têm com quem conversar.&lt;br /&gt;Apenas partilhar palavras sem que elas tenham ou ditem qualquer sentido.&lt;br /&gt;Sem que essas palavras sejam medidas.&lt;br /&gt;Nem sentidas...&lt;br /&gt;São só palavras. As coisas medem-se pela reacção que geram e estas palavras apenas geram som.&lt;br /&gt;Um som silencioso com que elas vão sendo gritadas.&lt;br /&gt;Tal como eu que grito dentro de mim, baixinho, para que ninguem me ouça nem pese o que digo.&lt;br /&gt;O que sinto é inatingivel por palavras e só eu, dentro de mim, quando o Sol se põe e a Lua dentro de mim aparece, consigo perceber o que exactamente elas dizem.&lt;br /&gt;Palavras largadas, pesadas, leves que voam que caem que se deitam e se erguem entre várias outras e que amordaçam a minha boca sabendo que não devem ser largadas ao Mundo.&lt;br /&gt;Estão sozinhas, sabes, as palavras.&lt;br /&gt;Estão calmamente sentadas à beira de um precipicio e baloçam as pernas sentido debaixo delas o abismo que é ser.&lt;br /&gt;Olham para baixo e vêem outras que cairam que deixamos cair e que se esqueceram...&lt;br /&gt;Outras ainda pairam à altura dos nossos olhos e, quase acreditamos que ainda as podemos agarrar...&lt;br /&gt;Estico-me... um bocadinho mais... um bocadinho mais...&lt;br /&gt;E elas caem.&lt;br /&gt;Estico-me... falta só um bocadinho....&lt;br /&gt;E eu caio com elas.&lt;br /&gt;Porque as que vi sentadas calmamente à beira da queda eram já elas o próprio salto que devemos dar de umas para as outras sempre com o cuidado de quem passa um rio cheio de animais raivosos, em ânsias de te agarrarem e te levarem com eles abaixo da linha da água onde o silêncio é Rei.&lt;br /&gt;E onde quero ir.&lt;br /&gt;Porque dentro do silêncio as palavras são soltas e o Sol volta a erguer-se devagar com a calma de quem tem o resto do tempo.&lt;br /&gt;Tempo que não existe para ele, apenas para nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o Tempo em que as coisas ditas são exactamente as sentidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12-Novembro-2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-6995531036742260388?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/6995531036742260388/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=6995531036742260388&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6995531036742260388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6995531036742260388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/11/o-tempo-em-que-as-coisas-ditas-so.html' title='o Tempo em que as coisas ditas são exactamente as sentidas'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-6353880087579782117</id><published>2008-11-03T05:09:00.000-08:00</published><updated>2008-11-03T05:10:33.355-08:00</updated><title type='text'>Antoine de St-Exupéry</title><content type='html'>“Terei de suportar duas ou três lagartas, se quiser saber como são as borboletas.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-6353880087579782117?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/6353880087579782117/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=6353880087579782117&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6353880087579782117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6353880087579782117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/11/antoine-de-st-exupry.html' title='Antoine de St-Exupéry'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-9077248776937138625</id><published>2008-11-01T18:13:00.000-07:00</published><updated>2008-11-01T18:20:26.444-07:00</updated><title type='text'>Antoine de St-Exupéry</title><content type='html'>“… o Principezinho, apesar da boa vontade do seu amor, logo começou a desconfiar dela. Tomou a sério palavras sem importância e sentiu-se muito infeliz.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-9077248776937138625?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/9077248776937138625/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=9077248776937138625&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/9077248776937138625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/9077248776937138625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/11/para-mim-tu-no-passas-de-um-rapazito.html' title='Antoine de St-Exupéry'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-1293871869253889177</id><published>2008-11-01T18:00:00.001-07:00</published><updated>2008-11-01T18:23:56.478-07:00</updated><title type='text'>a mosca</title><content type='html'>«não me posso permitir colocar novamente na mesma situação. não gosto de me sentir enjeitada e se continuar a insitir sei que será o óbvio.&lt;br /&gt;se te disesse tudo o que penso ficarias com a ideia de que eu não sei o que penso o que não deixa de ter a sua verdade.&lt;br /&gt;se parte de mim quer ir e estar contigo a outra diz-me que tenho que me proteger.&lt;br /&gt;tal como fazes quando te proteges de mim e foges.&lt;br /&gt;a diferença é que eu não fujo... apenas sou enxotada.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-novembro-2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-1293871869253889177?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/1293871869253889177/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=1293871869253889177&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/1293871869253889177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/1293871869253889177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/11/mosca.html' title='a mosca'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-6982149221238380248</id><published>2008-11-01T17:52:00.000-07:00</published><updated>2010-02-26T07:53:20.162-08:00</updated><title type='text'>avisto... desarmada</title><content type='html'>O meu erro é querer demais...&lt;br /&gt;É achar que chega quando não existe e que está óptimo quando desaba...&lt;br /&gt;Às vezes vemos as coisas da maneira que elas são e outras, de frente...&lt;br /&gt;É sempre uma diferente perspectiva, o ver de frente.&lt;br /&gt;É a mesma, mesma coisa, mas por estar de frente parece apenas ter uma dimensão e muitas vezes, toldados por aquilo que achamos ser multidimensional, não as vemos como elas são. Simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tudo fosse como queremos...&lt;br /&gt;O dia azul e brilhante, mesmo que frio, ainda assim delicioso...&lt;br /&gt;O mar limpido cristal onde o céu se espelha e onde as estrelas piscam como uma porta para essa outra dimensão.&lt;br /&gt;Onde tudo é exactamente como queremos...&lt;br /&gt;Onde as coisas são simples e onde amar é querer.&lt;br /&gt;Onde as ondas são altas em mar e calmas na costa...&lt;br /&gt;Onde o vento sopra com tal força que se erguem no ar as imagens que fazemos dentro das nossas cabeças, onde essas lindas e leves imagens não se esmagam contra o chão e onde tudo é sempre exactamente como queremos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esgota-me pensar que do ribombar dos trovões saem raios como de dentro de mim...&lt;br /&gt;Vejo as coisas de frente e afinal são as mesmas, despudoradas da minha infantilidade e dos traços de arco-íris que finjo pousar sobre tudo...&lt;br /&gt;A noite, a Lua, as estrelas, o vento que sopra e evapora as pequenas particulas de fingimento que voam e se erguem nos ares a kilometros de distância de nós...&lt;br /&gt;As coisas voam, sabes?&lt;br /&gt;Tudo voa...&lt;br /&gt;Dentro de nós voa o passado, e o futuro, pesa o presente ao mesmo tempo que flutua...&lt;br /&gt;As coisas mais importantes são as do agora porque são as que temos mas as coisas que ansiamos são as que passámos, e que pesam hoje como uma lembrança do amanhã que não chega porque já foi, porque... voou...&lt;br /&gt;Deixamo-las voar, sabes??&lt;br /&gt;Deixamo-las ir porque não sabiamos como as pesar e porque esperavamos ansiosamente que as coisas, multidimensionais como as vemos, fossem iguais...&lt;br /&gt;As coisas nunca são iguais...&lt;br /&gt;As coisas são seres mutáveis dentro de nós. Cada um ve-as como quando olho para o limpido mar cristal... de uma outra dimensão. Que é a sua... que é que está dentro de nós e que nos faz ser o ‘eu’...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar que voltamos. Sempre. Atrás...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Extasia-me acreditar que as coisas são e têem a importância que lhes damos.&lt;br /&gt;Aniquila-me pensar que faço dos meus pensamentos coisas e que elas tomam o seu corpo com as várias visões que dela vejo.&lt;br /&gt;O meu cérebro não vê.&lt;br /&gt;Os meus olhos não conseguem compreender...&lt;br /&gt;E apenas porque é... assim.&lt;br /&gt;         -as coisas não são as que vemos mas aquelas que os nossos olhos espelham no céu de cada um dos nossos mares.&lt;br /&gt;E esses?&lt;br /&gt;Os mares??&lt;br /&gt;Quem são?...&lt;br /&gt;         -as histórias do nosso passado, os sonhos dos nossos presentes e o momento que cada um de nós vive dentro de si.&lt;br /&gt;Dou respostas às minhas próprias perguntas e sei que não passam de imagens reflectidas do meu ‘eu’.&lt;br /&gt;Queria às vezes deixar de poder ser quem sou e depois voltar a mim.&lt;br /&gt;Queria sentir o vento que ergue acima do céu as imagens e evapora as pequenas particulas de fingimento.&lt;br /&gt;E ser leve outra vez.&lt;br /&gt;Sem sentir.&lt;br /&gt;Sem erguer o duro fardo que é saber que não sou eu quem vejo mas uma parte de mim.&lt;br /&gt;Que são depois processadas quimicamente pelo meu corpo e chegam até ao duro mar cristal onde tomam as suas várias... perspectivas.&lt;br /&gt;Onde são vistas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-novembro-2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-6982149221238380248?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/6982149221238380248/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=6982149221238380248&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6982149221238380248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6982149221238380248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/11/avisto-desarmada.html' title='avisto... desarmada'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-5215622973666732434</id><published>2008-10-31T09:16:00.000-07:00</published><updated>2008-11-01T18:22:21.608-07:00</updated><title type='text'>Antoine de St-Exupéry</title><content type='html'>'Os homens deixaram de ter tempo para conhecer seja o que for. Compram coisas feitas nas lojas. E como não há lojas de amigos, os homens já não têm amigos...'&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-5215622973666732434?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/5215622973666732434/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=5215622973666732434&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5215622973666732434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5215622973666732434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/antoine-de-st-exupry.html' title='Antoine de St-Exupéry'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-3394473564713602100</id><published>2008-10-31T06:49:00.000-07:00</published><updated>2008-10-31T07:08:06.209-07:00</updated><title type='text'>hoje não sou idiota</title><content type='html'>nem sei bem o que hei-de escrever...&lt;br /&gt;hoje estou naqueles humores irritantes e irritadiços...&lt;br /&gt;não me venham falar se não querem azedar... é só um conselho...&lt;br /&gt;estou sempre a tentar fazer com que as coisas tenham sentido e dou sempre mais atenção aos outros que a mim e, claro, depois acabo mal humorada...&lt;br /&gt;a ver se eu fosse uma egoista se gostavam mais de mim...&lt;br /&gt;não... deve ser de ser 'loura'... que não sou.&lt;br /&gt;há coisas que nao se dizem nem são precisas dizer... tenho, como tenho vindo a dizer, dentro de mim uma sensibilidade para-anormais que me faz resentir não ser agressiva.&lt;br /&gt;ora que eu devia era pegar e rabiscar a vossa tromba com as raivas que me dão.&lt;br /&gt;tromba... tromba não que é uma ofensa aos elefantes que são melhores que qualquer um dos seres mesquinhos que atiram pedradas fingindo que não percebem o que fazem.&lt;br /&gt;gosto pouco de gente armada em burra, embrutecendo os outros através da sua própria imagem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;estou a falar no geral.&lt;br /&gt;mas estou a falar de todos nós que o fazemos, às vezes sem querer mas sempre com um laivo de malvadez que nos é caracteristico.&lt;br /&gt;deve ser por ser 'loura'... que não sou.&lt;br /&gt;mas é, sem dúvida, isso que me falta.&lt;br /&gt;falar como os outros daquilo que quero sem estar a preocupar-me se estou ou não a espicaçar a outra maldade... por pura idiotice ou estupidez!&lt;br /&gt;entretanto rodeio-me de quem gosto e vejo que tambem esses gostam é de si...&lt;br /&gt;clarooo! mas porque havia eu de merecer atenção diferente???&lt;br /&gt;tenho identidade própria e, pelo andar da carruagem, vou virar lobisomem na próxima Lua Cheia... mas ainda bem!&lt;br /&gt;era o que me faltava mesmo.&lt;br /&gt;isto aqui de se ser docinho e mimoco... já deu o que tinha a dar!&lt;br /&gt;agora é rebentar com isto e... opah! fazer como será suposto...&lt;br /&gt;Prometer e não cumprir ou, como me dizias outro dia, prometer e marimbar se se cumpre!&lt;br /&gt;Palavra de honra... que há quem não a tem e que penalize os outros que se querem enquadrar nos rectos e honrados.&lt;br /&gt;era o que faltava!...&lt;br /&gt;Palavra de honra que há por aí muita gente que nem sequer consegue ver o próprio umbigo e perceber que espelhamos nos outros a raiva que sentimos de nós...&lt;br /&gt;ora eu, que sinto mesmo mesmo é pena (que é uma vergonha!!) acabo por olhar para os outros com o meu lado compreensivo e digo «'tadito...» o que acaba por justificar toda a ruindade que em mim depositam mesmo que quando apenas em palavras soltas ou injustificadas que eu percebo perfeitamente...&lt;br /&gt;Gosto pouco de me fazer de loura...&lt;br /&gt;mas ao que parece é-vos mais fácil ver-me assim.&lt;br /&gt;alem de que é, isso sem qualquer dúvida, menos agressivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;bem bem... caminhamos a passos largos para lado nenhum e quando for a altura de dar a curva vamos perceber que andei a gastar a minha atenção com coisa nenhuma.&lt;br /&gt;e com isto apenas quero dizer que se me têem visto em paz, não me queiram beligerante...&lt;br /&gt;como hoje.&lt;br /&gt;deve ser de ser 'loura'. que não sou!&lt;br /&gt;é que se querem perguntas e respostas na hora, inocente ironia e requinte de malvadez em sorrisos doces... aproveitem que hoje não é o dia!&lt;br /&gt;hoje arranco cabeças e mutilo os idiotas que ousarem achar que eu sou inerte.&lt;br /&gt;hoje não sou idiota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31-Outubro-2008&lt;br /&gt;vou mesmo virar Bruxa...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-3394473564713602100?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/3394473564713602100/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=3394473564713602100&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3394473564713602100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3394473564713602100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/hoje-no-sou-idiota.html' title='hoje não sou idiota'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-247862769120395347</id><published>2008-10-27T09:26:00.001-07:00</published><updated>2008-10-27T09:26:47.487-07:00</updated><title type='text'>pela revolta de não ter fúria em mim que é mais forte quem a tem...</title><content type='html'>Apercebemo-nos que nem tudo é doce...&lt;br /&gt;A raiva contida, a maldade rasgada nas palavras, a vontade de magoar apenas para ser superior...&lt;br /&gt;A necessidade de controlar, de ser mais forte...&lt;br /&gt;Dominar pela força para se ter a certeza de que não se é enganado...&lt;br /&gt;E como se está errado...&lt;br /&gt;O erro de acreditar que a força domina quando o que está dentro de nós nem sequer forma tem.&lt;br /&gt;O erro de acreditar que pela força se consegue acabar com a vontade própria...&lt;br /&gt;Acredita que seria mais simples matares o físico do que o espírito que flutua dentro de mim e que se revolta em cada palavra ou acto de agressão...&lt;br /&gt;Pensei mesmo que serias diferente mas encontro-te às vezes tão próximo daquilo de onde fugi...&lt;br /&gt;Não julgo ninguem pelo que não me fizeram e esperava essa justiça dos outros.&lt;br /&gt;É-me imensamente pesado assumir que tenho medo de ti...&lt;br /&gt;E tenho a certeza que não é esse o teu objectivo mas a verdade, a vida, o caminho que deixei para trás, deixaram-me condicionada e, de cada vez que mostras ser mais forte do que eu eu apenas vejo um medo enorme de... deixar de poder ser eu, passar a ser algo inerte que apenas está porque existe...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa-me ser eu, não me tentes enclausurar nem me mostres que és forte porque eu apenas deixarei de existir, controlada pelo medo...&lt;br /&gt;Pergunto-me o que está para acontecer... se o que se viveu será ultrapassavel, se compreendes o que te digo, se eu conseguirei continuar a aceitar...&lt;br /&gt;Pergunto-me o porquê de me fazeres sentir insuficiente e apesar de saber que são apenas as tuas próprias inseguranças é em mim que elas caem e doem...&lt;br /&gt;É a mim que é perguntado «porquê?»&lt;br /&gt;E é a mim que eu respondo que não sei, que é apenas uma fase, que irás compreender que sou apenas uma miuda que não cresceu, que se deixou desde sempre controlar apesar da fúria com que olha o Mundo.&lt;br /&gt;Ela está cá... mas todas as raivas contidas, a maldade rasgada nas palavras e a pura vontade de magoar para ser superior acabaram por me esmagar e, tal como a um cãozinho ao qual ensinamos a dar patinha, continuo a dar patinha sempre com medo de ficar de castigo e apenas porque tenho a certeza de que muitas vezes a fúria com que deveria controlar o meu Mundo está tão adormecida quanto habituada a ser vergada.&lt;br /&gt;É um sentimento estranho que irrompe dentro de mim quando essa necessidade de controlar, ser mais forte, é exercida em mim.&lt;br /&gt;Encolho-me em mim, aceito tudo e deixo que de mim façam as coisas mais desumanas como perder a minha identidade.&lt;br /&gt;Faço-o, tal como um cãozinho, para agradar, para ser amada e com isso agrido-me a mim própria com a força de uma vara e a dureza de um ferro em chamas.&lt;br /&gt;E digo a mim própria «porquê?»&lt;br /&gt;E é a mim que é respondido, pela revolta de não ter fúria em mim que é mais forte quem a tem...&lt;br /&gt;Que eu poderia estar do outro lado, se eu fosse o pilar que em mim deveria ser...&lt;br /&gt;Mas eu continuo a deixar-me dominar pela força que os outros medem em físico e amordaço o espírito que em mim deveria rasgar tudo e todos.&lt;br /&gt;O espirito que tem a força de ser eu, de continuar a querer estar mesmo quando não se é nada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-outubro-2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-247862769120395347?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/247862769120395347/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=247862769120395347&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/247862769120395347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/247862769120395347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/pela-revolta-de-no-ter-fria-em-mim-que.html' title='pela revolta de não ter fúria em mim que é mais forte quem a tem...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-5656043022297660652</id><published>2008-10-27T09:25:00.000-07:00</published><updated>2008-10-28T10:16:08.395-07:00</updated><title type='text'>fora de mim e daqui...</title><content type='html'>Justifico-me injustificadamente.&lt;br /&gt;Escrevo sempre da mesma maneira e faço tudo sempre da mesma maneira.&lt;br /&gt;Canso-me a mim própria sem conseguir romper com a minha inércia.&lt;br /&gt;Falo. Muito. Demais.&lt;br /&gt;Penso. Muito. Demais.&lt;br /&gt;Mas não faço nada.&lt;br /&gt;Passo momentos em que nem nada quero.&lt;br /&gt;Não quero nada.&lt;br /&gt;Quero ser outra coisa.&lt;br /&gt;Não sei se me entendo. Sei que não estou no sítio certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 – Agosto – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-5656043022297660652?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/5656043022297660652/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=5656043022297660652&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5656043022297660652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5656043022297660652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/fora-de-mim-e-daqui.html' title='fora de mim e daqui...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-8078882867693507201</id><published>2008-10-27T09:24:00.000-07:00</published><updated>2008-10-27T09:36:05.473-07:00</updated><title type='text'>Petição contra Aberração - Petition against Animal Abuse</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;é a primeira, e talvez a única vez em que postarei sobre algo que não o meu Mundo mas esta situação faz parte do nosso Mundo...&lt;br /&gt;é uma aberração tomar consciência do que um ser dito 'humano' faz em nome da dita 'arte'.&lt;br /&gt;no passado ano 2007 quando tomei conhecimento desta «obra de arte» fiquei chocada e chorei tendo finalmente consciência de que somos cada vez menos aqueles que se preocupam, aqueles que vêem que não será com agressividade que iremos conseguir combater a violência...&lt;br /&gt;e esta é uma situação de violência extrema e ainda para mais contra um ser que, nada pode fazer em sua defesa...&lt;br /&gt;Por favor, toma consciência de que estas situações existem e de que apenas existe uma pessoa capaz de mostrar a sua raiva contra elas: TU!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mais informações sobre esta crueldade:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vZ3VpbGxlcm1vaGFiYWN1Y3Zhcmdhcy5ibG9nc3BvdC5jb20v"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;http://guillermohabacucvargas.blogspot.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-8078882867693507201?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/8078882867693507201/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=8078882867693507201&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/8078882867693507201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/8078882867693507201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/petio-contra-aberrao-petition-against.html' title='Petição contra Aberração - Petition against Animal Abuse'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-3635475734312368721</id><published>2008-10-27T09:23:00.001-07:00</published><updated>2008-10-27T09:23:45.123-07:00</updated><title type='text'>há um fumo que se adensa e que esconde o que houve</title><content type='html'>Onde antes havia medos houve esperanças.&lt;br /&gt;Onde antes havia esperanças houve paixão.&lt;br /&gt;E agora? O que há?&lt;br /&gt;Há amizade? Há um fumo que se adensa e que esconde o que houve.&lt;br /&gt;Acreditou-se existir muito e... o que existe afinal?&lt;br /&gt;Tenho medo novamente e as esperanças vão se cobrindo de um manto de silêncios onde escondo o que não sei o que dizer.&lt;br /&gt;Não me questiono sobre o que sinto mas sinto que o que foi sentido está, devagar, a ser coberto de nada.&lt;br /&gt;E é disso que tenho medo.&lt;br /&gt;Acreditei, tentei e, sem receios, afundei-me novamente nas minhas sensações de que tudo seria o céu.&lt;br /&gt;E tu... tão perfeito, tão cheio de cor estás, lenta e profundamente, a afundar-me naquilo que pensei que sentias.&lt;br /&gt;Se o escondes, se o manuseias de forma a deixar de existir ou se apenas descobriste que foi um devaneio... não o sei.&lt;br /&gt;Nada é dito, o silêncio das palavras que escondes mas que dentro de mim se gritam mostram-me que está na altura de descobrir o verdadeiro caminho.&lt;br /&gt;Abandonar mais uma vez as minhas esperanças e caminhar o longo e sinuoso caminho que percorro, sozinha.&lt;br /&gt;Achei, acreditei e fiz-me crente de que estavas em mim e, apesar da tristeza que sinto, começo a ver que, mais uma vez, me enganei a mim própria...&lt;br /&gt;Ou que apenas estou enganada...&lt;br /&gt;Gostava tanto... que as coisas fossem da cor que as vi, que tu conseguisses ultrapassar esse teu nem-sei-o-quê e que apenas estivesse errada...&lt;br /&gt;Fui eu? Que foi que eu fiz... já fui perfeita. Se já fui o que querias...&lt;br /&gt;Ontem vi e chorei o momento. O momento em que de bestial fui besta e em que questionaste a decisão que tomaste.&lt;br /&gt;Sei que, pelas cores que vi de ti, achas que deves ser recto, manter decisões, assumir compromissos mas se o amor que sentias já era não há nada de recto em continuarmos assim.&lt;br /&gt;Amizade será sempre, amor e paixão que eu vi não sei onde está, se foi, se volta, se era...&lt;br /&gt;És frio ou então apenas sou eu que tenho um medo-terror que estejas a ir nesse caminho.&lt;br /&gt;Sou apenas aquela que achou que o teu arco-iris e os kilometros de olhos me levavam longe... para longe das mentiras, do que já foi...&lt;br /&gt;E agora, o medo de te ter visto ao longe e com o meu cérebro binoculo achar-te perto, não sei se me queres afastar, se te achas demasiado perto ou se apenas esse teu receio nos afastou ou se... sou apenas eu, com a minha falta de auto-estima, o meu amor-próprio fingido que te afastei dentro de mim e por isso vejo-te longe.&lt;br /&gt;Queria ter a coragem que afirmo ter e conseguir regurgitar estas palavras e pensamentos em ti mas a verdade é que não sou. Sou fraca, pequena... sinto-me a vazar por dentro sem força nem vontade de falar.&lt;br /&gt;Tenho medo das tuas respostas que não quero ouvir. E por isso nada digo apesar de (como eu quero estar errada) achar que nada há a dizer...&lt;br /&gt;Não vou continuar a dissecar o que não sei.&lt;br /&gt;É-me doloroso pensar que estamos a arrastar.&lt;br /&gt;É coisa que não quero. Sei o que é, senti o que doi e apesar de tudo repito-o apenas porque no fundo não te quero afastar.&lt;br /&gt;Tenho medo novamente e as esperanças vão se cobrindo de um manto de silêncios onde escondo o que não sei o que dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou apenas aquela que achou que o teu arco-iris e os kilometros de olhos me levavam longe... para longe das mentiras, do que já foi...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24 – Junho – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-3635475734312368721?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/3635475734312368721/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=3635475734312368721&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3635475734312368721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3635475734312368721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/h-um-fumo-que-se-adensa-e-que-esconde-o.html' title='há um fumo que se adensa e que esconde o que houve'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-5833303044382528312</id><published>2008-10-27T09:22:00.003-07:00</published><updated>2008-10-27T09:22:53.527-07:00</updated><title type='text'>o turbilhão de emoções onde vivo</title><content type='html'>Apetecia-me escrever qualquer coisa.&lt;br /&gt;Deitar cá para fora o sem número de sensações que tenho.&lt;br /&gt;Ando a controlar-me, eu sei.&lt;br /&gt;Ando a controlar o que sinto porque não quero voltar atrás, ao tempo em que eu não sabia que era fraca e... sensivel.&lt;br /&gt;Mas sou. Lamento se isso faz de mim uma coisa menos fiável ou estável mas... sou. Tens razão. Sou um turbilhão de emoções.&lt;br /&gt;Quero ser paz e luz.&lt;br /&gt;Quero ser humilde, e ligada, conectada. Mas nem sempre consigo...&lt;br /&gt;Às vezes perco-me, e doi. Ainda mais quando o vês.&lt;br /&gt;Foi isso que me magoou. O veres as minhas fraquezas quando eu de ti sempre as quis esconder.&lt;br /&gt;Se as esconder bem nunca me haverás de conhecer e por isso estarei protegida. De mim... tenho medo de me mostrar, de me dar, de te dar o que sei que deveria controlar. Tenho medo que não percebas que se to der ficarei destapada deste manto de força com que me tapo e que, mesmo sem querer, ultrapasses a barreira da sensibilidade e me faças perder de vista a luz que parece aparecer lá ao fundo.&lt;br /&gt;Ouço a tua voz no silêncio e as palavras que dizes enquanto me encostas ao teu peito fazem-me voar...&lt;br /&gt;A mim... que pensei ter perdido as asas...&lt;br /&gt;Lá do alto vejo o Mundo, azul, calmo... e quase acredito que ‘está tudo bem’.&lt;br /&gt;Às vezes, quando tu sais pela porta, eu fico a pensar... penso se faço bem, se faço mal, se sei o que estou a fazer, se devo continuar a faze-lo, se... penso demais.&lt;br /&gt;Queria ter coragem para dizer a verdade.&lt;br /&gt;Não penses que a verdade é diferente da realidade onde temos vivido. Não é. É mais... mais... especifica.&lt;br /&gt;É isso. Especifica.&lt;br /&gt;Deste-me uma nova oportunidade de voar e eu, apesar de me querer controlar, às vezes perco-me no céu azul das tuas lágrimas que não quero ver.&lt;br /&gt;Tenho medo de te agarrar demais, tenho medo, ainda mais, que aches que não te quero agarrar.&lt;br /&gt;Tenho medo de me perder nos kilometros dos teus olhos e de depois não saber voltar atrás... Mas mais do que isso... mais do que tudo isto... tenho medo de te deixar agarrares-me, acreditar que terás força e depois perceber que a minha falta de estabilidade, o turbilhão de emoções onde vivo seja demais para ti.&lt;br /&gt;Não sei o que se passa.&lt;br /&gt;Gostar é um constante medo de errar. E eu gosto de mim, não me quero errar mas... tambem gosto de ti, sabes.&lt;br /&gt;Perco-me nas palavras que dizes quando me chamas ‘anda cá’ e ainda mais no brilho que vejo nos teus olhos quando olhas para mim de perto, tão perto que quem fala não são as nossas bocas mas os nossos lábios e corpos, um contra o outro.&lt;br /&gt;E voamos... eu pelo menos... voo para tão alto que até perco de vista as minhas periclitâncias mundanas e...&lt;br /&gt;Fizeste-me acreditar. A sério.&lt;br /&gt;Dizes que mal te vi quis voar contigo. Não digo que não. Quis. O porquê não to consigo dizer mas... acredito... acredito que há demasiadas coincidências, via-as e achava tão... anormal. Foi uma anormal coincidência e eu, acredita!!, pela primeira vez não controlei. E, queres saber? Ainda bem.&lt;br /&gt;Não me arrependo porque se eu te pudesse explicar, fazer sentir o quanto me fizeste evoluir dentro de mim ias perceber que o teu maior achievement foi teres-me feito reacreditar que afinal eu sou especial.&lt;br /&gt;Percebes agora?&lt;br /&gt;Percebes o meu medo?&lt;br /&gt;Quando olho nos teus olhos ouço-os a dizerem-me ‘anda cá’ e eu queria era ouvir as palavras que guardas...&lt;br /&gt;Porquê? Porque as guardas? Talvez tambem tu tenhas medo. Deves ter. Eu tenho. E eu vejo, nos teus olhos, que os teus medos são iguais aos meus.&lt;br /&gt;Tenho medo que aches que quando olho para ti não vejo nada em especial.&lt;br /&gt;Vejo. Vejo... vejo que és especial sim. Ouço-o nas tuas palavras, vejo-o nos teus kilometros de olhos... tapo os olhos e... vejo-o com o coração. Escondo-o e vejo-o com o meu ajna...&lt;br /&gt;Tenho muito medo de me perder no som que sai de ti e que embala a minha alma e acho que sentes igual.&lt;br /&gt;Foi isso que me fez não ter medo, não recuar, não hesitar e deixar fluir o campo de energia que fluia entre mim e ti.&lt;br /&gt;Sentiste? Eu senti... e não resisti, não controlei e deixei-me ir.&lt;br /&gt;E agora voo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 – Maio – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-5833303044382528312?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/5833303044382528312/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=5833303044382528312&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5833303044382528312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5833303044382528312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/o-turbilho-de-emoes-onde-vivo.html' title='o turbilhão de emoções onde vivo'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-792854876334350428</id><published>2008-10-27T09:22:00.001-07:00</published><updated>2008-10-27T09:24:45.381-07:00</updated><title type='text'>esteve escrito em post-it tanto tempo...</title><content type='html'>Gostei de dançar contigo.&lt;br /&gt;Podes não ter percebido, não to disse...&lt;br /&gt;Mas recordo.&lt;br /&gt;Mesmo que nunca houvesse amanhã teria sido um momento único em mim.&lt;br /&gt;Gostei e isso já foi mais que muito.&lt;br /&gt;Mesmo que não houvesse outro amanhã, mesmo que o ontem tivesse sido o tudo tinha sido muito.&lt;br /&gt;Muito mais do que pensei, muito mais do que ousei querer.&lt;br /&gt;E é por isso que to digo.&lt;br /&gt;Quero que saibas e quero não me esquecer que foi por este momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sd&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-792854876334350428?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/792854876334350428/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=792854876334350428&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/792854876334350428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/792854876334350428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/gostei-de-danar-contigo.html' title='esteve escrito em post-it tanto tempo...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-5960729401084906052</id><published>2008-10-27T09:21:00.000-07:00</published><updated>2008-10-27T09:22:05.474-07:00</updated><title type='text'>no meu relógio onde os segundos são milésimos e as horas anos...</title><content type='html'>Há dias em que me sinto ainda mais sozinha mesmo quando tudo corre bem...&lt;br /&gt;Sinto-me abandonada sem sorte e sinto-me fraca sem vontade...&lt;br /&gt;Há dias em que penso que afinal não faz sentido correr... mais valia andar devagar e sem pressas... já que a lado nenhum é onde chego...&lt;br /&gt;Há dias em que tudo parece estar longe dos meus sonhos e, mesmo apesar de tudo correr bem, sou eu que me afasto...&lt;br /&gt;Há dias em que queria estar sozinha, ser invisivel...Não ter que respirar, viver... apenas poder existir sem qualquer ligação a este plano...&lt;br /&gt;Quem olha vê um corpo mas eu, que olho para dentro de mim, não vejo nada.&lt;br /&gt;Não tenho para onde ir.&lt;br /&gt;Não tenho o que dizer.&lt;br /&gt;Não tenho o que fazer...&lt;br /&gt;Dentro de mim...&lt;br /&gt;Cá fora a vida passa tão depressa... as pessoas passam a correr, o telefone não pára de tocar, os e-mails caem e o som que do meu computador sai ensurdece a minha sensibilidade que, tal como uma criança assustada, se enconsta ao canto da sala, mãos sobre a cabeça, corpo em posição fetal e (tal como eu) susurra «vai correr tudo bem. Está tudo bem...»&lt;br /&gt;Tenho tanto e às vezes dou-lhe tão pouco valor... Que sonhar e querer ir mais longe é de Homem! Mas eu... eu sou só uma miuda... uma miuda que não cresceu... que continua a achar que amanhã será um lindo dia...&lt;br /&gt;Às vezes o peso da minha pouca altura cai-me em cima e eu vejo que, coitadinha... não aguenta mais!... mas digo-te «tem que ser... mais um esforço... aguenta... e assim vais ver... crescrerás... é como comer a sopa toda...»&lt;br /&gt;Digo isto num tom murmurado como quem se conveçe a si próprio porque é isso que quero fazer.&lt;br /&gt;Mais um carro que passa veloz, um cão que ladra (tão rápido!) o meu relógio onde os segundos são milésimos e as horas anos...&lt;br /&gt;A minha vontade de que o céu seja o limite e o meu eterno medo de nunca o atingir...&lt;br /&gt;Tenho tanto e adoro tudo o que tenho.&lt;br /&gt;Mas a mim... a mim eu não tenho e é isso que me faz ter esta imensa sensação de estar sozinha.&lt;br /&gt;Pior não é quando não temos ninguem mas quando não nos temos a nós...&lt;br /&gt;Para quem vive a acelerar quando tudo o que quer é que o Mundo passe devagar... para se poder saborear as coisas e para que as possa ver ao pormenor...&lt;br /&gt;Passa tudo tão rápido... é tudo tão pouco durador quando está a ser o nosso desejo e depois... a rapidez com que aparecem as coisas que fazem voltar a mim a pequenina miuda agachada, a medo...&lt;br /&gt;Não cresci... não evolui, não senti, não escondi, não me revoltei...&lt;br /&gt;Continuo a ser a mesma miuda que tem medo do escuro do barulho e que chora de cada vez que um trovão bate no Universo... continuo a ser aquela miuda que corria para se esconder de nada que vinha atrás e que tremia por cada vez que achava que ia ficar sozinha...&lt;br /&gt;Apesar de tudo correr bem...&lt;br /&gt;Mas é dentro de mim, dentro de mim que as coisas estão presas... é dentro de mim que está o medo, é dentro de mim que está a incapacidade de crescer, é dentro de mim que falta o ar, é dentro de mim que não chove quando devia e chove quando tudo está bem...&lt;br /&gt;Como a azáfama do dia a dia, como a rapidez com que tudo se modifica e fica na mesma (aquela rapidez molecular que nós nem vemos) como a menina que tenho dentro deste corpo que cresceu e ficou na mesma...&lt;br /&gt;Sinto-me sozinha, sem mim... e apesar de me ver, presa por vontade própria, não me consigo libertar porque o som me ensurdece e a minha necessidade de fugir levam-me para cada vez mais longe de mim, da menina que devia salvar...&lt;br /&gt;Pode ser que um destes dias eu compreenda que é de mim que devo deixar de fugir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 – Maio – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-5960729401084906052?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/5960729401084906052/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=5960729401084906052&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5960729401084906052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5960729401084906052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/no-meu-relgio-onde-os-segundos-so.html' title='no meu relógio onde os segundos são milésimos e as horas anos...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-4152923291145968132</id><published>2008-10-27T09:18:00.002-07:00</published><updated>2008-10-27T09:19:19.196-07:00</updated><title type='text'>queres ver o meu verdadeiro «Eu»?</title><content type='html'>A minha inspiração não é coerente com a minha disponibilidade...&lt;br /&gt;Ontem estava de rastos... cansada...&lt;br /&gt;Dei-te uma coisa que nem imaginas... e tu humildemente aceitaste e fizeste-me feliz.&lt;br /&gt;Dei-te algo que não pensei dar a ninguem... a oportunidade de me veres. E quase, quase me mostrei!&lt;br /&gt;Há coisas que sei que gostava de falar...&lt;br /&gt;Porque não o faço?&lt;br /&gt;Não quero a tua piedade nem a tua simpatia.&lt;br /&gt;Só quero ser agradavel e não preciso que as minhas fraquezas (mais que muitas) nos interrompam...&lt;br /&gt;Achas que conseguirias aceitar as minhas fraquezas?&lt;br /&gt;Ou aquilo que procuras é aquilo que vendo de mim?&lt;br /&gt;Sabes... eu acho que me vês, como eu sou e ainda assim me dás a oportunidade de fazer o meu teatro até que, quando as cortinas se fecharem, me digas «eu sei quem tu és».&lt;br /&gt;E sabes que mais?&lt;br /&gt;Vou admitir... vou.&lt;br /&gt;Acho que é isso que eu quero...&lt;br /&gt;Que me digas que sabes quem sou, com todas as minhas periclitâncias...&lt;br /&gt;Que saibas que no fundo eu não sou a força que pareço mas que me debato e esforço por me manter na corrida.&lt;br /&gt;E cada vez mais acho que o importante, o realmente importante, não é aquilo que estamos a ser mas aquilo que queremos e ansiamos ser. Aquilo para o que nos direccionamos... mas por outro lado... somos aquilo que somos.&lt;br /&gt;Eu sou debil. Sou assustada, medrosa do amanhã... mas encaro-o todos os dias com uma força redobrada de quem pode não ter amanhã e por isso o agora é o mais importante.&lt;br /&gt;Não sei (nem me interessa!) se queres ou não saber o que sinto e por isso acabo por transforma-lo em nada para que possas apenas ver o nada mas eu sei (eu sei, tenho uma quase certeza irracional) que vês que debaixo deste manto de desinteresse há algo mais.&lt;br /&gt;Há. E às vezes... grito-o tão alto dentro de mim que até tenho medo que me ouçam!&lt;br /&gt;Tenho medo... de ser descoberta, de que saibam (saibas) que afinal esta força é toda criada e alimentada dentro de mim e que não existe.&lt;br /&gt;Mas a força que dou à minha força, a vontade que retribuo à minha vontade é inabalavel como a força da Natureza porque é dela que ela vêm.&lt;br /&gt;E, se quiseres, posso partilhar contigo o meu verdadeiro «Eu»... se estiveres preparado... sei que o vês, porque no fundo tambem não o consigo esconder de ti porque... porque... porquê não sei explicar... há coisas, e essas sim as mais importantes dentro de mim, que não consigo explicar... tal como não consigo arranjar razão para a enorme alegria que sinto quando fecho os olhos e sinto que estou aqui...&lt;br /&gt;Não posso dizer-te o que sinto... mas posso dizer que se achei que eram apenas bonitas coincidências, hoje aprecio cada momento delas certa de que é isso que devo fazer.&lt;br /&gt;E sabes que mais? Que se lixem as regras, os comportamentos, os medos e as supostas convenções!&lt;br /&gt;Eu sempre quis deixar uma tábua rasa contigo e sempre o fiz. Dei-te uma oportunidade única mesmo quando me foi dito que deveria condensar a minha compreensão... ahhhh! Que se lixe!&lt;br /&gt;Tu por acaso testaste-me?&lt;br /&gt;Tu por acaso estás a ver onde vou?&lt;br /&gt;Então deixa-me abreviar caminho e dizer-te que vou para... não sei!!...e sinto-me maravilhosamente bem assim!&lt;br /&gt;Adoro ir contigo onde não sei onde vou.&lt;br /&gt;E, se quiseres, vamos continuar a ir e até, quem sabe, se estiveres preparado vais ver debaixo desta capa o meu verdadeiro «Eu».&lt;br /&gt;Um dia... quiçá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30 – Abril – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-4152923291145968132?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/4152923291145968132/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=4152923291145968132&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4152923291145968132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4152923291145968132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/queres-ver-o-meu-verdadeiro-eu.html' title='queres ver o meu verdadeiro «Eu»?'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-3668321930722432720</id><published>2008-10-27T09:18:00.001-07:00</published><updated>2008-10-27T09:18:17.374-07:00</updated><title type='text'>e tudo continuará a ser tão simples...</title><content type='html'>Levo uma vida simples.&lt;br /&gt;E gosto.&lt;br /&gt;Gosto da simplicidade das coisas, gosto de me sentir presa à liberdade, de estar sozinha, acompanhada, mas principalmente gosto de sentir que estou ligada, desperta e atenta.&lt;br /&gt;Gosto de acreditar que o Ceu e a Terra estão unidos, gosto de aceitar as ofertas que me são trazidas pelo Universo e acima de tudo gosto de conseguir assumir que tudo faz parte.&lt;br /&gt;Adoro sentir o vento na cara, ouvir os passarinhos a cantar (principalmente os papagaios anões...) de os ver a voar por cima de mim, sentir o Sol, a Chuva, ouvir o som da Luz...&lt;br /&gt;Gosto de aceitar que sou um Ser único e que este momento é, tambem ele, único e irrepetivel.&lt;br /&gt;Levo uma vida simples, vivo e acordo, morro todos os dias um bocadinho e ainda assim sinto-me única.&lt;br /&gt;Vejo as cores do Arco-Iris e saudo-o como se ele fosse meu amigo, mais compreensivel e companheiro que qualquer outro Ser semelhante a mim.&lt;br /&gt;Sinto-me livre e gosto.&lt;br /&gt;Sinto que me prendo ao que quero mas mais do que isso liberto o que amo porque a clausura querida é melhor que a oferecida.&lt;br /&gt;Voo para longe de mim, volto e vejo-me de fora. E isso é tão bom.&lt;br /&gt;Às vezes, raras mas preciosas, consigo até sentir o Amor que a Mãe Terra tem por mim e que o Pai Universo envia.&lt;br /&gt;Às vezes, valiosas e pontuais, chego até a sentir-me especial.&lt;br /&gt;E gosto. Muito...&lt;br /&gt;É claro que a minha visão, a minha audição e sentido são sempre influenciados por o que me é externo mas é tão delicioso ser influenciado!&lt;br /&gt;Quando as coisas são simples, curiosas, doces...&lt;br /&gt;É assim que quero viver.&lt;br /&gt;Simplesmente e sem pressas.&lt;br /&gt;Sem dores, sem ódios nem raivas, sem medos...&lt;br /&gt;Principalmente sem medos. Vivo no medo de ter medo e acabo a viver no medo porque se dele sair tudo poderá passar a amedrontar-me.&lt;br /&gt;Tentei e acredito poder libertar-me, aceitar, andar, correr, voar!&lt;br /&gt;Não vou continuar a prender-me nem a controlar-me, vou apenas tentar ser eu porque dessa forma vivo de forma simples e leve.&lt;br /&gt;A leveza das coisas... que me puxam à Terra e me obrigam a cá ficar. E é tão bom...&lt;br /&gt;Sou aquilo que sinto ser, e mesmo apesar dos meus receios e das minhas falhas posso garantir que as minhas intenções são as melhores.&lt;br /&gt;Protego-me e sou brusca mas tambem isso faz parte de mim.&lt;br /&gt;Fujo para não me agarrar, para não ter que te agarrar porque acho que se me quiseres agarrar conseguirás.&lt;br /&gt;E ao mesmo tempo não vou longe. Deixo a cauda de fora, para poder ser vista e até, quem sabe, libertada das minhas clausuras.&lt;br /&gt;Quero ir além sem nunca sair de mim e quero levar-me longe sempre no mesmo sítio.&lt;br /&gt;Quero e continuarei, a levar a minha vida simples, sozinha com quem me quiser acompanhar, sem que percamos a nossa identidade pessoal pois é por ela que somos amados.&lt;br /&gt;Adoro estar viva, sinto que esta é a única oportunidade que terei de experienciar o doce e o amargo e sei que tudo faz parte.&lt;br /&gt;Quero agarrar este momento e senti-lo toda a vida mesmo sabendo que muitos outros momentos faltam mas o importante, o que quero mesmo, é conseguir, seja em que momento for, ver que este momento já existe.&lt;br /&gt;É maravilhoso acordar com o som da minha felicidade, dormir ao som da minha paz e ver o Mundo como se o estivesse a olhar do pico mais alto onde já fui.&lt;br /&gt;Visito dentro de mim lugares únicos e a eles voltarei sempre que quiser. Estão em mim.&lt;br /&gt;Convido todos a aproveitarem este momento único e a visitarem-se, olhando para quem vos ama da mesma maneira com que olho para o Vento, o Sol, a Chuva, a minha vida, os passarinhos, sentido neles um Amor Incondicional de quem ama sem qualquer intenção de ser retribuido, apenas porque são nossos semelhantes, apenas porque neste momento partilhamos todos os mesmos momentos.&lt;br /&gt;E a vida será tão simples e doce, maravilhosa, desapegada mas com raízes ao nosso ‘eu’ como uma árvore centenária.&lt;br /&gt;E as nossas vidas continuarão a ser apeteciveis e a nossa companhia deliciosa, como os raios de Sol que me aquecem a pele enquanto ouço o chilrear animado desses seres que como nós voam. E tudo continuará a ser tão simples...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23 – Abril – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-3668321930722432720?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/3668321930722432720/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=3668321930722432720&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3668321930722432720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3668321930722432720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/e-tudo-continuar-ser-to-simples.html' title='e tudo continuará a ser tão simples...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-1114408779999423898</id><published>2008-10-27T09:16:00.002-07:00</published><updated>2008-10-27T09:17:54.076-07:00</updated><title type='text'>é assim que se joga?</title><content type='html'>Só me apetece voltar para o meu Planeta...&lt;br /&gt;Que coisas estranhas se passam aqui...&lt;br /&gt;As pessoas são complicadas e outras simples de mais...&lt;br /&gt;Estou farta dos terráqueos...&lt;br /&gt;Ora se preocupam demais ora de menos.&lt;br /&gt;Não conseguem ver as coisas simples como elas são e às complicadas acham simples.&lt;br /&gt;Por favor... Haja paciência... que eu não tenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho que aceitar nem achar ‘normal’!!&lt;br /&gt;Não tenho que compreender nem tentar perceber.&lt;br /&gt;Se não gosto, se não é da minha maneira de estar... raios! Mania de compreender...&lt;br /&gt;Farta.&lt;br /&gt;Farta, fartinha, fartucha!...&lt;br /&gt;De ser compreensiva mas a mim ninguem compreende!&lt;br /&gt;Porquê?&lt;br /&gt;Eu sei... estão demasiado ocupados com os seus próprios umbigos.&lt;br /&gt;«a mim só me interessa o que eu sinto»&lt;br /&gt;Pois sim... mas a mim tem que me interessar tudo?&lt;br /&gt;Aiiii... nem pensar que isto continua assim.&lt;br /&gt;É para ser egoista, é??&lt;br /&gt;Tudo bem... apesar de não ter aprendido a sê-lo vou sempre a tempo.&lt;br /&gt;É para ser injusta, rude, indelicada?&lt;br /&gt;Sim sr! Vamos a isso!...&lt;br /&gt;Tambem sei sê-lo... apesar de achar que esse tipo de comportamento é de uma falta de conexão...&lt;br /&gt;A verdade é que «amor com amor se paga» e por mais que eu queira que as coisas assim não sejam e que o verdadeiro mote do meu ser ser «dá aquilo que queres receber» apenas merece esse comportamento quem assim se comporta tambem.&lt;br /&gt;Seria mais facil pura e simplesmente deixar de me dar com quem é diferente de mim mas, bolas! Raio de Mundo lixado que uma pessoa tem sempre que se dar com outras tantas que nada têem a ver connosco mas que se montam na nossa vida e parasitam as nossas forças...&lt;br /&gt;Queres sentir-te bem, é?&lt;br /&gt;Queres?? ‘tá bem... espera lá que já vais ver... vou te fazer sentir nas nuvens só para te poder atirar cá abaixo quando as asas te arrancar...&lt;br /&gt;É assim que se joga?&lt;br /&gt;É um jogo?&lt;br /&gt;Comigo não. É vida.&lt;br /&gt;E com a vida não se brinca nem se perde tempo. Só tenho esta oportunidade e por isso, se tiver opção vou eliminar-vos a todos da minha vida.&lt;br /&gt;Deixa chegar a minha oportunidade...&lt;br /&gt;Agarro-as todas. Não largo nenhuma... mas, tambem sei aproveitar, sugar e deixar seco...&lt;br /&gt;Não uso esse tipo de protecções nem armações mas, estou a ver que assim não vou aguentar muito mais.&lt;br /&gt;Tens a mania de ser honesta...&lt;br /&gt;Tens, tens... se ficasses calada, quieta e te limitasses ao teu mundinho era melhor.&lt;br /&gt;Fica mas é calada e quieta que resolves mais. Pára lá de te armares em borboleta voadora e fica no lugar de percevejo limitado que é o que és.&lt;br /&gt;Mania das grandezas... «um dia vou ser grande!» mas continuas a mesma garota que acha que um dia o Mundo será um sítio melhor...&lt;br /&gt;Vê mas é se controlas os teus sonhos ou então deixa-os em casa.&lt;br /&gt;Começa a crescer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 – Abril – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-1114408779999423898?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/1114408779999423898/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=1114408779999423898&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/1114408779999423898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/1114408779999423898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/assim-que-se-joga.html' title='é assim que se joga?'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-5734320132396623672</id><published>2008-10-27T09:16:00.001-07:00</published><updated>2008-10-27T09:16:27.758-07:00</updated><title type='text'>o que quero saber do Mundo...</title><content type='html'>Desculpa se me estou a enganar, dissimular.&lt;br /&gt;Não sei o que ando a fazer mas sei que não tenho qualquer intenção de te magoar, nem de me magoar a mim.&lt;br /&gt;Olho para ti e gosto do que vejo, não minto quando o digo.&lt;br /&gt;Acho que o pânico é mais forte do que qualquer outra coisa e por isso não me consigo ver-te.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Umas vezes ataco-me e outras fingo que não existo.&lt;br /&gt;Não sei o que hei-de fazer nem como hei-de me resolver, não consigo raciocinar e as coisas baloiçam e batem umas contra as outras a uma velocidade vertiginosa.&lt;br /&gt;Como a queda...&lt;br /&gt;Destabilizada, maravilhada, confundida, uma dualidade de não saber o que quero o que faço onde vou...&lt;br /&gt;Queria ser balizada, direccionada, queria que por um momento me fosse dito o que devo fazer.&lt;br /&gt;Queria que me mostrasses o que aconteceu, porque aconteceu e o que devo fazer para que as coisas sejam simples e descomplicadas.&lt;br /&gt;Estou farta de decidir sozinha, de me fazer de forte e independente quando só corro para não ficar parada.&lt;br /&gt;Não sei o que faço aqui nem me consigo disolver com o resto.&lt;br /&gt;Não sou nem posso ser solução. Sou uma mistura heterógenea onde eu própria não me consigo distinguir.&lt;br /&gt;Perco-me em tentativas de compreender os outros mas não me compreendo a mim própria.&lt;br /&gt;Eu só queria que tudo fosse simples e que eu tivesse um texto para decorar.&lt;br /&gt;Queria saber o que te dizer, queria saber o que queria fazer, queria conseguir decidir sem estar a tentar compreender até que ponto tenho razão.&lt;br /&gt;Compliquei quando queria que fosse simples porque vi-te complicar e copiei-te.&lt;br /&gt;E agora tenho medo que a tua complicação seja mais ou menos complicada do que a minha, diferente, e que a complicação que criaste da que criei não seja nada daquilo do que pensei ou que seja ainda pior ou que não haja explicação para ela nem solução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando estou contigo não consigo pensar. Vejo e gosto mas, tenho um certo receio de me estar a enganar, de te enganar a ti, de achar que me estou a enganar ou de tu estares a enganar-me e acabarmos enganados.&lt;br /&gt;Não quis que as coisas chegassem aqui.&lt;br /&gt;Porque tiveste que complicar?&lt;br /&gt;Porque me fizeste pensar sobre o assunto?&lt;br /&gt;Porque não ficámos quietos, longe um do outro cruzando-nos apenas quando tivesse que ser e gostando da companhia um do outro?&lt;br /&gt;Porque quisemos complicar?&lt;br /&gt;Porque é que te faço pensar no assunto?&lt;br /&gt;Quando não há nada a pensar ou a fazer...&lt;br /&gt;Nada. Não sei o que se passa e as directrizes que espero que me dês não aparecem.&lt;br /&gt;Será que estás tambem à espera dessas mesmas directrizes?&lt;br /&gt;Será que nos andamos a enganar um ao outro, será que nos confundimos propositadamente sem dar conta?&lt;br /&gt;Acho que te deveria explicar que estou destabilizada e que não foi com isto que sonhei para mim.&lt;br /&gt;Sonhei... mas não sonho. Há tanto tempo e... porque será que resisto?&lt;br /&gt;Não quero... o pânico é mais forte do que tudo o resto.&lt;br /&gt;Não posso. Não posso. Não ia conseguir resistir. Preciso de fugir de me esconder e de estar longe quando o que quero (ou não sei se quero, se tenho medo, se apenas gostava de tentar ver se resistiria) é arriscar.&lt;br /&gt;Se eu soubesse o texto escrito, se conseguissemos ler o pensamento... (tudo deixaria de ser surpreendente e eu poderia saber o que se passava dentro de ti e de mim)&lt;br /&gt;Tenho pena de ser uma fraca.&lt;br /&gt;Tenho pena de não saber o que quero nem saber lutar.&lt;br /&gt;Tenho... tenho medo de me controlar, tenho medo de me descontrolar, tenho medo de não te compreender, de não me compreender de dar a entender algo que não é ou de não entender as coisas como elas são.&lt;br /&gt;Tenho medo de continuar sozinha tenho medo de me misturar e de perder a minha autenticidade, tenho...&lt;br /&gt;Não tenho.&lt;br /&gt;Não tenho nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há momentos em que me perco nos meus sonhos, que não existem, e até consigo imaginar coisas diferentes daquelas às que me habituei mas, honestamente, o pânico é muito maior e as imagens bruscas e dolorosamente reais voltam aos meus sonhos acordados e eu penso que não tenho direito nem é esse o meu caminho.&lt;br /&gt;Não quero mais isto para mim.&lt;br /&gt;Não sei o que quero para mim.&lt;br /&gt;Quero ser direccionada, contextualizada, sentir-me una com o resto, contigo, com algo...&lt;br /&gt;Não dou nem a ti nem a mim a hipótese de ser feliz e tenho um pânico horrendo por te estar a fazer o mesmo que me faço e de te ver a ti fazer o mesmo que fazemos a nós próprios.&lt;br /&gt;Demasiado tempo, demasiado parecidos, demasiado pisados, encolhidos, controlados.&lt;br /&gt;E eu tenho pena.&lt;br /&gt;Se as coisas fluissem se eu não me controlasse não me perguntasse e se tu fizesses o mesmo seria mais simples.&lt;br /&gt;Muito mais simples... e eu não me iria controlar, não me iria esconder ou fugir.&lt;br /&gt;Podia erguer os olhos e olhar as coisas de frente, vê-las, querer vê-las como são e mostrar-te que do meu lado tambem há coisas e que mesmo apesar de não saber quais, que queria vê-las pelos teus olhos enquanto tu te verias pelos meus...&lt;br /&gt;Conseguiriamos superar-nos e de cima ver o que somos, onde vamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, que inicialmente quis ajudar-te a ver que as coisas não são assim tão negras, acabei por me perguntar porque me questionei...&lt;br /&gt;E afinal eu, que somente queria mostrar-te as certezas que tenho, descobri que não tenho nenhumas e acabei a perguntar-te, sem falar sem dizer, o que quero saber do Mundo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 14 – Abril – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-5734320132396623672?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/5734320132396623672/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=5734320132396623672&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5734320132396623672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5734320132396623672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/o-que-quero-saber-do-mundo.html' title='o que quero saber do Mundo...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-8555289923828119741</id><published>2008-10-27T09:15:00.001-07:00</published><updated>2008-10-27T09:15:54.737-07:00</updated><title type='text'>Blah!</title><content type='html'>Hoje teve que ser em papel.&lt;br /&gt;Melhor.&lt;br /&gt;Regresso às origens...&lt;br /&gt;Quando tudo era tão simples como apenas ir dizendo.&lt;br /&gt;A palavra escrita sem sentido e o sentido apenas a sentir a palvra escrita.&lt;br /&gt;E tudo soa tão bem. Tão pleno e infinito.&lt;br /&gt;Ainda bem. Ainda bem.&lt;br /&gt;Até acho as minhas palavras bonitas, desenhadas e trabalhadas com a ponta do meu lápis a sairem cada vez mais longe da linha, sempre acima...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de volta à Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrei um pedaço do meu cérebro!&lt;br /&gt;E ele, de volta ao meu corpo, o tal que estava soterrado, inerte, estremeceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde está o meu whisky?&lt;br /&gt;Ando a aborrecer-me a mim própria com tantos pensamentos enfadonhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blah!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 – Abril – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-8555289923828119741?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/8555289923828119741/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=8555289923828119741&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/8555289923828119741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/8555289923828119741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/blah.html' title='Blah!'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-3544267240573059219</id><published>2008-10-27T09:14:00.002-07:00</published><updated>2008-10-27T09:15:30.735-07:00</updated><title type='text'>o corpo preso, o cérebro fugido, o espírito sozinho...</title><content type='html'>Andei às voltas sem nunca sair do mesmo sítio...&lt;br /&gt;Andei depressa para fazer de conta que não estava perdida e sempre com atenção redobrada a ver o caminho para ter a certeza que não me enganava quando já sabia de antemão que não era ali que devia estar e que nem sequer sabia onde estava...&lt;br /&gt;A verdade é que faço de conta a toda a hora.&lt;br /&gt;Fingo que sei o que sou, e dou-me certezas de tudo para ter a certeza que a certeza está sempre aqui.&lt;br /&gt;Faço de mim uma personagem com um script bem escrito e decorado e garanto-me que está tudo bem e que não há erro possível.&lt;br /&gt;O caminho é só um e as coisas acontecem como estava escrito que iriam acontecer.&lt;br /&gt;Não me revolto, não rebelo...&lt;br /&gt;Não tento mudar as coisas e aceito tudo como é...&lt;br /&gt;Queria somente ter a certeza de que este é o caminho mas sei tambem que isso não acontece.&lt;br /&gt;Não me revolto...&lt;br /&gt;Não questiono, não tento alterar nada, aceito tudo como é e tento eu mudar as coisas quando as coisas são modificadas por elas mesmas.&lt;br /&gt;Não me pergunto se está bem, não faço por ser diferente...&lt;br /&gt;Ando e corro sempre no mesmo sentido mas sempre às voltas e sem nunca sair do mesmo sítio...&lt;br /&gt;As coisas alteram-se e eu vejo-as sempre iguais a elas próprias não conseguindo ver se ainda são as mesmas.&lt;br /&gt;Toldo-me, vergo-me, rebaixo-me e continuo sempre a andar no mesmo sentido...&lt;br /&gt;Altero nada para que tudo se mantenha na mesma e a liberdade que tenho uso-a para não mexer na liberdade de ninguem.&lt;br /&gt;Não me dou, não me convenço nem convenço ninguem, aceito tudo e deixo tudo como está.&lt;br /&gt;Porquê? Porque será mais simples ou porque acho que não tenho jeito para alterar nada?&lt;br /&gt;Ou porque apenas acho que os grandes feitos e lutas não estão escritos no meu caminho que segue sempre o mesmo sentido?&lt;br /&gt;Acho curioso as coisas que me acontecem de forma recorrente, da exacta mesma forma, e não me pergunto se podia ter sido diferente.&lt;br /&gt;Podes achar que sou apenas um ser em paz que aceita as vicissitudes mas eu acho-me uma inerte.&lt;br /&gt;Morri e nem dei conta!&lt;br /&gt;Não faço por ser diferente nem por diferenciar as coisas...&lt;br /&gt;Estou letargicamente envolta em estagnação e nem sequer me dou ao trabalho de movimentar.&lt;br /&gt;Não que saiba não ser possivel mas apenas porque tenho a sensação de que quando mais me mexo pior o sítio onde estou.&lt;br /&gt;A minha vida, que neste momento comparo a uma poça de areias movediças... daquelas que nem sequer serão fundas para me afundar mas serão o suficiente para achar que estou perdida e que por isso mais vale estar quieta para não piorar.&lt;br /&gt;E depois, o pior, é não descobrir se conseguiria daqui sair.&lt;br /&gt;Prefiro nada fazer. O meu cérebro cansou-se de procurar respostas, de contrariar os acontecimentos.&lt;br /&gt;Libertou-se dele próprio e fugiu porque acreditou que o corpo acabava, lentamente, a sucumbir nestas areias movediças que afinal não me passam do tornozelo...&lt;br /&gt;Mas quando ele fugiu eu fiquei sozinha neste claustro que é o meu corpo e o meu espírito, sentido-se abandonado pelo cérebro e a morrer pelo físico acabou tambem ele por se deitar calma e serenamente à espera que nada aconteca e que as coisas acalmem sem que se faça nada...&lt;br /&gt;Ando às voltas dentro de mim própria e não saio daqui nem sequer vejo onde estou.&lt;br /&gt;Tomo consciência disso e mesmo assim, nada faço...&lt;br /&gt;Sempre tentei fazer de conta que me mexo, mas agora que me vejo, presa até aos tornozelos pelas areias movediças do tempo que passou em que nada fiz, gostava de poder chamar novamente o meu cérebro e o meu espírito para junto do meu corpo e poder reunir as minhas completas faculdades e lutar.&lt;br /&gt;Por qualquer coisa...&lt;br /&gt;Reduzi-me a nenhum objectivo porque ansiar é perder mas acabei por perceber que não ansiando, não sonhando, não querendo, perdemos mesmo aquilo que nunca tivemos e teremos nada do que nunca quisemos.&lt;br /&gt;É tão estranho ter a compreensão de que não vou a lado nenhum, nem mesmo dentro de mim apenas com o medo de me perder...&lt;br /&gt;Quero tanto estar comigo e compreender o que sou que acabei por escolher nada fazer porque dessa forma tinha a certeza que acabaria por me encontrar.&lt;br /&gt;Mas a verdade é que ando às voltas, dentro de mim mesma, sem nunca sair do mesmo sítio.&lt;br /&gt;Eu só queria romper com estas areias que me atam os tornozelos e acreditar que se saltar me liberto.&lt;br /&gt;Gostava de ser o que digo ser e transformar em castelos as verbalizações que invento sempre a dizer: está tudo óptimo!&lt;br /&gt;Está...&lt;br /&gt;Está tudo bem dentro de mim e fora tambem.&lt;br /&gt;Está tudo bem em todo o lado.&lt;br /&gt;Está sempre tudo bem...&lt;br /&gt;Mas a verdade é que eu continuo a sonhar apenas dentro de mim porque lá fora estou presa até aos tornozelos numa areia que nem sequer é funda para me prender.&lt;br /&gt;Prendo-me, restringo-me porque o que tenho é medo de, ao sair daqui, ao dar o salto, me perca para um qualquer sítio...&lt;br /&gt;Mesmo que seja bom. Que seja diferente... agora isto, eu já conheço.&lt;br /&gt;E é por isso que continuo separada do meu cérebro e do meu espírito e deixo o corpo preso.&lt;br /&gt;Não preciso de os ter juntos. Seria complicado conseguir reajustar-me a qualquer nova novidade e por isso deixo-me ficar onde estou.&lt;br /&gt;O corpo preso, o cérebro fugido, o espírito sozinho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 – Abril – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-3544267240573059219?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/3544267240573059219/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=3544267240573059219&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3544267240573059219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3544267240573059219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/o-corpo-preso-o-crebro-fugido-o-esprito.html' title='o corpo preso, o cérebro fugido, o espírito sozinho...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-1731606574143813307</id><published>2008-10-27T09:14:00.001-07:00</published><updated>2008-10-27T09:14:46.546-07:00</updated><title type='text'>um bom início de conversa</title><content type='html'>Algo está errado...&lt;br /&gt;Ainda há pouco tive um pensamento que me fugiu...&lt;br /&gt;E era bom. Um bom início de conversa... mas fugiu...&lt;br /&gt;Qualquer coisa que terminava em rima, ainda por cima!&lt;br /&gt;Não que seja dada a versos. Não sou. Mas gosto quando uma frase que rima me soa bem!&lt;br /&gt;Atrair as aversões e converter religiões...&lt;br /&gt;Não, não queria dizer nada... foi uma rima que me passou!...&lt;br /&gt;É engraçado brincar... nem que seja com as palavras!&lt;br /&gt;Às vezes, como agora, escrevo só para escrever, porque me apetece ou porque apenas quero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dou espaços para trocar pensamentos e continuo a ser sempre eu!&lt;br /&gt;Bolas... a frase...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bolas o sempre eu!&lt;br /&gt;Aqui a alienigena saiu do seu país de acolhimento e voltou depois para ele...&lt;br /&gt;Foi uma viagem curta que afinal se tornou mais comprida que o esperado!...&lt;br /&gt;Como faz sentido... seria assim e nunca de outra maneira.&lt;br /&gt;Seria compreensivel e plausivel nenhum outro desenrrolar! Foi como deveria ser e correu, voou, nevou.&lt;br /&gt;E sim, sim desta vez não foi apenas uma rima.&lt;br /&gt;Foi uma viagem, fantasia, devaneio que acabou numa aventura inesperada mas mesmo assim visionada...&lt;br /&gt;Sim que a mim, ninguem tira as visões de cristal... o brilho branco... da neve...&lt;br /&gt;E pronto.&lt;br /&gt;Queria escrever histórias que não as minhas, inventar, mas... porque disse eu que ia escrever algo?&lt;br /&gt;Porque tentei fazer com que fossem coisas??&lt;br /&gt;Pois... agora tens que continuar!&lt;br /&gt;Mas posso à mesma introduzir histórias... talvez o faça nas minhas próximas invenções-tentativas de escrita.&lt;br /&gt;A verdade é que consigo sempre contar o que penso que tambem é bastante inventivo!&lt;br /&gt;Tentei e assumi que seriam coisas e assumo que faço sempre por isso.&lt;br /&gt;Ligada à Terra e ao Universo, conectada e energizada.&lt;br /&gt;Mas ainda assim desligada, alterada, alienada...&lt;br /&gt;Sempre dispar, sempre ocupada com algum pensamento, sempre na tentativa de compreender, sempre a arranjar solução, sem nunca lá chegar...&lt;br /&gt;Sim, porque se não sabemos para onde vamos nunca então saberemos quando lá chegarmos!&lt;br /&gt;Aonde vamos?&lt;br /&gt;Eu vou... ficar por aqui.&lt;br /&gt;Ligada à Terra e ao Universo, conectada e energizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 – Abril – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-1731606574143813307?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/1731606574143813307/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=1731606574143813307&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/1731606574143813307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/1731606574143813307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/um-bom-incio-de-conversa.html' title='um bom início de conversa'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-8922575939558229865</id><published>2008-10-27T08:46:00.000-07:00</published><updated>2008-10-27T08:49:39.614-07:00</updated><title type='text'>vivo no medo de me perder... e acho que me perdi...</title><content type='html'>Desprovida de mim.&lt;br /&gt;Quero despir a minha pele...&lt;br /&gt;Despir a minha pele e poder ser outra coisa qualquer por uns momentos.&lt;br /&gt;Fazer todas aquelas coisas que imagino sem intentar... dizer todas as coisas que nunca diria, ir onde nunca iria...&lt;br /&gt;Fazer todas estas coisas apenas para poder experimentar não ser eu e ser outra coisa qualquer...&lt;br /&gt;Já é um bocado o que faço contigo...&lt;br /&gt;Dispo-me de mim mesma... e continuo a ser eu...&lt;br /&gt;Que não há forma nem maneira de fugirmos de nós próprios nem mesmo se tivessemos o dom de apagar o passado o que és continuarás a ser...&lt;br /&gt;Ultimamente a minha temática tem passado muito por mim.&lt;br /&gt;Por aquilo que sou ou que não sou, aquilo que quereria ser e que não fui ou que não serei...&lt;br /&gt;Ansiedade, procura... não encontro, não perco, não acho, não sei.&lt;br /&gt;Não sei o que sinto, não sei se sinto alguma coisa mas dentro de mim algo diz que seria conveniente sentir... e afinal... eu... que sempre achei que se havia coisa constante eram os meus sentimentos dou por mim perdida sem sentir...&lt;br /&gt;Quero sentir?&lt;br /&gt;Sinto essa necessidade... mas sentir por necessidade... sem necessidade de sentir seja o que for...&lt;br /&gt;Brinco com as palavras porque com as sensações não dá...&lt;br /&gt;Algo que está vazio não é vácuo... nós é que não sabemos o que lá está...&lt;br /&gt;Sinto-me como os cientistas da época renascentista... sei que há algo mas não o consigo ver, explicar e para mim, racional e tendencialmente explicativa (apesar de não saber respostas) dou por mim sem conseguir explicar... pior... sem conseguir ver...&lt;br /&gt;Não vejo o que se passa... será que não se passa nada?&lt;br /&gt;Será que foi desta?...&lt;br /&gt;Vivo no medo de me perder...&lt;br /&gt;Será que me terei encontrado e que de facto aqui não se sente nada?...&lt;br /&gt;Será que o encontro com nós próprios é a ausência de sentimentos ou será que... pior... me desvio rápido de tudo e é aí que encontramos o limbo da incapacidade de sentir...&lt;br /&gt;Ou... será que não sinto mesmo nada?&lt;br /&gt;Será possível...?&lt;br /&gt;Isso deixa-me... desprovida de mim... do que eu sempre achei que seria eu... coerentemente incoerente e cheia de sentimentos estranhos, dispares... e agora... não sinto nada...&lt;br /&gt;Ou sinto mas estrangulei a minha sensibilidade?&lt;br /&gt;Ou sinto mas controlo-me e dou por mim a ser igual a todos aqueles que desprezo?&lt;br /&gt;Que coisa...&lt;br /&gt;Encontro-me perdida e perco-me quando acho que estou a encontrar...&lt;br /&gt;Se por um lado posso acreditar que castrei a minha sensibilidade (sempre prefiro essa explicação à outra em que de facto não sinto nada) e se foi esse o meu objectivo atrás, por outro... sinto-me despida de mim sem chegar a atingir o objectivo de poder ser outra qualquer coisa...&lt;br /&gt;Bolas... foi preciso isto para compreender que o sentir é importante...&lt;br /&gt;Tenho pena... tenho tanta pena... tenho pena de me ter controlado e de por isso ter-me perdido...&lt;br /&gt;Ou a ti...&lt;br /&gt;ou a nós... ou... aquilo que eu poderia ter sido quando me despisse de mim e não sendo eu poderia arriscar sem depois ter que sofrer ou lidar com as consequências...&lt;br /&gt;Tenho um enorme pesar por não ter arriscado e ter vivido a nossa aventura sem qualquer ânimo...&lt;br /&gt;Desculpa.Nunca foi minha intenção...&lt;br /&gt;E agora?... agora tenho medo... de arriscar continuar a sentir coisa nenhuma mas mesmo assim insistir...&lt;br /&gt;Será que ainda vamos a tempo?&lt;br /&gt;De salvar o que eu não sinto?&lt;br /&gt;Lindo... fazer um salvamento imaginário de algo que não existe...! será criar?&lt;br /&gt;e... e... e se... e se por outro lado... tu sentes?&lt;br /&gt;Será que se sentires eu desbloquearei os meus sentidos?&lt;br /&gt;Ou será que eles não existem mesmo?&lt;br /&gt;Não sei o que te hei-de dizer... não queria, não quis nunca criar um Mundo imaginário para ti mas... ao cria-lo para mim acabei por transpo-lo a ti...&lt;br /&gt;É tão complicado ser eu... desculpa...&lt;br /&gt;Nunca quis nem quero complicar-te...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 Março 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-8922575939558229865?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/8922575939558229865/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=8922575939558229865&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/8922575939558229865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/8922575939558229865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/vivo-no-medo-de-me-perder-e-acho-que-me.html' title='vivo no medo de me perder... e acho que me perdi...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-4974721505811066520</id><published>2008-10-27T08:45:00.002-07:00</published><updated>2008-10-27T09:05:26.864-07:00</updated><title type='text'>falar do quê?</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;quanto mais penso no que quero dizer mais me apercebo que não há nada que queira falar...&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;falar do quê e para quê?&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;o mais importante não é aquilo que se diz...&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;aliás normalmente o que se diz nem está realmente associado ao que se pensa...&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;é tão linda esta incoerência!&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;mais... se formos a pensar bem, nós nunca dizemos exactamente aquilo que queremo... quer dizer... eu digo mas... eu tambem não sou exemplo para ninguem!&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;se não digo nada, é porque efectivamente não quero falar nada.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;não procuro nem me escondo.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;estou aqui e isso é suficiente!&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;o mais importante não é o que se diz. são as coisas que se fazem e a a maneira como as deixas acontecer. eu deixo acontecer sem qualquer tentativa de explicação ou justificação...&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;acho mais coerente com o que penso que, na verdade, tambem não tem explicação nem tem que ter.se me perguntarem? eu respondo.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;terei que raciocionar sobre a pergunta a fim de lhe dar uma resposta e, por vezes, nem a resposta poderei dar porque se eu não a tenho!...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;4 – Março – 2008&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-4974721505811066520?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/4974721505811066520/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=4974721505811066520&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4974721505811066520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4974721505811066520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/falar-do-qu.html' title='falar do quê?'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-5767031174764680579</id><published>2008-10-27T08:45:00.001-07:00</published><updated>2008-10-27T09:12:13.851-07:00</updated><title type='text'>quero gente Real!</title><content type='html'>Faz mais de um ano... quando eu disse pela primeira vez e assumi que seriam coisas...&lt;br /&gt;É verdade... tenho feito um esforço para continuar a serem coisas e cada vez mais...&lt;br /&gt;E hoje decido partilhar convosco a minha visão da vida...&lt;br /&gt;Quem me conhece ou me quis conhecer (sim porque há muita gente que apenas me quis... não querendo conhecer... acabou por ser enganado... porque a mim só tem quem me quer conhecendo... eu sou outra e não aquela que pareco... digo-o bem humorada, sem qualquer dor. Assumi e aceitei que sou várias...) já ouviu este meu devaneio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me de um dia ter, a meio de uma qualquer conversa banal, introduzido o conceito de 'tanismo' a alguem me não conhecia que me quis conhecer...&lt;br /&gt;O 'Tanismo'... essa filosofia de vida onde todos podemos ser exactamente como somos ou ainda diferentes... aceitamos todos e qualquer um desde que o sentimento seja humano e honesto.&lt;br /&gt;Quero lá saber de dissimulados, controlados, humanizados!&lt;br /&gt;Quero gente real!&lt;br /&gt;Que sinta, que fira, que esfole, que grite... que tenha emoções e as extravaze!&lt;br /&gt;É necessário e obrigatório extrapolar, atirar ao espaço, cair e voltar a fazer isso tudo outra vez!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há experiência mais alucinante do que a de estar vivo e poder saber que as coisas não são estanques... estão em constante movimento e alteração voltando sempre ao mesmo... a ti.&lt;br /&gt;Cada vez mais tenho enorme dificuldade em aceitar as pessoas que se controlam... será que não sabem que não vão ter uma segunda oportunidade de serem elas?!??&lt;br /&gt;O que será mais valioso? Sermos nós e fazermos e o que nos dá na real gana ou... sermos o que achamos que devemos ser e sentirmos aquela coisa estranha de quem está a representar mas não tem aptidão nenhuma para isso?&lt;br /&gt;Gostas de te sentir aceite??&lt;br /&gt;Normal??&lt;br /&gt;Pois eu não!&lt;br /&gt;Gosto de não ter qualquer intenção em ser normal.&lt;br /&gt;Às vezes é aborrecido... mas... quando me olho para mim mesma vejo que sou real.&lt;br /&gt;Mas quando me sinto viva tenho a certeza que estou a fazer as coisas como devia ser.&lt;br /&gt;Eu grito, mordo, magoo, adoro, amo as vezes que forem precisas! E ninguem tem nada a ver com isso!!&lt;br /&gt;E, se queres a minha sincera opinião, devias fazer igual...&lt;br /&gt;De que vale controlar? Querer saber, querer distinguir... Quero gente real!!&lt;br /&gt;Gente que saiba que a vida é boa e é má... que as nossas vidas poderão ser comparadas com rectas no espaço. Que cada um de nós tem o seu espaço e que as nossas rectas apenas por vezes, breves momentos, se cruzam.&lt;br /&gt;E que devemos aproveiar o momento em que elas se cruzam...&lt;br /&gt;Devemos, tal como as cadeias de ADN, fazer crossing over e deixar que um pouco do outro entre em nós.&lt;br /&gt;É disso que se trata!&lt;br /&gt;Ser vivo.&lt;br /&gt;Sentir, chorar, rir, cantar, dançar, correr, cansar, dormir... tudo!&lt;br /&gt;Tudo faz parte e devemos aceita-lo e mais do que isso amar o momento...&lt;br /&gt;Acreditar que nada é mau. É experiência!!&lt;br /&gt;Estou farta de aceitar que os outros sejam dissimulados e fingir que não percebo... estou farta de os aceitar perto de mim e, mais ainda, estou farta de achar que os devo alertar!&lt;br /&gt;Ahhhh...Que se lixe!... cada um que faça como quer que eu vou continuar a fazer como faço.&lt;br /&gt;Quero lá saber de dissimulados, controlados, humanizados!&lt;br /&gt;Quero gente real!&lt;br /&gt;Que faça sentir, que faça por ferir, que se deixe esfolar, que faça gritar... que queira criar emoções e as deixe extravazar em si e nos outros!&lt;br /&gt;É imprescindivel que deixemos seguir o curso dos nossos rios e mais ainda que consigamos atirar fora aquilo que sentimos...&lt;br /&gt;Bolas!&lt;br /&gt;Pensem comigo... se não fosse para exteriorizar... porque sentiriamos????&lt;br /&gt;É necessário e obrigatório extrapolar, atirar ao espaço, cair e voltar a fazer isso tudo outra vez!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu assumo: gosto e continuarei, apesar de por vezes quase cair na tentação do facilitismo, a ser eu...&lt;br /&gt;Seguidora do 'Tanismo'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28 – Fevereiro – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-5767031174764680579?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/5767031174764680579/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=5767031174764680579&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5767031174764680579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5767031174764680579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/quero-gente-real.html' title='quero gente Real!'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-6534255917913045657</id><published>2008-10-27T08:44:00.000-07:00</published><updated>2008-10-27T08:54:07.846-07:00</updated><title type='text'>tomorrow becomes necessary when we do not see very clearly today...</title><content type='html'>Precisamos sempre do amanhã.&lt;br /&gt;É amanhã que as coisas serão exactamente como sonhamos...&lt;br /&gt;É amanhã...&lt;br /&gt;Só temos que acreditar ser possível.&lt;br /&gt;Acreditar e aceitar que a vida é como é e que somos como somos e que nada vai mudar.Apenas aquilo que queremos é possível.&lt;br /&gt;Encontrar-mo-nos, ver-mo-nos e aceitar-mo-nos.&lt;br /&gt;Não temos que alterar nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não nos cabe a nós essa decisão...&lt;br /&gt;Cabe-nos sim aceitar as coisas como elas são e andar para a frente com elas...&lt;br /&gt;Foi o que fiz em relação a ti...&lt;br /&gt;Gostei muito de ti... muito... custou-me perder-te mas acho que aquilo que ainda me custa é aceitar que já não gosto de ti... que não tenho neste momento qualquer objecto de 'amor'...&lt;br /&gt;Custa-me aceitar que o que sentimos muda e ainda mais custa-me reencontrar o meu lugar.&lt;br /&gt;Às vezes acho-me deslocada e outras, tenho a certeza...&lt;br /&gt;Sou.&lt;br /&gt;Sou deslocada e assim serei sempre.&lt;br /&gt;Tento moldar-me ao que será 'normal'... um erro que devo deixar de cometer...&lt;br /&gt;Tento fingir que sei onde estou e para onde vou...Tento aceitar que sei o que é estar aqui.Mas não sei...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas sei que o estar aqui agora é único e que é este momento que devo aproveitar.&lt;br /&gt;O amanhã apenas vem quando o agora é aceite caso contrário será apenas mais um momento.&lt;br /&gt;Não temos que ser nada.&lt;br /&gt;Apenas nós próprios.&lt;br /&gt;Não temos que ansiar nada... apenas devemos viver o agora.&lt;br /&gt;Para quê planos futuros?&lt;br /&gt;Para quê acreditar que moldamos aquilo que existirá fora de nós?&lt;br /&gt;Não interessa nem é justo.&lt;br /&gt;O Mundo não se deixa manipular e ainda bem.&lt;br /&gt;Pensa e age por si próprio e por isso acredito que devemos ser iguais a ele.&lt;br /&gt;Pensar e agir por nós próprios.&lt;br /&gt;Seguir o caminho que acreditamos apenas gostando do agora.&lt;br /&gt;E o agora é tão precioso... é o que temos.&lt;br /&gt;Digo e encho-me de vaidade para dizer que devemos fazer o que queremos e que só devemos arrepender-nos do que não fizemos, testámos...&lt;br /&gt;Mas na realidade sou igual a todos... a todos os que como eu, acreditam e aceitam o agora como a verdade absoluta mas que nada fazem para que o agora seja exactamente aquilo que queremos.&lt;br /&gt;Se eu fosse diferente... seu eu fosse diferente as coisas seriam iguais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu. Eu seria diferente... mas... se fosse eu diferente não seria o 'eu'... seria outro 'eu' que talvez não fosse o que sou.&lt;br /&gt;Orgulho-me do que sou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso, como anteriormente disse, não amar quem sou mas isso é apenas por uma fraqueza de acreditar no agora.&lt;br /&gt;Olho para mim, agora.&lt;br /&gt;Olho para mim e vejo o que sou.&lt;br /&gt;Sou aquilo que quis ser.Sou como achei que iria ser. Atingi aquele ponto onde para trás não há mais nada e para a frente virá apenas... o amanhã...&lt;br /&gt;E eu preciso do amanhã porque amanhã será mais um momento onde poderei continuar a ser eu, como sou e posso tambem mudar-me, se assim achar que devo.&lt;br /&gt;Estou. Estou assustada. Estou assustada por ver que eu me posso moldar ao amanhã e ao agora como queira. É complicado saber que podemos ser e fazer o que quisermos... é mais complicado isso do que seguir as pisadas do resto.&lt;br /&gt;Sou. Sou diferente de todos os que são iguais a mim porque sou eu.&lt;br /&gt;E ninguem pode nunca ser eu.Nunca...E essa é a maior e melhor experiência que posso fazer.&lt;br /&gt;Experimentar apenas ser eu.&lt;br /&gt;E gozar. Gozar os meus defeitos. Gosto mais de gozar os meus defeitos do que propriamente as minhas (eventuais) qualidades...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andar nos mocassins do outro indio?&lt;br /&gt;Apenas quando me for pedido!...&lt;br /&gt;E sabem que mais?&lt;br /&gt;Vamos curtindo e gozando os nossos 'eus'!&lt;br /&gt;Vamos vendo o que os outros 'eus' fazem a si próprios apenas como quem vê um filme...&lt;br /&gt;Não tem nada a ver connosco.&lt;br /&gt;Nada.&lt;br /&gt;Nós seremos sempre o 'eu'.&lt;br /&gt;Acho que estou a ficar demasiado concentrada na comunidade lá fora e pouco demais na comunidade aqui dentro.&lt;br /&gt;Os meus vários e dispares 'eus'...&lt;br /&gt;Que são tantos...&lt;br /&gt;Já um dia se escreveu 'porque eu sou outra e não aquela que pareço' e eu tenho-o no sangue.&lt;br /&gt;Por mais que queira fugir sou o resultado de duas coisas bem diferentes...&lt;br /&gt;A guerra e o sonho... D'um lado sinto-me na obrigação de viver a realidade, de combater a vida e por outro... apenas queria poder sentar-me e ver passar as coisas... ficar cá dentro e sentir que a vida é maravilhosa... que as coisas acontecem da exacta maneira que devem acontecer para que sejamos cada vez mais apurados dentro de nós...&lt;br /&gt;E agora? E agora?... O que faço? Luto? Ou Sonho?... ou sonho que luto? Ou luto a sonhar?...&lt;br /&gt;Que raio de sorte!...Quem diria... quem diria que seria necessário estas junções de dois sangues para fazerem de mim aquilo que 'eu' sou...&lt;br /&gt;Vou. Vou aceitar-me como sempre me aceitei. Vou. Vou lutar mas não contra nada nem contra mim... apenas contra a falta de sonhos!...&lt;br /&gt;Vou lutar para que todos possamos sonhar e fazer o amanhã possível.Quero ver todos nós felizes e realizados.&lt;br /&gt;Quero um Mundo onde amanhã seja ainda melhor que hoje mas onde o agora seja bem mais importante que tudo o resto.Amanhã?... Amanhã posso morrer. Acabar a minha existência neste plano e deixar de ser a energia que sou... Mas agora? No exacto momento do agora... sou eu.&lt;br /&gt;E isso chega.&lt;br /&gt;E é bom.&lt;br /&gt;Precisamos sempre do amanhã.&lt;br /&gt;É amanhã que as coisas serão exactamente como sonhamos...&lt;br /&gt;É amanhã que as coisas serão exactamente como lutamos...&lt;br /&gt;É amanhã...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 – Fevereiro – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-6534255917913045657?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/6534255917913045657/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=6534255917913045657&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6534255917913045657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/6534255917913045657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/tomorrow-becomes-necessary-when-we-do.html' title='tomorrow becomes necessary when we do not see very clearly today...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-1634200040836197392</id><published>2008-10-27T08:42:00.002-07:00</published><updated>2008-10-27T09:09:14.848-07:00</updated><title type='text'>abstrair-me de dentro de mim</title><content type='html'>Perdi-me, encontrei-me, voltei-me a perder...&lt;br /&gt;Acabo por não saber onde estou porque quando acho que me vejo afinal não sou eu...&lt;br /&gt;Ou se sou eu estou fora de mim...&lt;br /&gt;Sou duas, três, quatro ou mesmo um milhão...&lt;br /&gt;Não sei as minhas origens nem os meus objectivos...&lt;br /&gt;Vou andando e às vezes as coisas correm bem... outras... nem dou conta do que se passou e quando reparo... já tudo é diferente...&lt;br /&gt;Sou avessa à mudança... mas gosto de aventuras...&lt;br /&gt;Preparo-me hoje para me lançar na maior aventura da minha vida e quero acreditar que esta vai ser a oportunidade de que estava à espera...&lt;br /&gt;Sei perfeitamente bem que não será assim que resolverei a minha eterna dualidade mas espero manter-me ocupada e esgotada a tal ponto que o meu cérebro nem capaz seja de pensar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anseio sem querer e vou assim matando aos poucos a paz que poderia alcancar...&lt;br /&gt;Se eu pudesse pedir algo, pedia que os meus sentimentos fossem menos aguçados...&lt;br /&gt;Pedia para ser um bocadinho menos 'sensivelzinha'...&lt;br /&gt;Queria poder abstrair-me de dentro de mim...&lt;br /&gt;Temos sempre que nos explicar... que arranjar uma justificação...&lt;br /&gt;Eu não tenho nenhuma...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostava de poder garantir que o meu novo 'eu' está já intrínseco em mim e que por isso nada mais me vai conseguir desviar de mim mas sei que não sou assim tão forte.&lt;br /&gt;Sei que não me amo o suficiente para isso... e porquê? Não sei... tenho a ideia idiota de que não mereço ser amada por mim... que não fiz por mim o suficiente para me poder admirar... sinto que... demasiada coisa... sem explicação, sem controlo, sem força para contrariar...&lt;br /&gt;Limito-me e concentro-me nas coisas que posso controlar...&lt;br /&gt;Quero limitar-me e concentrar-me nas coisas que posso controlar.Quero poder sentir que controlo... para poder acreditar que consigo qualquer coisa...&lt;br /&gt;Para poder acreditar, um dia, que eu sou especial para alguem, para mim...&lt;br /&gt;Não sou especial coisa nenhuma... e muito menos para mim...&lt;br /&gt;E quando acho que alguem me sente de forma especial... tambem me minto... ou... nem sei...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi rever-te que me magou...&lt;br /&gt;Foi saber que não sou especial...&lt;br /&gt;Que nunca fui especial da maneira que... até achei que merecia... houve uma altura em que acreditei... e custa tanto, tanto... custa horrores descobrir que não... que nunca fui especial...&lt;br /&gt;Depois encontrei-te... e por momentos pensei que podia fazer de conta que tudo ia correr bem...&lt;br /&gt;Que as coisas iam ser simples, sem complicações, sem sentimentos conturbados nem ninguem a controlar as emoções...&lt;br /&gt;Mas depois... tu controlas, eu controlo e as coisas nem chegam a correr porque o passo controlado, o meu cérebro ligado ao neuro-bloqueador, as tuas análises sobre ti mesmo e a tua incapacidade de deixar correr aceitanto e querendo... e o teu reaparecimento fizeram-me sentir mais uma vez que as coisas não estão bem e que eu não consigo aceitar e que eu não me amo...&lt;br /&gt;Quando tudo o que eu queria era apenas que os meus sentimentos fossem menos aguçados descobri que afinal preferia tambem que os teus assim fossem tambem...&lt;br /&gt;Somos muitos nesta história... somos muitos mas eu nem sequer cá estou...&lt;br /&gt;Não sei o que quero, nem me sinto enraizada para o poder saber...&lt;br /&gt;Honestamente... nem sei se me sinto...&lt;br /&gt;Hoje pelo menos, e apesar de tudo correr conforme esperado, with no alarms and no surprises, eu preferia poder sentir-me especial... mesmo sob o risco de me magoar mais uma vez... mas pelo menos assim eu conseguiria resolver o nosso assunto de vez...&lt;br /&gt;Sou. Sou fraca. Sou. Sei que sou. Admito que sou. E não sou menos que qualquer outro ser humano. Não sou. Não sou...&lt;br /&gt;Às vezes só queria que os meus sentimentos fossem menos aguçados e que alguem me desse força.&lt;br /&gt;Queria deixar de lutar sozinha... queria deixar de ter que ser forte sozinha.&lt;br /&gt;Queria que os meus sentimentos fossem menos aguçados e que alguem me desse a mão.&lt;br /&gt;Queria...&lt;br /&gt;Quis...&lt;br /&gt;Nunca foi...&lt;br /&gt;Tanto tempo... Tanto tanto tempo...&lt;br /&gt;E afinal... eu sempre fui sozinha...&lt;br /&gt;Como estou.&lt;br /&gt;Como sempre...&lt;br /&gt;Como sempre...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 – Fevereiro – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-1634200040836197392?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/1634200040836197392/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=1634200040836197392&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/1634200040836197392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/1634200040836197392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/abstrair-me-de-dentro-de-mim.html' title='abstrair-me de dentro de mim'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-839497649907947046</id><published>2008-10-27T08:42:00.001-07:00</published><updated>2008-10-27T08:42:19.548-07:00</updated><title type='text'>achas piada não achas?</title><content type='html'>Se há coisa que me tira do sério é quando as coisas não me correm de feição...&lt;br /&gt;Detesto ser contrariada...&lt;br /&gt;É como se fosse uma afronta...&lt;br /&gt;Accionar o meu modo-detestavel não é bom... nunca é bom... mas há sempre uns e outros que insistem em faze-lo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem sei bem porque...&lt;br /&gt;Deve ser apenas desconhecimento...&lt;br /&gt;Porque se soubesses não o fazias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredita que eu sei ser muito desagradavel...&lt;br /&gt;Já o sabes...&lt;br /&gt;Mas atenção que isto pode piorar!...&lt;br /&gt;Cuidado... cuidado comigo...&lt;br /&gt;Accionas o meu lado avesso e está tudo estragado...&lt;br /&gt;Porque o fazes?&lt;br /&gt;É alguma diversão faze-lo?&lt;br /&gt;Já sabes que não devias... não deves... se não sabes... então aprende!...&lt;br /&gt;Pára já de o fazer ou as coisas vão-se complicar. Demais... e nem tu nem eu vamos gostar...&lt;br /&gt;A sério... ouve o que eu te digo... não queiras estragar o meu humor...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se achas que sou complicada, esquesita ou até mesmo amalucada... não me queiras de mau humor...&lt;br /&gt;Sou pior ainda... consigo ser algo que nem sou... má.&lt;br /&gt;Alem disso estraga-me... a sério que estraga...&lt;br /&gt;Só não percebo porque achas tanta piada em faze-lo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achas piada não achas???&lt;br /&gt;Deves achar...&lt;br /&gt;Deve ser por isso que puxas pelo meu mau humor...&lt;br /&gt;Não o faças, a sério...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de reflectir sobre o dito consigo dizer: não vai ser bom...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Fevereiro – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-839497649907947046?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/839497649907947046/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=839497649907947046&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/839497649907947046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/839497649907947046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/achas-piada-no-achas.html' title='achas piada não achas?'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-4872992494420778546</id><published>2008-10-27T08:41:00.002-07:00</published><updated>2008-10-27T08:42:00.929-07:00</updated><title type='text'>encruzilhadas que desembocam sempre no mesmo sítio</title><content type='html'>às vezes fazemos as coisas que queremos...&lt;br /&gt;ou que achamos que queremos... ou que queremos mesmo mas não sabiamos ou que queriamos, que fossem de outra maneira.&lt;br /&gt;A mesma coisa... mas de outra maneira...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tantas maneiras... tantas formas tantos sentidos, sentimentos...&lt;br /&gt;Encruzilhadas que desembocam sempre no mesmo sítio e para onde voltamos mesmo sem querer, propositadamente....&lt;br /&gt;Colocamo-nos à prova.&lt;br /&gt;Nós próprios contra nós mesmos. E a vitória, é certo, será de ninguem.&lt;br /&gt;Testamos os nossos limites para nos conhecermos ou porque pura e simplesmente não sabiamos ser ali o nosso limite...&lt;br /&gt;Tentamos a todo o custo ver onde estamos, situarmo-nos, substantivarmos sobre o assunto que a ninguem diz respeito e que resposta nenhuma tem.&lt;br /&gt;Compreendemos, analisamos, retiramos conclusões tudo porque não conseguimos aceitar que no fundo nada faz sentido ou será para ter sentido.&lt;br /&gt;As coisas são.&lt;br /&gt;E é essa nossa falta de aceitação sobre as coisas que nos faz querer que tudo tem um sentido ou para um caminho caminha...&lt;br /&gt;O nosso erro é a verbalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu erro...&lt;br /&gt;A verbalização...&lt;br /&gt;Não obrigatoriamente no sentido falado mas no pensado e, pior, no sentido...&lt;br /&gt;Emoções exteriorizadas... é o meu erro...&lt;br /&gt;Apenas porque essas emoções são retiradas não pelo nosso sentido no momento mas sim porque depois do momento substantivamos, verbalizamos, fraseamos o que sentimos mas eu tenho a certeza que isso não pode estar certo...&lt;br /&gt;O que sentimos, aqui, bem dentro de nós e onde sozinhamos estamos é inexplicavel e inquantificavel.&lt;br /&gt;Inquantificavel...Não o podemos medir, classificar ou estudar matematicamente mas o meu erro é, por vezes, acreditar que o consigo fazer. E quando acredito acho que sou capaz de domar-me.&lt;br /&gt;Eu... lindo... como se eu fosse capaz de sequer me compreender!...&lt;br /&gt;E aos outros... a ninguem... não compreendo nada.&lt;br /&gt;Às vezes sinto como se estivesse ainda mais sozinha... como se de facto fossemos mesmo os seres unos que eu digo sermos mas que acredito, no fundo (no fundo mesmo naquele sítio que negamos) que ninguem está sozinho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é que é possível pensarmos de duas formas?&lt;br /&gt;Simples... vivendo... é vivendo que isso acontece...&lt;br /&gt;Pensamos que sabemos tudo e compreendemos que não sabemos nada...&lt;br /&gt;Vemos tudo mas nem sequer nos damos ao trabalho de olhar.&lt;br /&gt;E eu... eu é que estou mal... errada? Não sei... não sei... não sei nada...&lt;br /&gt;E isso é desesperante... irritante... tantas confusões de emoções e situações apenas no mesmo sítio... dentro de mim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me que dentro de mim já choveu, um dia...&lt;br /&gt;E lembro-me que eu nunca mais fui diferente...&lt;br /&gt;Nunca mais fui 'eu'... Até achar que o podia voltar a ser...&lt;br /&gt;E dentro de mim choveu... outra vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27 – Janeiro – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-4872992494420778546?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/4872992494420778546/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=4872992494420778546&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4872992494420778546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/4872992494420778546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/encruzilhadas-que-desembocam-sempre-no.html' title='encruzilhadas que desembocam sempre no mesmo sítio'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-5036705115671322056</id><published>2008-10-27T08:41:00.001-07:00</published><updated>2008-10-27T08:41:26.283-07:00</updated><title type='text'>risos irónicos</title><content type='html'>&lt;p&gt;Ai ai.....&lt;br /&gt;Falta pouco...&lt;br /&gt;Para nada!&lt;br /&gt;E vai ser demais!...&lt;br /&gt;Começar de novo, do nada, conforme Krishnamurti nos aconselha: 'um olhar novo todos os dias'&lt;br /&gt;E vai ser mesmo bom...&lt;br /&gt;Às vezes tenho tantas ideias e saem tão depressa que mal as consigo agarrar.&lt;br /&gt;Ideias de coisa nenhuma e de coisas muito pensadas a não serem ditas.&lt;br /&gt;Control.&lt;br /&gt;(agora veio-me uma música à cabeça, daquelas que gosto imenso mas não sei o nome nem mais nada... 'keep control of me' ou qualquer coisa deste género. Lembro-me da Q porque ela sabe qual é...)&lt;br /&gt;[acrescento à posteriori: já descobri a música e de quem é!]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que, nestes breves momentos que me separam da barreira que eu própria criei... eu seja livre!!!&lt;br /&gt;E, que daqui para frente, o seja sempre tambem!&lt;br /&gt;Livre de ideias malucas (fora aquelas que são aconselhaveis!... aquelas... as do reset... na boa!) e de idiotices pegadas e infantis (sim porque isto vai ser a transformação! 'risos irónicos' e será que alguem acredita nisso aqui dentro???) vai ser a festa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí penso em tudo o que ainda está para acontecer e tento, mais uma vez, esquecer tudo o que até aqui foi o 'normal' porque só assim posso criar um novo 'normal' e desta vez pode ser o que eu queira! Basta manter a consciência de que eu posso, a partir da 'tábua rasa' fazer o que eu quiser.&lt;br /&gt;E vai ser a loucura!!!! Da boa, claro...&lt;br /&gt;E então?? Perguntam-se vocês todos aí fechadinhos nas vossas vidinhas...&lt;br /&gt;E então?!!!! VAMOS EMBORA!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The time is now.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esta vai ser o início de uma grande Era para todos.&lt;br /&gt;A Era em que nos vamos encontrar a toda a hora e sempre que queiramos.&lt;br /&gt;A Era em que tudo o que quisermos será possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E acho que está tudo dito, não?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;21 – Janeiro – 2008&lt;br /&gt;a todos os meus amigos&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-5036705115671322056?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/5036705115671322056/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=5036705115671322056&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5036705115671322056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5036705115671322056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/risos-irnicos.html' title='risos irónicos'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-1108826475465620399</id><published>2008-10-27T08:40:00.001-07:00</published><updated>2008-10-27T08:40:55.129-07:00</updated><title type='text'>um medo infantil...</title><content type='html'>Pensei que te podia deixar em qualquer lado e nunca pensei que não ficasses por lá...&lt;br /&gt;Achei que depois de te deixar lá já não me lembraria de ti...&lt;br /&gt;Acreditei, mesmo, que se te guardasse bem longe e à tua volta fosse criando tapumes, te deixasses ficar escondido... nunca pensei que continuasses a viver...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi-me mais facil ver-te e fingir que não o tinha feito do que não te ver, sentir-te na penumbra, sempre que alguem apaga as luzes...&lt;br /&gt;Doi mais quando não te vejo porque é o que sinto que te faz estar perto...&lt;br /&gt;Rodeei-me de gente, barulho, luzes, azáfama porque sabia que assim estaria protegida mas tudo o que quero é poder estar em silêncio sem te sentir no escuro.&lt;br /&gt;Esse é o pior pânico... daquilo que não vemos mas sentimos... está lá... esteve por tanto tempo adormecido mas algo (ou talvez eu mesma) trouxe-o à luz, para a minha escuridão...&lt;br /&gt;Às vezes, muito frequentemente ultimamente, tenho um medo terrivel de não te conseguir deixar...&lt;br /&gt;Tenho um pânico de te agarrar e de me agarrar...&lt;br /&gt;Não quero... não quero mesmo... viver assim... a achar que és tu...&lt;br /&gt;Não preciso disto... sou tão melhor sem ti, sem ter medo de te perder... sem ter medo de ficar, mais uma vez, sozinha...&lt;br /&gt;Sou sozinha, e é disso que me tento mentalizar diariamente, ao minuto... é uma constante luta, sem descanso, sem poder, por um minuto sequer apenas, deixar-me sonhar de que não estou sozinha...&lt;br /&gt;Se há coisa que aprendi (contigo) e que quero continuar a aprender (sem ti), é que somos unos.&lt;br /&gt;Eu sou única e nunca haverá ninguem que possa ser eu comigo... mas é aí que eu tenho um pavor infantil, inexplicavel, de que isso seja mentira e que afinal eu tenha ficado agarrada a ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei perfeitamente que a minha liberdade é meramente ilusória... sei perfeitamente que a criei para poder continuar a correr em frente e manter a minha imagem de 'mulher'... sei de tudo isto mas é tambem com isto que me tento convencer de que posso realizar esta ilusão.&lt;br /&gt;Eu posso.&lt;br /&gt;E eu que só quero, mesmo de olhos fechados, na penumbra ou escuridão, deixar-te escondido onde te guardei, perder a chave com que te fechei, e esquecer que algum dia por ali passei, às vezes tenho medo, um medo infantil, de nunca esquecer o que se passou e mesmo sabendo que não pertences ao meu mundo e daí já partiste não deixando nada para trás deixar, por detrás dos tapumes a ideia irreal de que me pertencerias...&lt;br /&gt;Tu não sentes nada por mim.&lt;br /&gt;Não podes nunca saber o que é sentir e eu sei perfeitamente bem disso.&lt;br /&gt;Maldita a hora em que te associei sentimentos de um ser humano... maldita a hora em que acreditei que podias ser... humano... sinto-me uma perfeita idiota por algum dia ter acreditado em mim, por algum dia ter achado ser possível eu ser especial.&lt;br /&gt;Não sou... não sou... não sou...&lt;br /&gt;E tenho tanta pena, um medo infantil de parar de sonhar porque um dia mataste os meus sonhos... porque um dia deixei-me morrer às tuas mãos... tenho um tal pavor que me sinto solta da Terra por deixar sentir-me assim outra vez... tão pouco... importante...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e tudo porque para mim, ser importante, ser especial, passava por ser-te algo... como se algum dia tu pudesses sentir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 – Janeiro – 2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-1108826475465620399?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/1108826475465620399/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=1108826475465620399&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/1108826475465620399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/1108826475465620399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/um-medo-infantil.html' title='um medo infantil...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-3168063563014127009</id><published>2008-10-27T08:38:00.000-07:00</published><updated>2008-10-27T08:40:01.516-07:00</updated><title type='text'>autocarro?</title><content type='html'>&lt;p&gt;Vê lá se não te perdes...&lt;br /&gt;Com tanta volta...&lt;br /&gt;Comprei um bloco.&lt;br /&gt;Muito, muito giro...&lt;br /&gt;E uma lapiseira de minas 2mm...&lt;br /&gt;Uma daquelas lapiseiras borracha, das que eu nunca tive...&lt;br /&gt;Comprei-o porque este Natal quis oferecer a mim mesma uma prenda útil para os meus objectivos.&lt;br /&gt;Porquê??&lt;br /&gt;Ora porque este conjunto tão atentamente escolhido visa possibilitar que a qualquer altura eu escreva, anote e guarde os meus pensamentos, os meus objectivos e com esta ajuda, assumi-los e atingi-los...&lt;br /&gt;(já era altura...)&lt;br /&gt;Agora só não quero é perder-me...&lt;br /&gt;Nem andar às voltas...&lt;br /&gt;É que acabo sempre a desviar-me... demais...&lt;br /&gt;É bom podermos às vezes ir lá mas não convêm lá ficar ou achar que aquilo é real... sabemos que não é... é assim como uma novela... as personagens interpretam um papel mas na realidade não são nem sentem nada daquilo.&lt;br /&gt;É daí que não me posso perder...&lt;br /&gt;E, conhecendo-me como conheço... já sei que vou distrair-me e sair várias paragens à frente...&lt;br /&gt;Melhor sair já e fazer o resto a pé...&lt;br /&gt;Boa noite.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;23 – Dezembro – 2007&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-3168063563014127009?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/3168063563014127009/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=3168063563014127009&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3168063563014127009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/3168063563014127009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/autocarro.html' title='autocarro?'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-8251939112994624062</id><published>2008-10-27T08:35:00.004-07:00</published><updated>2008-10-27T08:36:15.147-07:00</updated><title type='text'>como o vento ou o silêncio...</title><content type='html'>e o Mundo continua a girar...&lt;br /&gt;em torno de coisa nenhuma...&lt;br /&gt;os dias passam e cada novo dia é mesmo um dia novo...&lt;br /&gt;as coisas acontecem a um ritmo cada vez mais rápido e a procura de mim mesma não abranda nem acelera... encontrei o motivo pelo qual isso acontece... ando à procura no sítio errado...&lt;br /&gt;ideias que fui tendo e que não apontei tambem não ficaram gravadas na minha cabeça nem foram colocadas expostas, nuas, como vieram à Terra...&lt;br /&gt;ideias de que amanhã é melhor.&lt;br /&gt;De que somos parte de um todo maior...&lt;br /&gt;sinto aquilo que sempre senti mas sinto-o como se fosse sempre algo novo... quero senti-lo como algo novo... como se aquilo que para trás foi em nada ajudasse à medição do hoje...&lt;br /&gt;como o silêncio... o vento... e tantas outras coisas que sentimos mas não vemos...&lt;br /&gt;em silêncio medem-se as palavras interiores... os pensamentos são silenciosamente barulhentos... a ausência deles, o vazio...&lt;br /&gt;Aquilo para o qual estavamos preparados não é, de forma alguma, aquilo que nos é proporcionado mas... haverá assim algo de tão errado com sermos honestos com o que sentimos?&lt;br /&gt;Será 'pecado'??&lt;br /&gt;Hoje quero, isenta de qualquer outro pensamento antigo/retido, pensar nisso...&lt;br /&gt;Pensar se ser e sentir é mau...&lt;br /&gt;Não pode ser.&lt;br /&gt;Não pode.&lt;br /&gt;Não é.&lt;br /&gt;Isenta de qualquer julgamento anterior e olhando objectivamente... não é.&lt;br /&gt;Tentamos ser o que correctamente 'devemos' ser... seguir o caminho que para nós foi delineado mas a nossa condição humana é muito mais que isso!&lt;br /&gt;Se é...&lt;br /&gt;E são, estes desvios ao caminho que nos foi delimitado, que nos mostram a verdadeira essência da vida e o motivo pelo qual tão variadas vezes ouvimos dizer 'a vida não é fácil'...&lt;br /&gt;A vida é feita de momentos complicados e decisões dificeis...&lt;br /&gt;Mas são esses momentos e essas decisões que nos mostram que há sempre duas vidas...&lt;br /&gt;Diferentes...&lt;br /&gt;Não obrigatoriamente uma boa e a outra má!... Nada disso!...&lt;br /&gt;Mas sim, diferentes...&lt;br /&gt;Uma na qual somos aquilo que somos e outra na qual continuamos a seguir o caminho que tão escrupulosamente criamos/criaram para nós...&lt;br /&gt;Um no qual estamos isentos de sentimentos de culpa, medos, erros...&lt;br /&gt;Outro no qual temos que lidar com os nossos medos, erros e sentimentos de culpa...&lt;br /&gt;Não é melhor não os ter... é bom consciencializarmo-nos de que eles existem, são reais... mas por outro lado esta outra vida no lado em que somos aquilo que queremos e agimos sem medo da nossa acção prejudicar alguem... porque se a nossa acção o faz... não é esse o objectivo.&lt;br /&gt;O objectivo é tão somente permitir-mo-nos sermos nós próprios e daí retirar-mos um prazer infinitamente superior ao da nossa vida...&lt;br /&gt;é necessário distingui-las!&lt;br /&gt;É obrigatório separa-las e compreender que apesar dela existir é uma realidade paralela... nunca se misturará com a nossa real realidade...&lt;br /&gt;Apenas porque assim deixaria de ser ela... e viver com ela é tão mais realizador...&lt;br /&gt;Nunca me imagei... nunca pensei... nunca achei que fosse capaz de sobrepor a minha felicidade à de outros... nunca pensei...&lt;br /&gt;mas depois descobri que, ser humano, verdadeiramente Humano, é exactamente isso... por vezes, refugiarmo-nos na nossa realidade paralela e lá viver os melhores momentos da nossa vida global...&lt;br /&gt;Não posso dizer que o meu pensamento é sempre assim, claro, preciso, sem culpas... mas posso garantir que nada do que faço é pensado como sendo uma agressão...&lt;br /&gt;E isso faz-me questionar: 'será pecado?'&lt;br /&gt;Será mau ser egoista??&lt;br /&gt;De acordo com os padrões de sociedade... sem dúvida que sim mas... se formos egoistas no nosso próprio mundo seremos ainda assim egoistas???...&lt;br /&gt;Às vezes penso que qualquer coisa, seja ela boa ou independente de nós, poderá sempre prejudicar/magoar alguém... mesmo que não a conhecamos ou que não tenhamos qualquer 'culpa' dessa coisa...&lt;br /&gt;Tudo é bom e mau ao mesmo tempo...&lt;br /&gt;Poderá mesmo isto ser verdade?&lt;br /&gt;Então se sim... porque não hei-de eu aproveitar as oportunidades que o caminho me oferece e, sem medos, sem culpas, sem erros...?&lt;br /&gt;Não tenho, e já o disse, qualquer intenção de magoar ninguem...&lt;br /&gt;Não tenho, e digo-o sem medos nem culpas, qualquer vontade de destruir ou modificar a vida de seja quem for mas... a verdade é que modificamos tudo a todo o momento que passa...&lt;br /&gt;Qualquer força, inércia altera algo... mesmo quando nada fazemos... as coisas alteram-se...&lt;br /&gt;Portanto porque sentirei eu esta quase-que-obrigação de não errar, não cometer injustiças...?&lt;br /&gt;A única coisa que quero é ir sendo feliz... e não posso acreditar que ao ser feliz farei mal...&lt;br /&gt;E se queres vir comigo ao meu Mundo paralelo...??&lt;br /&gt;Que posso eu fazer?&lt;br /&gt;Proibir-te?&lt;br /&gt;Proteger-te?&lt;br /&gt;Terei essa obrigação?&lt;br /&gt;Pior.... terei eu esse direito????&lt;br /&gt;Não quero amanhã acordar e pensar que errei... que não devia ter tentado controlar a tua vida quando o que eu queria mesmo era que o que ambos queremos aconteça...&lt;br /&gt;Não quero ter medos, culpas mas acima de tudo não posso viver com a ideia de não ter aceite o que o Universo me estava a oferecer quando, ainda por cima, era querido por ambos e não tinha nada de mal... é tão somente... sentimentos...&lt;br /&gt;Terei eu o direito de controlar a tua vida?&lt;br /&gt;De controlar o que não fazes?&lt;br /&gt;De não te deixar tentar?&lt;br /&gt;De não me deixar aceitar? Viver?... Mesmo que com medos, erros, culpas...&lt;br /&gt;A vida é feita de momentos complicados e decisões dificeis...&lt;br /&gt;E eu... eu decidi que não é um erro... Apenas um desvio para a minha rota paralela... aquela que ninguem vê mas que nós sentimos... como o vento ou o silêncio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 – Dezembro – 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-8251939112994624062?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/8251939112994624062/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=8251939112994624062&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/8251939112994624062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/8251939112994624062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/como-o-vento-ou-o-silncio.html' title='como o vento ou o silêncio...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-8891012757522463696</id><published>2008-10-27T08:35:00.003-07:00</published><updated>2008-10-27T08:35:43.595-07:00</updated><title type='text'>um insulto à minha inteligência</title><content type='html'>&lt;p&gt;Um sem numero de coisas já foram...&lt;br /&gt;E mais estarão para vir...&lt;br /&gt;Os meus pensamentos estão em constante crescimento tal como eu...&lt;br /&gt;Penso que podia dar um rumo e penso que o posso mudar...&lt;br /&gt;Tenho pena que insultem a minha inteligência e mais pena tenho por, ao dar conta disso, compreender que o melhor é mesmo ignorar que o fazem...&lt;br /&gt;Porquê?&lt;br /&gt;Porque será que não aceitam que existe de facto uma sensibilidade capaz de compreender e ver aquilo que não é dito?&lt;br /&gt;Preciso expelir aquilo que penso sobre determinada situação e acabo por me refrear porque sei que dar-lhe corpo é dar-lhe força...&lt;br /&gt;Força que não deveria ser dada, força que me é tirada sem eu querer...&lt;br /&gt;Penso demais e vejo demais... às vezes só queria poder fechar os olhos e a mente... conseguir abstrair-me de que estou, de que sou...&lt;br /&gt;Eu sei que estou a ser incoerente com a minha necessidade de conhecimento...&lt;br /&gt;Eu sei...&lt;br /&gt;Mas há tanta coisa que eu sei que, se tudo fosse simples, preferia não saber...&lt;br /&gt;Às vezes sinto que estou a equilibrar-me numa corda fictícia que eu criei... que afinal o que sinto ser real não o é... e fico feliz!!...&lt;br /&gt;Os pensamentos que vou tento sobre ti, sobreviver à passagem do tempo, sem ti...&lt;br /&gt;É-me simples... é-me tão simples esquecer-te... mas tu insistes em lembrar-me... insistes em querer fazer parte da minha vida quando sabemos perfeitamente que o que foi já o era.&lt;br /&gt;Agora é tempo de agarrar as lembranças que destruimos e continuar...&lt;br /&gt;Outro dia, enquanto pesquisava um outro sem número de coisas, encontrei-me com o Friedrich Nietzsche e o seu 'amor fati'...&lt;br /&gt;Lembrei-me de nós...&lt;br /&gt;Adicionei mais esse conceito ao meu ser... e vejo-o, constantemente, sempre que me lembro de ti... e de quem passou...&lt;br /&gt;É facto de que isto que temos é aquilo que há... e ser insatisfeito... pode não ser solução...&lt;br /&gt;Acho que Nietzsche tinha razão... 'love your fate which is in fact your life'.&lt;br /&gt;É o único que temos... eu... e tu...&lt;br /&gt;Cada um continua o seu caminho (eu como sempre meio desviado!) e seremos felizes apesar da parte que temos em conjunto estar infeliz...&lt;br /&gt;Mas é a única forma... é a única solução para que a nossa parte conjunta seja feliz...&lt;br /&gt;Incoerente... é verdade... mas sei que compreendes...&lt;br /&gt;É o nosso destino e por isso deve ser amado.&lt;br /&gt;Não há nada que eu gostasse mais do que conseguir ter de ti aquilo que quero de todos... compreensão... Entendimento... mas, para acabar ainda mais com o algo bonito que construí à tua volta fazes como os outros e insultas a minha inteligência...&lt;br /&gt;Pensei que fosses diferente...&lt;br /&gt;Mas, como qualquer outro 'ser' achas que aquilo que não se vê é invisivel...&lt;br /&gt;Não é...&lt;br /&gt;Lamento desapontar-te...&lt;br /&gt;Como tenho vindo a fazer...&lt;br /&gt;E tudo o que eu queria era que aceitasses que existe de facto uma sensibilidade capaz de compreender e ver aquilo que não é dito, uma sensibilidade que tu tiveste oportunidade de sentir...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;24 – Outubro – 2007&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-8891012757522463696?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/8891012757522463696/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=8891012757522463696&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/8891012757522463696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/8891012757522463696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/um-insulto-minha-inteligncia.html' title='um insulto à minha inteligência'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-233725835538973649</id><published>2008-10-27T08:35:00.001-07:00</published><updated>2008-10-27T08:35:13.765-07:00</updated><title type='text'>Química</title><content type='html'>Tenho a consciência de que sou uma mistura química e que, como qualquer outra, preciso de estar em equilíbrio para ter as 'propriedades' da minha solução quando à temperatura ideal...&lt;br /&gt;Pressão, concentração...&lt;br /&gt;Tudo isto influencia...&lt;br /&gt;E basta tão pouco para que haja ali um momento de adaptação...&lt;br /&gt;Necessariamente alteração...&lt;br /&gt;E o SER humano??&lt;br /&gt;Ajuda.&lt;br /&gt;Posso ter a consciência e usa-la para saber reatingir o equilíbrio novamente...&lt;br /&gt;Como uma boa química, basta reajustar a equação!&lt;br /&gt;Por isso é que eu gosto da Química...&lt;br /&gt;Está em tudo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 – Outubro – 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-233725835538973649?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/233725835538973649/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=233725835538973649&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/233725835538973649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/233725835538973649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/qumica.html' title='Química'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-5383911973103260381</id><published>2008-10-27T08:32:00.000-07:00</published><updated>2008-10-27T08:37:59.943-07:00</updated><title type='text'>reflexo do nosso outro Mundo...</title><content type='html'>Tentamos mudar por fora por ser complicada a mudança interior.&lt;br /&gt;Achamos que a mudança externa se reflectirá no interior mas isso é irreal.&lt;br /&gt;Verdadeira é a mudança que internamente tudo altera... até o exterior.&lt;br /&gt;Casos de situações em que questionamos qual a correcta atitude a tomar...&lt;br /&gt;Outras em que sabemos estar a agir contra o que sabemos ser real, criando um mundo ilusório de fantasias onde nos refugiamos... e como é bonito esse Mundo... tão mais aprazivel... tão mais apetecivel... e é, nesse Mundo, que passamos a viver... é mais simples... tão mais simples... por vezes até conseguimos transpor, desse Mundo, imagens tão fortes e verbalizações tão intensas que ele, por momentos, se reflecte no nosso verdadeiro mundo-real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei porque estou a pensar sobre isto...&lt;br /&gt;Apenas porque sinto necessidade de pensar em algo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso e escondo-me neste meu Mundo porque sei que no outro as coisas são sérias e os assuntos sobre os quais deveria mesmo reflectir tornam-se baços o que ajuda...&lt;br /&gt;Perco-me em pensamentos inuteis e filosofais para que possa esconder o que sinto no meu mundo-real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como me sinto?? Tambem não sei... Teria que pensar e questionar-me a mim própria sobre esse assunto e, se neste momento escrevo e penso é com o objectivo focado de não ter tempo para esse raciocínio tão mais demolidor...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já quis não ser eu... já quis ser mais eu... agora tento simplesmente ser, Eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é dificil. Toda a interacção, todos os gestos e sensações que vou tendo são camuflados por trás de um lençol branco que me traz à ideia o recheio das casas em processo de venda... tapadas... tal como o meu pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história está lá... é dita e contada por cada uma daquelas peças que ali adormecidas (e tapadas como que a esconde-las do resto da realidade) para quem a quiser ouvir... tal como eu...&lt;br /&gt;E há alguem com sensibilidade suficiente para as ouvir?... não sei... espero que sim... pois se para elas existir algo que as compreenda haverá certamente alguem que me compreenderá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensamos ser especiais.&lt;br /&gt;Pensamos que nada afecta a nossa maneira de estar e que aventura em que vivemos é apenas reflexo do nosso outro Mundo...&lt;br /&gt;Mas, as imagens tão fortes e verbalizações tão intensas que criamos passaram já para este mundo-real... é indissociavel de nós, agora... está intrinseco em cada uma das minhas células... está sub-reptício em cada um dos meus movimentos... está interiorizado em cada um dos meus pensamentos... 'auto-control'...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E acredito.&lt;br /&gt;Acredita que acredito que a força do pensamento influencia a tua abordagem.&lt;br /&gt;A força da verbalização, da racionalização...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é por isso que escrevo... para não pensar e questionar-me a mim própria sobre esse assunto... aquele que não existe...&lt;br /&gt;É complicada esta gestão... senão mesmo inexistente... a provar está o facto de pensar e questionar-me a mim própria sobre esse assunto incessantemente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Outubro – 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-5383911973103260381?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/5383911973103260381/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=5383911973103260381&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5383911973103260381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5383911973103260381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/reflexo-do-nosso-outro-mundo.html' title='reflexo do nosso outro Mundo...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-5346201359809170459</id><published>2008-10-27T08:26:00.001-07:00</published><updated>2008-10-27T08:36:55.678-07:00</updated><title type='text'>l’important ce n’est pas la chute, c’est l’atterrissage...</title><content type='html'>O mais importante não é a queda mas sim a aterragem e eu, conto aterrar de pé.&lt;br /&gt;Tenho que aterrar de pé. É a única maneira que sei de fazer as coisas. Por mais que os pés quebrem até aos joelhos, será de pé. Não vai ser agora... Não podia ser agora.&lt;br /&gt;Entre caminhos, palavras ditas, ouvidas, sussurradas, murmuradas, escritas, lidas não ditas...&lt;br /&gt;O mais importante não é a queda... cair todos sabemos... o mais importante é como se aterra... e eu quero aterrar de pé.&lt;br /&gt;Por mais que essa não seja a real aterragem nunca se saberá.&lt;br /&gt;Levo comigo aquilo que não te disse e que senti. Dir-te-ei a ti... se calhar... se, por entre caminhos, palavras ditas, ouvidas, sussurradas, murmuradas, escritas, tas disser.&lt;br /&gt;Sei que não precisaria de tas dizer. Se te ouvires, ouvir-me-ás a mim... a falar, baixinho... sussurrando que cairei de pé...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a ti?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouço-te, acho... também como me ouves... também... a dizer que cais de pé... como eu... olho-me ao espelho e é a ti que vejo... ouço a minha queda, lenta (até parece que alguém domou o tempo) e sinto-me a cair... sei que a queda acaba e que só não já acabou porque alguém, talvez até tu, domou o tempo... e ele passa por todos, menos por nós... onde, para nós, alguém domou o tempo e este passa... devagar... tão devagar quanto o tempo que finjo ter demorado a ver-te... ainda hoje me convenço que não te vi. Que não olhei para ti e vi-me, como que ao espelho... às vezes ainda faço como se não acreditasse que te consigo ouvir... a falar, baixinho... a sussurrar que também tu cairás de pé.&lt;br /&gt;Sabemos, perfeitamente, que não é verdade...&lt;br /&gt;Nada mais será igual... porque o que interessa não é a queda mas sim a forma como se cai... e eu, se falo por mim, vejo-te igual, caí.&lt;br /&gt;Não sei como, nem reparei, ou, olhando ao espelho para poder dizer que eras tu, justifiquei assim a minha própria queda.&lt;br /&gt;Caí, e nem dei conta... e a mim que o que mais interessava era a forma como cairia... de pé...&lt;br /&gt;E afinal?? (querem saber) Aterrei de pé?&lt;br /&gt;Não sei... não dei conta... mas, se o mais importante é a forma como se cai, olhei para ti a ver como tinhas caído... caíste?? Não vi... não reparei... e por entre caminhos, palavras ditas, ouvidas, sussurradas, murmuradas, escritas, não ditas... fiquei à espera de que me conseguisses explicar como caí...&lt;br /&gt;Olhei e vi... que afinal a queda que sempre pensei já ter acabado, ainda acontecia, a olhar o espelho via-te a ti no chão... sim porque tu caíste de pé.&lt;br /&gt;Eu?? Vou ver ainda onde cairei mas, como o mais importante não é a queda mas sim a forma como se aterra, cairei de pé... por mais que os pés quebrem até aos joelhos, será de pé. Não vai ser agora... Não pode ser agora.&lt;br /&gt;Sei que é isso que espero de mim e minha imagem ao espelho, tu, também. E eu, que quando olho ao espelho sou tu, aterrarei de pé.&lt;br /&gt;Porque é isso que eu sou... o mais importante não é a queda, mas a forma como se aterra e, por ti que és eu no espelho, caio de pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25 – Setembro – 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-5346201359809170459?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/5346201359809170459/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=5346201359809170459&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5346201359809170459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/5346201359809170459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/limportant-ce-nest-pas-la-chute-cest.html' title='l’important ce n’est pas la chute, c’est l’atterrissage...'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6611926280767209363.post-1007086729011036378</id><published>2008-10-27T08:22:00.000-07:00</published><updated>2008-10-27T08:25:35.335-07:00</updated><title type='text'>processo de transição</title><content type='html'>ainda continuo em processo de transição.&lt;br /&gt;Parece-me…&lt;br /&gt;Voltei a trás. Não há dúvida…&lt;br /&gt;Andei para trás não porque quis mas porque quis acreditar ser caminho.&lt;br /&gt;Mas, como também e tão bem já sabia: para a frente é que é caminho.&lt;br /&gt;O jardim pelo qual passei lá continua mas é agora já menos notado.&lt;br /&gt;As coisas que revivi nos últimos dias fizeram-me lembrar o porquê de me ter desviado. De ti e deste meu caminho que nada tem a ver comigo.&lt;br /&gt;Acredita que quis acreditar que as palavras que me dizias eram verdade mas eu sabia (e tu, certamente, também) que apenas eram as palavras que ambos queríamos que fossem verdade. Mas não o são.&lt;br /&gt;Quero andar. Estou farta de estar parada em ti.&lt;br /&gt;Estou farta de me sentir à espera.&lt;br /&gt;De fazer tudo certo… mas parece que nada que faço está bem… porquê??&lt;br /&gt;Sei que já to disseram e por isso não é certamente de mim, que contigo tem que se andar sempre em pezinhos de lã pois nunca se sabe quando vai o teu humor descontrolar-se… quando é que a paixão ultrapassa a barreira do racional?&lt;br /&gt;O que raio se passa na tua cabeça???&lt;br /&gt;Dizes que andavas perdido…&lt;br /&gt;Andavas?!?!?&lt;br /&gt;Posso certificar-te que apenas a tua motivação mudou.&lt;br /&gt;Tu: estás igual. Igualzinho. Nem sei que te diga…&lt;br /&gt;Enfim…&lt;br /&gt;Já se sabe que nestas coisas de estar parado uns tempos influencia o raciocínio mas nunca esperei ser tão grave.&lt;br /&gt;Tento seriamente não cair no erro de analisar demasiado a situação mas acabo por voltar lá sempre.&lt;br /&gt;É como que a minha motivação. Compreender… imaginas como será?? Claro que não. Tu geres-te pelo oposto. E é por isso, apenas por este pequeno detalhe, que acho que entre nós nunca nada daria certo e que, por mais que quisesse acreditar naquelas lindas palavras que me disseste, sei que elas nunca passarão disso: umas lindas palavras que me disseste.&lt;br /&gt;Hoje preferia ter ficado com elas.&lt;br /&gt;Sempre me davam mais jeito neste instante…&lt;br /&gt;Teria sido tudo perfeito e lindo e tu serias para sempre o meu amor…&lt;br /&gt;Mas não… Nós preferimos arriscar e tirar à prova que essas lindas, lindas palavras eram apenas mais umas palavras tiradas de qualquer outra história que não, certamente, a nossa.&lt;br /&gt;Sei que também querias acreditar… Haveria coisa mais bonita que este amor? Ultrapassou tudo, todos, o tempo… mas afinal… desculpa… mas isso também não é verdade…&lt;br /&gt;Ele apenas passou por essas coisas todas, todos e o tempo… quanto a ultrapassa-los… não me parece. Talvez alguns… sim… talvez… mas todos??… Hoje tenho a certeza que não.&lt;br /&gt;Quando é que o perdemos?&lt;br /&gt;Ou melhor: quando é que ele seguiu o seu caminho e nós deixamos de o ver?&lt;br /&gt;Isso talvez mo possas dizer melhor que eu… sempre fui distraída nessas coisas e, para ser honesta, achava sempre que ainda o via ali mesmo ao fundo do caminho.&lt;br /&gt;Mas isso foi noutros tempos.&lt;br /&gt;Não hoje.&lt;br /&gt;Hoje vejo as coisas de outra maneira mas guardo e aproveito para te pedir que não as estragues, aquelas lindas palavras que me disseste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9-Outubro-2006&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6611926280767209363-1007086729011036378?l=5ecret5tar5ystem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/feeds/1007086729011036378/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6611926280767209363&amp;postID=1007086729011036378&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/1007086729011036378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6611926280767209363/posts/default/1007086729011036378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://5ecret5tar5ystem.blogspot.com/2008/10/processo-de-transio.html' title='processo de transição'/><author><name>Tânia Ganhão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_pBNdRvKJ6B4/TE2saZTVC3I/AAAAAAAAACs/nljm5bjI5tI/S220/green.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
